TURMAS: 9º ANO 10º ANO 11º ANO 12º ANO





ÉVORA
Sede do mais extenso concelho de Portugal (1307km2). Tem 49.252 habitantes e um vasto sistema aquífero feito de rochas com características gnáissicas  que afloram desde a zona de Évora até às proximidades do eixo Torre de Coelheiros – São Manços, estendendo-se, nessa zona, alguns quilómetros para oeste, num total de 136 km2.



A lista dos 10 países mais perigosos para as mulheres

natal na escola secundária de Arraiolos



Fim de tarde no Natal de 2019. 
Foto do trabalho em papel feito pelos alunos do quinto ano da professora Luzia Pequito. 

Vista interior da fachada Norte-Noroeste. Em plano de fundo e por entre o nevoeiro do fim do dia, vemos à esquerda da imagem o último cabeço das colinas de Arraiolos ocupado por uma bucólica quinta agrícola; no centro da fotografia, numa com cota ligeiramente inferior à colina do castelo de Arraiolos, o campo de futebol relvado da nossa escola posicionado numa rechã confluente entre as referidas colinas.

Estamos na extrema da Bacia do Tejo que abrange Arraiolos a oeste e a norte: o rio Almansor e as suas ribeiras de S. Pedro, Arraiolos, Divor e Cabido drenam e modelam a paisagem.

Note-se que Arraiolos abrange uma área de cabeceiras de redes hidrográficas, pertencentes a três bacias: a parte oriental e sueste da carta, drenada pelo rio Degebe e pela ribeira de Machede, pertencem à bacia do Guadiana; os sectores norte e ocidental escoam para o Tejo e uma pequena área no limite sul da folha geológica, drenada pelo rio Xarrama e por tributários da ribeira das Alcáçovas, faz parte da bacia hidrográfica do Sado.

a importância dos registos de aula



Ver exemplo de um caderno de 7º ano: https://pt.scribd.com/document/95777915/Caderno-de-geografia-do-7%C2%BA-ano-2011-2012-Escola-Secundaria-Fernao-Mendes-Pinto

OS CADERNOS DE GEOGRAFIA  

Nos primeiros tempos achei-os irrelevantes nas avaliações. Eu próprio, enquanto aluno, usava folhas soltas dobradas no bolso porque sempre seria mais interessante procurar por conteúdos e autores pertinentes ou manter uma boa discussão em sala de aula.

Mas o caderno escolar tem as suas vantagens. Obriga o aluno à escrita e ao consequente momento de concentração. É prova material do trabalho feito pelo professor em sala de aula. Por outro lado, nos últimos 19 anos vi crescer exponencialmente o número de «leitores» desinteressados bem como o número de alunos que raramente, muito raramente escrevem. E, se levar os alunos à Leitura é uma excelente iniciativa, melhor será levá-los à escrita - o mais complicado e belo processo de inteligência.

É sobretudo isto. Obrigar o aluno à escrita, ao silêncio do trabalho.


O Chão do Parque do Zé Menos
é o grande disco da música
portuguesa de 2019.  

Imagem do Ípsilon. Público, 06/12/2019. https://www.publico.pt/culturaipsilon/musica

como avaliar o trabalho de pesquisa em Geografia C ?



Um video para dar um gosto do que será o segundo período lectivo

Seguem os detalhes dos elementos sujeitos a avaliação:

o contributo do fenómeno Greta para a política deseducativa




AA.VV Retirado da rede Instagram e reutilizado por uma aluna numa apresentação oral da disciplina de Inglês.





NÃO ESTUDAR ENQUANTO PROTESTO AMBIENTAL  

Greta Thunberg  quando tinha 15 anos recusou frequentar a escola às sextas-feiras até o governo sueco enfrentar politicamente as alterações climáticas que levarão o mundo ao colapso total num prazo de 12 anos (agora 11 anos) - primeiro ficou sentada ao portão da sua escola, depois levou o protesto para o parlamento da Suécia e, em Outubro de 2018, para a imprensa mundial.

Foi rapidamente convidada para falar na Assembleia Geral da ONU. Inspirou jornalistas e toda a elite política dos países Ocidentais, tendo sido nomeada para o Prémio Nobel da Paz de 2019 com este discurso:

Vocês roubaram-me os sonhos e a minha infância com suas palavras vazias.
As pessoas estão sofrendo.
Pessoas estão morrendo.
Ecossistemas inteiros estão entrando em colapso.
Estamos no início de uma extinção em massa. E tudo o que vocês sabem falar é sobre dinheiro e um [milagroso] eterno crescimento económico.

