uma msg para alunos do 11B com dúvidas nas notas de exame

Na próxima manhã de 2ª Fa (15 de julho) estarei na Escola de Arraiolos em reunião e para atender quem necessite de esclarecimentos sobre classificações e revisões de exames. Disponível para vcs após as 10h00.

Mandem email com uma frase a explicar o tema da nossa conversa para eu ir preparado. Caso não me enviem email estarei disponível até as 10h30.

procedimentos para reclamar avaliação obtida no exame nacional




Para consultar como fazer cliquem nas imagens ou AQUI.

Síntese:

1. Têm de consultar a vossa Prova no dia de publicação de resultados ou no dia seguinte.

2. Pedem para consultar e, se necessário, pedem cópia para bem fundamentar a argumentação que justifica a vossa reapreciação e que poderá levar-vos a obter mais pontos na avaliação final.

3. Comecem por pegar numa calculadora e confirmem as contas e pontuações - no caso de erros nos somatórios há um procedimento próprio e que não implica uma nova avaliação de prova.

4. No caso de nova avaliação (reapreciação), toda a Prova será revista e correm o risco de descer a classificação antes obtida.


EMPREGADO DESPEDIDO
PORQUE EVITOU UM ASSALTO  


No Óregon, EUA, uma cadeia de retalho despediu um funcionário que evitou um assalto violento com uso de machado. 


a trabalhar para as «aproximações» na avaliação sumativa do 10B


Já inclui a correcção (desde 11/junho).  No final da semana este post será elimidado.






EARTH VIEWER - APLICATIVO PARA IPAD OU TABLET ANDROID

O que os continentes e oceanos da Terra parecem com 250 milhões de anos, ou mesmo mil milhões de anos atrás? O que sabemos sobre o clima de volta quando o nosso planeta se formou?

EarthViewer é como uma máquina do tempo para explorar a história profunda da Terra. Baseado na mais recente pesquisa científica, permite-lhe percorrer os últimos 4,5 mil milhões ano com a ponta dos dedos.

11B resumos do 10º e 11º ano

resumos do 10º ano link

resumos do 11º ano link

as eleições não é dever cívico - uma ideia musicada por Vitor Rua




No próximo Domingo temos eleições europeias.
Fica o contributo cidadão nesta «Era da Cidadania Inclusiva» do maldito e muito sensato Vitor Rua.
Sigam-no no FaceBook que as estórias de concertos e boémia na primeira pessoa são épicas.
«Dever Cívico, o Qarilhu!» https://www.youtube.com/watch?v=cuO3OVXFjpQ
Escolham bem. Divirtam-se.

11B revisões

Um teste para treinar
https://drive.google.com/file/d/1qjdLiSIipdOgCyQf_JeW_a8Ju2HgoQyQ/view?usp=sharing

Outro teste para treinar
https://drive.google.com/file/d/1l40fh3OyTaptgFjmQrM-n8fzNA6ir_A3/view?usp=sharing
o mesmo teste mas com soluções:
https://drive.google.com/file/d/1O7laCLlow_qjdDu0HJU1TFML-jsriGGG/view?usp=sharing

o mapa das NUTS II e NUTSIII após 2016


Apontamentos e KAHOOT para o 8B estudar

DESCARREGAR PDF 
Livro de 14 páginas com resumos de todo o 8º ano - AQUI


continue a ler aqui






Podem jogar o Kahoot AQUI:
https://create.kahoot.it/share/duplicate-of-evolucao-distribuicao-da-populacao-mundial/54b73687-ab30-47fe-b595-befda0bb88c3


A ÚLTIMA PROVA ESCRITA NO 8B  QUE TAMBÉM É UMA PREPARAÇÃO PARA A PROVA DE AFERIÇÃO DE GEOGRAFIA

Vamos usar os apontamentos e o Kahoot jogado na última aula. Deixo o link para recordarem


Ana Hatherly para inspirar um trabalho com o websig de Arraiolos



Serigrafia "Carlos Paredes". Na imagem superior: "Poeta chama Poeta".

