como escrever uma bibliografia na Norma APA Style

Consultar as normas básicas da Sétima Edição (inglês) em https://apastyle.apa.org/style-grammar-guidelines


Cliquem aqui para baixar documento scribd.com/Regras-bibliograficas-Norma-APA-Style-no-ensino-secundario



Como fazer referências bibliográficas e citar textos
- A norma APA Citation Style

1. Como identificar os livros, filmes, internet e mapas usados num trabalho escolar? - A bibliografia.
2. Como identificar os textos copiados dos livros consultados? - As citações.

A norma APA citation style é o padrão mais comum usado pela comunidade internacional das ciências e ciências sociais. Este breve guia usa os dados da 6ª edição do Manual of the American Psychological Association publicado em 2008.
As regras aqui usadas não seguem a Norma Portuguesa NP 405-1 (1994), a qual define as regras bibliográficas para Portugal (mas que tem custos elevados e acesso muito limitado…).



1. COMO ESCREVER A BIBLIOGRAFIA:

AUTOR – DATA - TÍTULO DO LIVRO - TÍTULO DO ARTIGO - TÍTULO DO JORNAL – VOLUME – PÁGINAS – LOCALIDADE – EDITORA - DIVERSOS.
Nota: devemos seguir esta ordem, contudo, consoante as pesquisas feitas, simplifica-se consoante os casos seguintes:


LIVROS CONSULTADOS:
Autor. (Ano). Título do livro. Localidade: Editora.


COELHO, J. P. (1969-1971). Dicionário de literatura: literatura portuguesa. Vol. 2. Porto: Figueirinhas.

a leitura em sala de aula do 10 minutos a ler


Uma fotografia século 21. In http://pnl2027.gov.pt/np4/10minutosaler.html

Ontem participei no plano do "10 Minutos a ler" e li aos alunos:

VASCO PULIDO VALENTE RECUSOU LIDERAR O "PLANO NACIONAL DE LEITURA" EM 2006  

"Causas Nobres"

Recebi uma carta assinada por três ministros (a sra. Ministra da Cultura, a sra. ministra da Educação e o sr. ministro Santos Silva), que me convidava para ser membro de uma Comissão de Honra do Plano Nacional de Leitura. Com a carta vinha uma síntese do dito Plano. O papel da Comissão de Honra seria dar o seu "prestígio e aconselhamento à execução do Plano". Por outras palavras, fazer alguma propaganda à coisa, como de resto o dr. Graça Moura, "muito penhorado", já começou a fazer. 
Propaganda por propaganda, resolvi responder em público que não aceito. Por várias razões. 
Em primeiro lugar, porque a carta e a "síntese do Plano" estão escritas num português macarrónico e analfabeto (frases sem sentido, erros de sintaxe, impropriedades, redundâncias, por aí fora). Quem escreve assim precisa de ler, e de ler muito, antes de meter o bedelho no que o próximo lê ou não lê. 
Em segundo lugar, não aceito por causa do próprio Plano. O fim "essencial" do Plano é "mobilizar toda a sociedade portuguesa para a importância da leitura" (a propósito: como se "mobiliza" alguém "para a importância"?). Parece que as criancinhas do básico e do secundário não lêem, apesar do dinheiro já desperdiçado no ensino e em bibliotecas. Claro que se o Estado proibisse a televisão e o uso do computador (do "Messenger") e do telemóvel, as criancinhas leriam ou, pelo menos, leriam mais. Na impossibilidade de tomar uma medida tão drástica, o Estado pretende "criar um ambiente social favorável à leitura", com uma espécie de missionação especializada. A extraordinária estupidez disto não merece comentário. 
Em terceiro lugar, não aceito porque o Plano é inútil. Nunca se leu tanto em Portugal. Dan Brown, por exemplo, vendeu 470.000 exemplares, Miguel Sousa Tavares, 240.000, Margarida Rebelo Pinto vende entre 100 e 150.000 e Saramago, mesmo hoje, lá se consegue aguentar. O Estado não gosta da escolha? Uma pena, mas não cabe ao Estado orientar o gosto do bom povo. No interior, não há livrarias? Verdade. Só que a escola e a biblioteca, ainda por cima "orientadas", não substituem a livraria. E um hiper-mercado, se me permitem a blasfémia, promove a leitura mais do que qualquer imaginável intervenção do Estado. 
O Plano Nacional de Leitura não passa de uma fantasia para uns tantos funcionários justificarem a sua injustificável existência e espatifarem milhões, que o Estado extraiu esforçadamente ao contribuinte. Quem não percebe como o país chegou ao que chegou, não precisa de ir mais longe: foi com um número infinito de "causas nobres" como esta. "Causas nobres", na opinião dos srs. ministros, convém acrescentar. 
VALENTE, Vasco Pulido. (2006). "Causas Nobres". Consultado em 04-12-2018. No site Público. Website: https://www.publico.pt/2006/05/21/jornal/causas-nobres-80010

as variáveis demográficas das dificuldades do Portugal actual

Excerto de RODRIGUES, Arinda; BARATA, Isabel. (2013). Geografia A 11º ano. Lisboa: Texto Editores.