Como vocês se atrevem !!


ESTUDAR ENQUANTO FORMA DE ACÇÃO AMBIENTAL  

Boyan Slat  tinha apenas 15 anos de idade quando recebeu o prémio de Campeão da Terra das Nações Unidas, em 2014, pelos seus esforços de limpeza dos oceanos de plásticos à deriva. Estudou à séria e meteu-se em engenharias.

Um novo sistema, por si projectado, conseguiu colectar micro plásticos de 1 milímetro. Mas demorou seis anos, milhões de dólares e diversas tentativas frustradas para ter sucesso.

É o projecto Ocean Cleanup e espera-se que aumente em breve sua frota de barreiras flutuantes de 600 metros de comprimento para o arrasto e captura de plástico.

Boyan Slat sempre reconheceu a importância de prevenir a poluição, não apenas limpá-la. Mas por agora, a primeira Meta passa por remover 50% do Great Pacific Garbage Patch nos próximos cinco anos e 90% do plástico oceânico até 2040, um esforço que, segundo ele, exigirá cerca de 60 dispositivos.




Greta Thunberg discursou nas Nações Unidas: 2019 United Nations Climate Action Summit.

Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável - as soluções para os principais problemas do mundo




Em 2016 entrou em vigor a resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) intitulada “Transformar o nosso mundo: Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável” constituída por 17 objetivos, desdobrados em 169 metas.

Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) foram pensados a partir do sucesso dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), em vigor entre 2000 e 2015 e apesar de do total falhanço em os cumprir, a ONU pretende ir mais longe e radicalizar a sua missão. Em 2015 foram aprovados por unanimidade por 193 Estados-membros da ONU (em 2015) na chamada AGENDA 2030.



17 objetivos com 169 metas:  


01 - Erradicar a pobreza: acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares.

02 - Erradicar a fome: acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável.

03 - Saúde de qualidade: assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.

04 - Educação de qualidade: assegurar a educação inclusiva, e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.

05 - Igualdade de género: alcançar a igualdade de género e empoderar todas as mulheres e meninas.

06 - Água potável e saneamento: garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos.

07 - Energia renovável e acessível: garantir acesso à energia barata, confiável, sustentável e renovável para todos.

08 - Trabalho digno e crescimento económico: promover o crescimento económico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo, e trabalho decente para todos.

09 - Indústria, inovação e infraestruturas: construir infraestrutura resiliente, promover a industrialização inclusiva e sustentável, e fomentar a inovação.

10 - Reduzir desigualdades: reduzir as desigualdades dentro dos países e entre eles.

11 - Cidades e comunidades sustentáveis: tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

12 - Produção e consumos responsáveis: assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.

13 - Acção contra a mudança global do clima: tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos (*).

14 - Proteger a vida marinha: conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares, e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

15 - Proteger a vida na Terra: proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da Terra e deter a perda da biodiversidade.

16 - Paz, justiça e instituições eficazes: promover sociedades pacíficas e inclusivas par ao desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.

17 - Parcerias para a implementação dos ODS: fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.


Objetivos de desenvolvimento sustentável - Indicadores para Portugal. Agenda 2030
Ano de Edição: 2019

hipsometria e as principais montanhas de Portugal




As principais cadeias montanhosas de Portugal continental e ilhas

21 Sistemas Montanhoso em Portugal Continental
27 Sistemas Montanhoso na Região Autónoma dos Açores
18 Sistemas Montanhoso na Região Autónoma da Madeira


Nota:
Hipsometria é uma técnica de "representação de um terreno" (topografia) através de cores. As cores utilizadas possuem uma equivalência com a cota do terreno (altitude).
Em Geografia aos valores elevados correspondem cores escuras e aos valores reduzidos cores claras.

critérios de avaliação de Geografia no ensino secundário da Cunha Rivara - Arraiolos



os critérios de avaliação de Geografia no ensino básico da Cunha Rivara - Arraiolos


as cidades médias e as cidades intermédias em Portugal









A CIDADE MÉDIA E A CIDADE INTERMÉDIA   



Nos anos 60 surgiu em França, nos departamentos governamentais de planeamento e economia, o conceito de Cidade Média. Nos anos 90 emergiu o conceito de Cidade Intermédia.