Portuguese visual artist/poet/scholar/filmmaker Ana Hatherly (1929-2015).



parte de aula na recta final do tema «recursos marítimos»




QUESTIONÁRIOS E AVALIAÇÃO ORAL COM OS VIDEO DOCUMENTOS:

LITORAL - acção do mar
https://youtu.be/jZ5I9BD4oQ0

Aquaponia peixes junto com hortaliças
https://youtu.be/tEXo-KhXGys

Produção em aquicultura
https://www.youtube.com/watch?v=6mRrqdeLHzA

Mar, a Terra Prometida - Episódio 2 - Aquacultura
https://www.youtube.com/watch?v=drKHPQ0snD8




Principais Portos de Mar em Portugal Continental:

Porto de Viana do Castelo (Hinterland)
Porto de Leixões (Hinterland Regional)
Porto de Aveiro (Hinterland Regional)
Porto da Figueira da Foz (Hinterland Regional)
Porto de Peniche (Pesca/Recreio)
Porto de Lisboa (Hinterland Regional)
Porto de Cascais (Pesca/Recreio)
Porto de Sesimbra (Pesca/Recreio)
Porto de Setúbal (Hinterland Regional)
Porto de Sines (Transshipment "Transbordo"/Hinterland Nacional e Fronteiriço/rede de Trans-Europa)
Porto de Lagos (Pesca/Recreio)
Porto de Portimão
Porto de Faro (Hinterland Regional)
Porto de Vila Real de Santo António (Pesca/Recreio)



Tarefa para a Carla na Biblioteca:

1) Criar Word com capturas de tela dos mapas em Google Maps e resposta ao desafio:
"LOCALIZAR E ESTIMAR AS DISTÂNCIAS DE ARRAIOLOS AOS 6 PRINCIPAIS PORTOS DE PORTUGAL CONTINENTAL (PP.230 MANUAL) USANDO GOOGLE MAPS"

2) Enviar o Word criado para o email do professor Luís Palma de Jesus

trabalho de pesquisa com um debate mínimo sobre alterações climáticas e protecção ambiental







TRABALHO DE PESQUISA RELATIVO À GREVE DO CLIMA:
CRÍTICA COMPARADA DE 2 DOCUMENTÁRIOS SOBRE O DEBATE DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

Dos alunos André L., Illia F., Joana C. e Jorge B. do 10B (2018-2019) na Escola Cunha Rivara, Arraiolos.

"Por quê estudar para um futuro que em breve não existirá se ninguém fizer nada para salvá-lo?"
Estudantes portugueses e de inúmeros países com IDH Muito Elevado faltaram às aulas em nome do clima no dia 15 de Março de 2019. Aqui, aproveitámos para reflectir e fazer a leitura comparada de dois clássicos do activismo ambiental e debater prioridades e formas globais de proteger o Ambiente: o mítico documentário Cowspiracy (2014) e uma ultra afamada TED Talk de Allan Savory de 2013
Irei usar este exemplo com as próximas turmas de secundátrio. Um obrigado à Joana.


Resumo de estudo da unidade final do 11º ano

A UNIDADE TEMÁTICA: PORTUGAL NA UNIÃO EUROPEIA (11º ANO)  

alterações climáticas e algum contraditório se faz favor

In https://www.youtube.com/playlist?list=PLC5KrnKxeYynEeYCAwjizpFNE582f0jnO

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS SEM CONTRADITÓRIO E A GREVE DO CLIMA SEM SOLUÇÕES  

1. Primeira dúvida: O argumento maior do activismo climático baseia-se na existência de "consenso" na comunidade científica sobre o aquecimento climático...
Primeira e única certeza: a ciência não se faz por consenso, mas por disssensão e contradição de teses e modelos explicativos.

Para os alunos mais atentos e com paciência sugiro a playlist acima linkada com prós e contras deste «debate» silenciado (as campanhas politicamente correctas promovidas pela imprensa generalista tende a esquecer os contra argumentos credíveis).



2. Segunda dúvida: poderá a «Greve do Clima» correr o risco de pugnar por soluções totalitárias se adoptadas as suas sugestões (que nunca são apresentadas com contraditório)? Soluções que passariam por interditar combustíveis fósseis e interditar a agricultura industrial... Como acabar, em 12 anos e à escala planetária, com os combustíveis fósseis e a agropecuária, sem a existência de um poder político absoluto e global?