Para uso em sala de aula nos próximos minutos ;)

as dificuldades demográficas do Portugal actual

Excerto de RODRIGUES, Arinda; BARATA, Isabel. (2013). Geografia A 11º ano. Lisboa: Texto Editores.


Excel oficial da ONU - a norma M49 e o IDH 2018

Descarreguem o Excel com rankings do Índice do Desenvolvimento Humano (2018 Update). Aqui


Descarreguem o Excel com as listagens dos países reconhecidos pela ONU - Norma Geográfica M49. Aqui


A BASE DE DADOS EXCEL CONSTRUÍDA NO 12B  

Para confirmar a exactidão das variáveis introduzidas na nossa «base de dados» sugiro uma crítica de fontes: usarmos os valores transcritos em aula (na TIC 2) e confrontá-los com estes Excel. Sobretudo os dados relativos à Norma M49.

os 59 países desenvolvidos - actualização de 2018


Para as turmas do nono ano, a exploração dos pólos de Desenvolvimento Humano com localização via Google Maps ou Google Earth.


Classificação do desenvolvimento humano:

As classificações do IDH são relativas. Existem 4 grupos de Desenvolvimento Humano:
IDH muito alto, IDH alto, IDH médio e IDH baixo.

Em 2018 voltamos a usar o limiar de >=0,800 para distinguir os países desenvolvidos.

Foram analisados 189 países que os restantes foi demasiado perigoso obter dados. O grupo do IDH muito alto tem 59 países.

Portugal encontra-se no 41º lugar.


gEOGRAFIA c - 12b


AULA 19-20
21-OUTUBRO
SUMÁRIO:
(TIC2) Mapear os centros de conhecimento de excelência

............................
I - RELATÓRIO DE PESQUISA Nº5-ONDE FICAM AS MELHORES UNIVERSIDADES DO MUNDO?

1. Quais os critérios para reconhecer uma universidade de excelência?
  • 1.1 Quais as melhores 25 universidades do mundo?
  • 1.2 Quais os rankings internacionais de avaliação universitária (os 3 mais referenciados)?

2. O que é a IVY LEAGUE?


3. Qual o padrão geográfico da localização das melhores universidades do mundo?
  • 3.1 Assinalar as variáveis da base de dados (Excel) que revelem correlação.

4. CARACTERIZAÇÃO DAS 12 MELHORES UNIVERSIDADES
  • 4.1) nome,
  • 4.2) localização,
  • 4.3) imagens google maps 3d,
  • 4.4) imagens website,
  • 4.5) prémios Nobel recebidos.

FONTES:
a) https://www.timeshighereducation.com/world-university-rankings/2019/world-ranking
b) https://en.wikipedia.org/wiki/Times_Higher_Education_World_University_Rankings
c) https://www.bestmastersprograms.org/50-universities-with-the-most-nobel-prize-winners/



............................
II - TRABALHO DE PESQUISA:

1. Acrescentar à base de dados (Excel) as variáveis: |"UNIVERSIDADES TOP 100" (contagem das 100 primeiras)


11B - A evolução recente da população activa na agricultura






NOTA:
A) Os alunos que conseguiram trabalhar com os dados da Atividade TIG do nosso Manual (ver https://drive.google.com/open?id=12I_LRNDSNu9MJLWruGyI4tS_cDb0MyHT) podem usar os dados e o gráfico produzidos.

B) Os alunos que lhes foi impossível produzir trabalho podem cumprir com as TAREFAS a seguir enumeradas:


Devido às alterações do website do INE iremos trabalhar com o EXCEL desta página do ano 2017 publicada pelo INE:

1. Abre sítio da Web do Estatísticas Agrícolas - 2017, disponível em https://www.ine.pt/xportal/xmain? e descarrega o ficheiro EXCEL em "XLSX (1918 Kb)".

2. Pesquise o index e abra a folha "Quadro 5.1 >> População residente empregada com profissão, total e na agricultura, produção animal, caça e silvicultura segundo a situação na profissão".

3. Seleccione os dados para «Portugal» (todos os anos) e os 7 indicadores relativos ao domínio «Da qual na agricultura, produção animal, caça e silvicultura» e coloque-os numa nova «Folha do EXCEL».