1. Cidades médias:

Uma classificação de centros urbanos da Comissão Europeia define como «grandes cidades» as que possuem mais de 250 000 habitantes, «cidades médias» as que possuem entre os 100 000 e os 250 000 habitantes e «cidades pequenas» as de dimensão inferior a 100 000 habitantes. [nota: Portugal tem intervalos de valores diferenciados]

DATAR (1989) – Les Villes Européennes. Maison de Geographie, Montpellier.



1.1 Portugal tem classificação adequada a um país pouco urbanizado: 

Contudo, os valores são mais baixos para países como Portugal e a Grécia (ambos com um baixo grau de urbanização): em Portugal, as cidades médias consideram-se as de 20 000 habitantes a 100.000 habitantes.

EC. Europe 2000+. Coopération pour l`aménagement du territoire européen. Luxemburgo: CE-Politiques Regionales de la Communauté Européenne, 1994.





2. Cidades Intermédias:

2.1. É uma cidade média mas com capacidade de estabeleces relações com outras cidades do mesmo nível hierárquico articulando-se em rede. i.e., está inserida numa Rede Urbana de centros urbanos equivalentes.

2.2. A definição proposta pela União Europeia reforça a ideia da cidade intermédia como uma entidade local capaz de gerar qualidade de vida e promover o desenvolvimento sustentável.

CE (1997) – The EU Compendium of Spatial Planning Systems and Policies. Luxembourg.







EFILWIC (1994) – Visions and actions for medium-sized cities. Reports from the European orkshops of Alicante, Volos and Oviedo. European Foundation for the Improvement of Living and Working Conditions, Dublin.

COMMERÇON, N. (1996) – Les villes moyennes, Norois, 43, n.º 171: 487-493.



WILBERG, U. (1991) – Medium-sized cities and renewal strategies, 31st RSA European Congress,vol. 1, tomo 4. Regional Science Association, Lisboa.



ONU (1963, 1964, 1970, 1971, 1973, 1974, 1980, 1983, 1987, 1992, 1993, 1994) – AnuárioDemográfico Internacional. Organização das Nações Unidas, Nova Iorque.


quantos portugueses saíram do país para viver no estrangeiro, por mais ou menos de um ano?

In PORDATA. Consultado em https://www.pordata.pt/DB/Portugal/Ambiente+de+Consulta/Tabela


Emigrantes: total e por tipo
Fontes de Dados: INE - Inquérito aos movimentos migratórios de saída (1992 a 2007) | Estimativas Anuais de Emigração (a partir de 2008)
Fonte: PORDATA
Última actualização: 2019-06-14


Taxa de desemprego em Portugal entre 1932-2010
Fonte: Santos Pereira (2011). Consultado em desmitos.blogspot.com


Valores máximos com significado político:

  • 2014 - 134.624 Emigrantes
  • Desemprego: 16,2% 

  • 1966 - 120.239 Emigrantes
  • Desemprego: 1,3%

aconteceu há 30 anos atrás - o fim de um país prisão





In Oman Daily Observer. https://www.omanobserver.om/30-years-after-fall-of-berlin-wall-east-germans-feel-inferior

como escrever uma bibliografia na Norma APA Style

Consultar as normas básicas da Sétima Edição (inglês) em https://apastyle.apa.org/style-grammar-guidelines


Cliquem aqui para baixar documento scribd.com/Regras-bibliograficas-Norma-APA-Style-no-ensino-secundario



Como fazer referências bibliográficas e citar textos
- A norma APA Citation Style

1. Como identificar os livros, filmes, internet e mapas usados num trabalho escolar? - A bibliografia.
2. Como identificar os textos copiados dos livros consultados? - As citações.

A norma APA citation style é o padrão mais comum usado pela comunidade internacional das ciências e ciências sociais. Este breve guia usa os dados da 6ª edição do Manual of the American Psychological Association publicado em 2008.
As regras aqui usadas não seguem a Norma Portuguesa NP 405-1 (1994), a qual define as regras bibliográficas para Portugal (mas que tem custos elevados e acesso muito limitado…).