(a minha dúvida:) Poderemos pedir aos nossos governantes a interdição do uso de combustíveis fósseis e o fim da criação de animais pela agricultura moderna (principal causa da devastadora pegada ecológica)?

Como seria imposta a proibição dos combustíveis fósseis (transportes e indústria são a segunda causa de alterações climáticas)?

Como obrigar populações inteiras a mudar a sua alimentação, ficar sem automóveis e sem bens de consumo industrial?



3. Terceira dúvida: A solução para reduzir a excessiva Pegada Ecológica será, como diz a grevista Greta, não estudar ou, pelo contrário, estudar mais e aprender com as boas soluções já testadas?



Vamos discutir se faz favor.

greve ao Clima dá trabalho nas aulas de Geografia







“Por que deveríamos estudar para um futuro que em breve não existirá se ninguém fizer nada para salvá-lo?  

As alterações climáticas são a maior crise alguma vez enfrentada pela civilização humana. É um sinal de alarme total, o ponto de apoio para uma nova etapa na luta global pela justiça climática. Além da Rebelião contra a Extinção e do By2020 We Rise Up, já ocorrem greves climáticas estudantis em mais de uma dezena de países: Bélgica, Escócia, Inglaterra, Suécia, Suíça, Alemanha, Nova Zelândia, Austrália, Itália, Canadá. Portugal anunciou a sua, a 15 de Março, em conjunto com vários outros países. 
As alterações climáticas são a maior crise alguma vez enfrentada pela civilização humana, com risco previsto de, mesmo em cenários conservadores, serem destruídas muitas das bases materiais que permitiram o surgimento da civilização (estabilidade das estações, da disponibilidade de recursos e previsibilidade de futuro), e a própria dimensão das populações humanas (dependentes da produção agrícola e da produtividade marinha que estão em mutação pela modificação dos regimes hídricos, climáticos e pela profunda alteração de temperatura e pH dos oceanos).
In https://www.publico.pt/2019/02/12/ciencia/opiniao/greve-clima-onda-justica-climatica-invade-escolas-1861507

Inspirados pela jovem Greta, estudantes portugueses vão faltar às aulas em nome do clima no dia 15 de Março.

Por cá, vamos ouvir com atenção e lidar com 2 clássicos do activismo ambiental e debater prioridades e formas globais de proteger o Ambiente: o mítico documentário Cowspiracy (2014) e uma ultra afamada  TED Talk de Allan Savory de 2013.

Será um Trabalho de Pesquisa maneiro.



trabalho de pesquisa no 8B


Criar kahoots no 8ºB com o tema «Diversidade Cultural»


a) Tarefa 1: Criar no Kahoot 20 questões com imagens sobre o tema «Culturas e civilizações no mundo atual».

b) Tarefa 2: Apresentar publicamente o jogo criado jogando-o em 14 de Março 2019

C) Procedimento: levam telemóveis e tentam ganhar. Teremos prémios em chocolates.

rios principais e bacias hidrográficas



Bacia hidrográfica: Superfície de escoamento de um rio central e seus afluentes.

os limites das Regiões Hidrográficas portuguesesas e confusão com Espanha



Decreto-Lei n.º 112/2002:   O território nacional está subdividido em 10 regiões hidrográficas, 8 em Portugal Continental e 2 correspondentes às Regiões Autónomas.

Espanha complicada e sem acordo:  O limite entre Portugal e Espanha, no troço desde a foz do rio Caia à foz do rio Cuncos não é reconhecido pelo Estado português (territórios respeitantes à região de Olivença).