4. Construa um gráfico de linhas.

5. Num WORD. Insira o gráfico Excel e redija um texto breve sobre os dados da tabela.

6. Questão 1: Observe os valores da tabela e compare a evolução do número dos «trabalhadores por conta própria» com os «trabalhadores por conta de outro».

7. Questão 2: Refira as consequências da realidade evidenciada na tabela para a actividade agrícola nacional.


11º B

RODRIGUES, Arinda; BARATA, Isabel. (2013). Geografia A 11º ano. Lisboa: Texto Editores.

Retirado do manual adoptado no 11º ano. Os dados estatísticos e a cartografia foram actualizados até ao ano de 2015.
Estas «Fichas Formativas» fazem sentido se trabalhadas em sala de aula, pelo que se supõe a adopção deste manual  de Arinda Rodrigues e Isabel Barata.


UM LINK DE TRABALHO:
https://drive.google.com/file/d/1T7AHo8S4FrUwt9rfytwEp7CKrOQ9R-NB/view?usp=sharing

Portugal vai perder 3.000.000 de habitantes até 2100

Cliquem na Pirâmide



Cliquem na Pirâmide


Cliquem na Pirâmide



PORTUGAL A DESAPARECER - A REALIDADE JÁ É PIOR DO QUE EM 2010 SE ACREDITAVA SER O NOSSO FUTURO

A estimativa usa dados demográficos das Nações Unidas anteriores à crise financeira nacional e consequente intervenção do FMI em Portugal (em 06/Abril/2011 e foi a terceira vinda do FMI a Portugal).
Com a crise aconteceu a emigração massiva dos portugueses em idade activa e estancou a elevada entrada de imigrantes e que não influencia os valores mostrads neste gráfico

Nota:
A projecção não tem em conta a emigração imprevista mas, apenas, a evolução das taxas de natalidade e mortalidade (crescimento natural) usuais até 2010 (valores médios).
Em 2100, o futuro poderá ser ainda mais dramático.

Geografia no 10º ano: visionamento do doc Portugal, Retrato Social





Portugal. Um Retrato Social - Gente diferente: Quem somos, quantos somos? (2007) - episódio 1

[No 10º ano iniciámos a Unidade 1: População: evolução e contrastes regionais]

Os portugueses são hoje muito diferentes do que eram há trinta anos.
Vivem e trabalham de outro modo. Mas sentem pertencer ao mesmo país dos nossos avós. É o resultado da história e da memória que cria um património comum.

Nascem em melhores condições, mas nascem menos. Vivem mais tempo. Têm famílias mais pequenas. Os idosos vivem cada vez mais sós.
António Barreto, 2007

Para completar o trabalho realizado em aula...

11ºB fez uma ficha formativa com consulta




FICHA FORMATIVA nº1- AS FRAGILIDADES DOS SISTEMAS AGRÁRIOS DE PORTUGAL NA ACTUALIDADE

nota:

1. Sempre que temos trabalhos com consulta de fontes (sejam Fichas Formativas, Provas no Google Forms ou Exercícios do Manual) usamos uma avaliação qualitativa (do nível 1 ao nível 5 que é o Excelente/Muito Bom).

2. Os critérios de apreciação são os seguinte: Completude (50%); Organização (25%) e Legibilidade (25%).

3. Nunca peço TPC excepto se o aluno não se organizou/trabalhou em sala de aula e, portanto, ficou em atraso.

4. Ao presente trabalho não acrescentei nenhum reparo. Os demais alunos devem ler as informações que lá anotei para melhorar-mos. Outros têm erros que podem ser emendados com o socorro do exemplo aqui fotografado.

5. Parabéns ao Afonso do 11B 2019-2020.

como consultar a Norma Geográfica M49 das nações unidas?

In "Standard country or area codes for statistical use (M49)". United Nations Statistics Division. Consultado em 01/10/2019. Em https://unstats.un.org/unsd/methodology/m49/overview

Um link essencial para a base de dados que está a ser construida em Geografia C pelo 12B.

quantos países existem no mundo na atualidade

 
 Fonte: Norma UN M.49 (standard M.49). Revista em 31 Outubro de 2013.

A Norma M49 da Divisão de Estatística das Nações Unidas divide o mundo em Regiões Geográficas.

O esquema é utilizado na análise estatística, relatórios e documentação científica produzida pela ONU - veja-se o caso do Relatório do Desenvolvimento Humano, publicado todos os anos e que é a nossa «Bíblia» para compreender o mundo actual.

Desde Janeiro de 2015 que a ONU reconhecia a existência de 193 países.
Contudo, a mesma ONU admite, em documentação distinta, a existência de 194 ou 195 países (considerando-se por vezes o Vaticano e os Territórios Palestinianos como estados soberanos).
Fonte: Norma M49 das Nações Unidas 

Em baixo a lista com os países em azul; os territórios em negrito e sem tradução.