1. COMO ESCREVER A BIBLIOGRAFIA:

AUTOR – DATA - TÍTULO DO LIVRO - TÍTULO DO ARTIGO - TÍTULO DO JORNAL – VOLUME – PÁGINAS – LOCALIDADE – EDITORA - DIVERSOS.
Nota: devemos seguir esta ordem, contudo, consoante as pesquisas feitas, simplifica-se consoante os casos seguintes:


LIVROS CONSULTADOS:
Autor. (Ano). Título do livro. Localidade: Editora.


COELHO, J. P. (1969-1971). Dicionário de literatura: literatura portuguesa. Vol. 2. Porto: Figueirinhas.

a leitura em sala de aula do 10 minutos a ler


Uma fotografia século 21. In http://pnl2027.gov.pt/np4/10minutosaler.html

Ontem participei no plano do "10 Minutos a ler" e li aos alunos:

VASCO PULIDO VALENTE RECUSOU LIDERAR O "PLANO NACIONAL DE LEITURA" EM 2006  

"Causas Nobres"

Recebi uma carta assinada por três ministros (a sra. Ministra da Cultura, a sra. ministra da Educação e o sr. ministro Santos Silva), que me convidava para ser membro de uma Comissão de Honra do Plano Nacional de Leitura. Com a carta vinha uma síntese do dito Plano. O papel da Comissão de Honra seria dar o seu "prestígio e aconselhamento à execução do Plano". Por outras palavras, fazer alguma propaganda à coisa, como de resto o dr. Graça Moura, "muito penhorado", já começou a fazer. 
Propaganda por propaganda, resolvi responder em público que não aceito. Por várias razões. 
Em primeiro lugar, porque a carta e a "síntese do Plano" estão escritas num português macarrónico e analfabeto (frases sem sentido, erros de sintaxe, impropriedades, redundâncias, por aí fora). Quem escreve assim precisa de ler, e de ler muito, antes de meter o bedelho no que o próximo lê ou não lê. 
Em segundo lugar, não aceito por causa do próprio Plano. O fim "essencial" do Plano é "mobilizar toda a sociedade portuguesa para a importância da leitura" (a propósito: como se "mobiliza" alguém "para a importância"?). Parece que as criancinhas do básico e do secundário não lêem, apesar do dinheiro já desperdiçado no ensino e em bibliotecas. Claro que se o Estado proibisse a televisão e o uso do computador (do "Messenger") e do telemóvel, as criancinhas leriam ou, pelo menos, leriam mais. Na impossibilidade de tomar uma medida tão drástica, o Estado pretende "criar um ambiente social favorável à leitura", com uma espécie de missionação especializada. A extraordinária estupidez disto não merece comentário. 
Em terceiro lugar, não aceito porque o Plano é inútil. Nunca se leu tanto em Portugal. Dan Brown, por exemplo, vendeu 470.000 exemplares, Miguel Sousa Tavares, 240.000, Margarida Rebelo Pinto vende entre 100 e 150.000 e Saramago, mesmo hoje, lá se consegue aguentar. O Estado não gosta da escolha? Uma pena, mas não cabe ao Estado orientar o gosto do bom povo. No interior, não há livrarias? Verdade. Só que a escola e a biblioteca, ainda por cima "orientadas", não substituem a livraria. E um hiper-mercado, se me permitem a blasfémia, promove a leitura mais do que qualquer imaginável intervenção do Estado. 
O Plano Nacional de Leitura não passa de uma fantasia para uns tantos funcionários justificarem a sua injustificável existência e espatifarem milhões, que o Estado extraiu esforçadamente ao contribuinte. Quem não percebe como o país chegou ao que chegou, não precisa de ir mais longe: foi com um número infinito de "causas nobres" como esta. "Causas nobres", na opinião dos srs. ministros, convém acrescentar. 
VALENTE, Vasco Pulido. (2006). "Causas Nobres". Consultado em 04-12-2018. No site Público. Website: https://www.publico.pt/2006/05/21/jornal/causas-nobres-80010

as variáveis demográficas das dificuldades do Portugal actual

Excerto de RODRIGUES, Arinda; BARATA, Isabel. (2013). Geografia A 11º ano. Lisboa: Texto Editores.

Para uso em sala de aula nos próximos minutos ;)

as dificuldades demográficas do Portugal actual

Excerto de RODRIGUES, Arinda; BARATA, Isabel. (2013). Geografia A 11º ano. Lisboa: Texto Editores.