AS 10 REGIÕES HIDROGRÁFICAS: 
- RH 1 Minho e Lima
- RH 2 Cavado, Ave e Leça
- RH 3 Douro
- RH 4 Vouga, Mondego e Lis
- RH 5 Tejo e ribeiras do Oeste
- RH 6 Sado e Mira
- RH 7 Guadiana
- RH 8 Ribeiras do Algarve
- RH 9 Arquipélago dos Açores
- RH 10 Arquipélago da Madeira

- (RH1) Minho e Lima  Correspondente ao âmbito geográfico dos Planos de Bacia Hidrográfica (PBH) do Minho e Lima, integra as bacias hidrográficas do Minho e Lima (no prolongamento da Região Hidrográfica Norte I, de Espanha) e as ribeiras de costa, incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH2) Cavado, Ave e Leça  Correspondente ao âmbito geográfico dos PBH do Cávado, Ave e Leça, integra as bacias hidrográficas dos rios Cávado, Ave e Leça e as bacias hidrográficas das ribeiras de costa, incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH3) Douro  Correspondente ao âmbito geográfico do PBH do Douro, integra a bacia hidrográfica do rio Douro (no prolongamento da Região Hidrográfica Duero, de Espanha), e as bacias hidrográficas das ribeiras de costa incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH4) Vouga, Mondego e Lis  Correspondente ao âmbito geográfico dos PBH do Vouga, Mondego e Lis, integra as bacias hidrográficas dos rios Vouga, Mondego e Lis e as bacias hidrográficas das ribeiras de costa, incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH5) Tejo e ribeiras do Oeste Correspondente ao âmbito geográfico dos PBH do Tejo (no prolongamento da Região Hidrográfica Tajo, de Espanha), e das ribeiras do Oeste, integra a bacia hidrográfica do rio Tejo e as bacias hidrográficas das ribeiras de costa incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH6) Sado e Mira Correspondente ao âmbito geográfico dos PBH do Sado e Mira, integra as bacias hidrográficas dos rios Sado e Mira e as bacias hidrográficas das ribeiras de costa, incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH7) Guadiana Correspondente ao âmbito geográfico do PBH do Guadiana, integra a bacia hidrográfica do Guadiana (no prolongamento da Região Hidrográfica Guadiana I e confinante com a Região Hidrográfica Guadiana II, de Espanha), incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH8) Ribeiras do Algarve Correspondente ao âmbito geográfico do PBH das Ribeiras do Algarve, integra as bacias hidrográficas dos rios e das ribeiras entre o estuário do rio Guadiana e a foz da ribeira de Seixe, incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH9) Açores Integra todas as bacias hidrográficas de todas as ilhas do arquipélago, incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras;

- (RH10) Madeira Integra todas as bacias hidrográficas de todas as ilhas do arquipélago, incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras


11B GGF - intercalares do 2º período - 2019

10B GGF - intercalares do 2º período - 2019

8B GGF - intercalares do 2º período - 2019



Actualização. Por lapso usara imagem de excel anterior à reunião de CT onde foram atualizados os níveis atribuídos. Fica, agora, reposta as classificações vigentes em Pauta.

para estudar o sistema solar e toda a nossa galáxia




Ver em tela gigante www.solarsystemscope.com


PARA ESTUDAR O SISTEMA SOLAR

Com as características dos planetas. Órbitas e movimentos aparentes.
A VIDA NA CIDADE:
O MAL ALEATÓRIO PODE EXISTIR ?


As lojas de conveniência abertas 24/24 horas são um privilégio das sociedades de consumo e, pela madrugada, um local desprotegido para população mais vulnerável.

megacidades - a evolução das cidades com mais de 10 milhões de habitantes




Fonte: United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division: World Urbanization Prospects, the 2009 Revision. New York 2010. In www.unpopulation.org


arraiolos amarcord




Escola Cunha Rivara


A NOSSA ESCOLA E A PAISAGEM GEOGRÁFICA ENVOLVENTE

Setembro de 2013. Quando cheguei a Arraiolos comecei pelas janelas. No sétimo ano a introdução à disciplina fez-se ligeira e com um pequeno must a puxar para os diários gráficos da disciplina de Educação Visual: o esboço geográfico e os elementos geográficos.

Depois foram as «diversas formas de representar a Terra. E, na semana seguinte , Escalas e Cálculo de escalas.

VISITA DE ESTUDO DO 8B A LX



a) Tarefa 1: levantamento funcional simplificado de um troço de uma rua pombalina à escolha (por onde passarem e supondo que estarão na baixa).

b) Tarefa 2: perfil topográfico do itinerário na Baixa ou de toda a viagem a começar nos portões da nossa escola (segmento sul da bacia hidrográfica do Tejo)

C) Procedimento: levam telemóveis com sessão inicida na sua conta do Google e fotografam frentes de prédios.

FICHA FORMATIVA COM CONSULTA NO 11B




PARA A AULA DE REVISÕES E CONSOLIDAÇÃO DE CLASSIFICAÇÕES INDIVIDUAIS

Esta ficha será feita com consulta. No final recolho e levo para classificar o item «Atitude» e «Trabalho em sala de aula». Erros agora não contam, na aula seguinte temos «Prova Escrita» à séria.

Como citar textos e fazer referências bibliográficas - A norma APA Citation Style para escolas básicas e secundárias

Cliquem aqui para baixar documento scribd.com/Regras-bibliograficas-Norma-APA-Style-no-ensino-secundario



Como fazer referências bibliográficas e citar textos
- A norma APA Citation Style

1. Como identificar os livros, filmes, internet e mapas usados num trabalho escolar? - A bibliografia.
2. Como identificar os textos copiados dos livros consultados? - As citações.

A norma APA citation style é o padrão mais comum usado pela comunidade internacional das ciências e ciências sociais. Este breve guia usa os dados da 6ª edição do Manual of the American Psychological Association publicado em 2008.
As regras aqui usadas não seguem a Norma Portuguesa NP 405-1 (1994), a qual define as regras bibliográficas para Portugal (mas que tem custos elevados e acesso muito limitado…).



1. COMO ESCREVER A BIBLIOGRAFIA:

AUTOR – DATA - TÍTULO DO LIVRO - TÍTULO DO ARTIGO - TÍTULO DO JORNAL – VOLUME – PÁGINAS – LOCALIDADE – EDITORA - DIVERSOS.
Nota: devemos seguir esta ordem, contudo, consoante as pesquisas feitas, simplifica-se consoante os casos seguintes:


LIVROS CONSULTADOS:
Autor. (Ano). Título do livro. Localidade: Editora.


COELHO, J. P. (1969-1971). Dicionário de literatura: literatura portuguesa. Vol. 2. Porto: Figueirinhas.

LIVROS DE INSTITUIÇÕES:
Instituição. (Ano). Título do livro. Localidade: Editora.

Nota: Associações, empresas, instituições, organismos do estado e organizações são considerados autores quando não existe um autor individual.

American Psychological Association. (1972). Ethical standards of psychologists. Washington, DC: APA.


CAPÍTULOS DE LIVROS:
Autor. (Ano). Título do capítulo do livro. In Autor (Ed.), Título do livro (pp.– pp.).

Shun, I. (1998). The invention of the martial a
rts: Kanao Jigorao and Kaodaokan judo. In S. Vlastos (Ed.), Mirror of modernity: Invented traditions of modern Japan (pp. 163-173).

conceito: redes transeuropeias (RTE)

As Redes transeuropeias (RTE) devem permitir ligar as regiões europeias e as redes nacionais através de uma infraestrutura moderna e eficaz.

As Redes Transeuropeias (RTE) asseguram a livre circulação de mercadorias, de pessoas e de serviços.
In eur-lex.europa.eu/resource.html


As redes transeuropeias (RTE)  estão presentes em três setores de atividade:  

RTE-Transporte (RTE-T) abrangem, simultaneamente, o transporte rodoviário e combinado, as vias navegáveis e os portos marítimos, bem como a rede ferroviária europeia de alta velocidade.

RTE-Energia (RTE-E) dizem respeito aos setores da eletricidade e do gás natural. Visam a criação de um mercado único da energia e a segurança dos aprovisionamentos.

RTE-Telecomunicação (eTen) têm por objetivo o desenvolvimento de serviços eletrónicos transeuropeus de interesse público: saúde em linha, e-learning, administração pública em linha, etc.

Fonte: Versão consolidada do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia JO C 326 de 26.10.2012, p. 47—390

trabalho de pesquisa para 11º ano

a progressão de ciclones e anticiclones em tempo real



Fonte: Kaidor in
Wikimedia Commons; CC-BY-SA 3.0




A NEBULOSIDADE E OS CAMPOS DE PRESSÃO  

Aos campos de alta pressão atmosférica (letra H; do inglês High) chamamos Anticiclone e o estado do tempo define-se pela ausência de Nebulosidade, nenhuma Precipitação, menor Humidade Relativa e reduzido Vento.

Aos campos de baixa pressão atmosférica (letra L; do inglês Low) chamamos Ciclone e o estado do tempo define-se pela forte Nebulosidade, Precipitação, elevada Humidade Relativa e Vento intenso, bem como perturbações frontais.

Com cor azul claro vemos a Precipitação a acontecer e que forma extensas perturbações frontais associadas aos campos de baixa pressão atmosférica (ciclones).

resumos de geografia para 11º ano

A UNIDADE TEMÁTICA: REDES E MODOS DE TRANSPORTE (11º ANO)  



jamaica, seixal, em 2019






Bairro da Jamaica na margem sul de Lisboa  

A Urbanização do Vale de Chícharos no Seixal, concelho do distrito de Setúbal (Área Metropolitana de Lisboa), acolhe, na sua maioria, imigrantes dos países africanos de língua portuguesa. Cerca de 800 moradores do bairro da Jamaica vivem em habitações pequenas, com problemas de humidade, água e eletricidade.
Há quem viva no bairro há mais de 20 anos.

hierarquia dos centros urbanos, redes urbanas e territórios marginais


In Complexidade dos sistemas urbanos metropolitanos opõe-se ao resto do país (INE 2004)


Hierarquia dos centros urbanos, redes urbanas e territórios marginais  

Neste estudo de 2004 a análise da rede urbana nacional serve para os dias de hoje e temos a vantagem de ler uma síntese boa para o estudo em Geografia A.

Os centros urbanos apresentam-se como nós territoriais, concentrando funções estruturantes na organização [...] das populações que residem para além dos seus limites.  
Foi estabelecida uma hierarquia de centros urbanos que depende do número de funções e tipo de funções aí disponíveis. [Este centros estão] organizados em redes [...] de relações de dependência que implicam a mobilidade das populações na busca de bens e serviços.



Análise deste mapa de «Áreas de influência e marginalidade funcional»:  

Tese principal: 
1. Acentuada bipolarização da rede urbana portuguesa (Lisboa e Porto).
2. Fraca coesão territorial, notando-se a existência de territórios marginais à rede urbana no interior/fronteira

A rede urbana assimétrica extrema:
Um conjunto de freguesias, localizadas sobretudo no interior Norte e Centro e no território serranio entre o Alentejo e o Algarve, que registam elevados índices de marginalidade funcional.

Esta desintegração torna-se visível, por exemplo, pelo facto de, em áreas muito próximas de centros urbanos com áreas de influência para funções especializadas, e mesmo em alguns casos para funções muito especializadas, se encontrarem freguesias com marginalidade funcional muito forte (veja-se, por exemplo, a situação de Trás-os-Montes).

o que significa Coesão Territorial





O HISTÓRICO DO CONCEITO «COESÃO TERRITORIAL»:  

O "Tratado de Lisboa" (2009) e a nova estratégia de alto nível da UE ("Europe 2020") introduziram uma nova prioridade política: a coesão territorial. O conceito [coesão territorial] surge pela primeira vez no "Tratado de Amesterdão" (1997) e tem orientado a estratégia europeia para o desenvolvimento regional.

No "Livro Verde Sobre a Coesão Territorial" pode ler-se: “A coesão territorial tem o propósito de alcançar o desenvolvimento socioeconómico equilibrado e equitativo de todos os territórios, valorizar o seu capital físico, a sua diversidade, complementaridade e endogeneidade.” A estratégia "Europa 2020: a estratégia europeia de crescimento" determinou-lhe 5 objetivos e iniciativas: emprego, inovação, educação, inclusão social e clima/energia, que deverão ser alcançados até 2020.




O CONCEITO «COESÃO TERRITORIAL»:  

Programa Nacional para a Coesão Territorial
[Território promotor de] inclusão social e equidade através de uma maior igualdade de competências territoriais, promovendo uma melhor articulação entre a oferta de serviços urbanos e rurais e propondo novos serviços em rede que valorizem visões intersectoriais e interescalares, tendo em vista a qualidade de vida.
Reconhece-se a necessidade e o direito de todos os territórios acederem e atraírem novas oportunidades, garantindo condições de acesso aos serviços de ensino, saúde, justiça, desporto, sociais e culturais. Salvaguardar a equidade pressupõe a diminuição de diferenças desnecessárias e injustas. In http://www.pnct.gov.pt/coeso 
  
índice de coesão territorial
O índice de coesão procura refletir o grau de acesso da população a equipamentos e serviços coletivos básicos de qualidade, bem como os perfis conducentes a uma maior inclusão social e a eficácia das políticas públicas traduzida no aumento da qualidade de vida e na redução das disparidades territoriais. In INE - Índice Sintético de Desenvolvimento Regional – 2015

biosfera 612, biosfera 613 e biosfera 614



GEOGRAFIA EM REPORTAGEM | PLANTAS E SOLO

O impacto dos químicos usados na agricultura industrial no solo: a rizosfera é a camada mais rica do solo e é um ecossistema constantemente atacado por agroquímicos nas produções intensivas. Quais os riscos para a segurança alimentar à escala local e escala global. | Transmissão emitida em Janeiro de 2019 da reportagem Biosfera 614

Os plásticos e os alimentos a contaminação por microplásticos chegou ao intestino humano e é necessário ajudar a indústria da embalagem de plástico alimentar a encontrar soluções que evitem o uso excessivo dos plásticos.  
Programa Biosfera 613
Os plásticos são uma praga nos oceanos:  o desafio na Europa é terminar com os plásticos descartáveis que estão diariamente no nosso tabuleiro à hora do almoço: palhinhas, garrafas, copos, pratos e talheres. O MAAT desafiou o artista plástico Tadashi Kawamata a pensar nesta problemática e o resultado é uma exposição a não perder, intitulada “Over Flow”.  
Programa Biosfera 612

resumos de geografia para 11º ano

A UNIDADE TEMÁTICA: REDES URBANAS (11º ANO)  




a cidade média e as cidade intermédia - uma ideia variável





CIDADE MÉDIA E CIDADE INTERMÉDIA   

Nos anos 60 surgiu em França, nos departamentos governamentais de planeamento e economia, o conceito de Cidade Média. Nos anos 90 emergiu o conceito de Cidade Intermédia.


1. Cidades médias:
Uma classificação de centros urbanos da Comissão Europeia define como «grandes cidades» as que possuem mais de 250 000 habitantes, «médias» as que possuem entre os 100 000 e os 250 000 habitantes e «pequenas» cidades as de dimensão inferior a 100 000 habitantes.
DATAR (1989) – Les Villes Européennes. Maison de Geographie, Montpellier.

Contudo, os valores são mais baixos para países como Portugal e a Grécia (ambos com um baixo grau de urbanização): 10 000 habitantes.
EC. Europe 2000+. Coopération pour l`aménagement du territoire européen. Luxemburgo: CE-Politiques Regionales de la Communauté Européenne, 1994.


2. Cidades Intermédias:
2.1. É uma cidade média que estabelece relações com outras cidades do mesmo nível hierárquico articulando-se em rede.
2.2. A definição proposta pela União Europeia reforça a ideia da cidade intermédia como uma entidade local capaz de gerar qualidade de vida e promover o desenvolvimento sustentável.
CE (1997) – The EU Compendium of Spatial Planning Systems and Policies. Luxembourg.



EFILWIC (1994) – Visions and actions for medium-sized cities. Reports from the European orkshops of Alicante, Volos and Oviedo. European Foundation for the Improvement of Living and Working Conditions, Dublin.

COMMERÇON, N. (1996) – Les villes moyennes, Norois, 43, n.º 171: 487-493.

WILBERG, U. (1991) – Medium-sized cities and renewal strategies, 31st RSA European Congress,vol. 1, tomo 4. Regional Science Association, Lisboa.

ONU (1963, 1964, 1970, 1971, 1973, 1974, 1980, 1983, 1987, 1992, 1993, 1994) – AnuárioDemográfico Internacional. Organização das Nações Unidas, Nova Iorque.