TURMAS: 8º ANO 10º ANO 11º ANO




THE BURNING MAN
Festival de criação hi-tech para ser destruída num incêndio ritual (Potlatch). Realizado anualmente desde 1986 em Black Rock Desert, no estado americano de Nevada.


A lista dos 10 países mais perigosos para as mulheres
Foi assassinado o casal de bikers que acreditou não existir Mal no mundo
Governo dá formação a professores contra homofobia nas escolas

Resumo de estudo da unidade final do 11º ano

A UNIDADE TEMÁTICA: PORTUGAL NA UNIÃO EUROPEIA (11º ANO)  

alterações climáticas e algum contraditório se faz favor

In https://www.youtube.com/playlist?list=PLC5KrnKxeYynEeYCAwjizpFNE582f0jnO

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS SEM CONTRADITÓRIO E A GREVE DO CLIMA SEM SOLUÇÕES  

1. Primeira dúvida: O argumento maior do activismo climático baseia-se na existência de "consenso" na comunidade científica sobre o aquecimento climático...
Primeira e única certeza: a ciência não se faz por consenso, mas por disssensão e contradição de teses e modelos explicativos.

Para os alunos mais atentos e com paciência sugiro a playlist acima linkada com prós e contras deste «debate» silenciado (as campanhas politicamente correctas promovidas pela imprensa generalista tende a esquecer os contra argumentos credíveis).



2. Segunda dúvida: poderá a «Greve do Clima» correr o risco de pugnar por soluções totalitárias se adoptadas as suas sugestões (que nunca são apresentadas com contraditório)? Soluções que passariam por interditar combustíveis fósseis e interditar a agricultura industrial... Como acabar, em 12 anos e à escala planetária, com os combustíveis fósseis e a agropecuária, sem a existência de um poder político absoluto e global?

(a minha dúvida:) Poderemos pedir aos nossos governantes a interdição do uso de combustíveis fósseis e o fim da criação de animais pela agricultura moderna (principal causa da devastadora pegada ecológica)?

Como seria imposta a proibição dos combustíveis fósseis (transportes e indústria são a segunda causa de alterações climáticas)?

Como obrigar populações inteiras a mudar a sua alimentação, ficar sem automóveis e sem bens de consumo industrial?



3. Terceira dúvida: A solução para reduzir a excessiva Pegada Ecológica será, como diz a grevista Greta, não estudar ou, pelo contrário, estudar mais e aprender com as boas soluções já testadas?



Vamos discutir se faz favor.

greve ao Clima dá trabalho nas aulas de Geografia







“Por que deveríamos estudar para um futuro que em breve não existirá se ninguém fizer nada para salvá-lo?  

As alterações climáticas são a maior crise alguma vez enfrentada pela civilização humana. É um sinal de alarme total, o ponto de apoio para uma nova etapa na luta global pela justiça climática. Além da Rebelião contra a Extinção e do By2020 We Rise Up, já ocorrem greves climáticas estudantis em mais de uma dezena de países: Bélgica, Escócia, Inglaterra, Suécia, Suíça, Alemanha, Nova Zelândia, Austrália, Itália, Canadá. Portugal anunciou a sua, a 15 de Março, em conjunto com vários outros países. 
As alterações climáticas são a maior crise alguma vez enfrentada pela civilização humana, com risco previsto de, mesmo em cenários conservadores, serem destruídas muitas das bases materiais que permitiram o surgimento da civilização (estabilidade das estações, da disponibilidade de recursos e previsibilidade de futuro), e a própria dimensão das populações humanas (dependentes da produção agrícola e da produtividade marinha que estão em mutação pela modificação dos regimes hídricos, climáticos e pela profunda alteração de temperatura e pH dos oceanos).
In https://www.publico.pt/2019/02/12/ciencia/opiniao/greve-clima-onda-justica-climatica-invade-escolas-1861507

Inspirados pela jovem Greta, estudantes portugueses vão faltar às aulas em nome do clima no dia 15 de Março.

Por cá, vamos ouvir com atenção e lidar com 2 clássicos do activismo ambiental e debater prioridades e formas globais de proteger o Ambiente: o mítico documentário Cowspiracy (2014) e uma ultra afamada  TED Talk de Allan Savory de 2013.

Será um Trabalho de Pesquisa maneiro.



trabalho de pesquisa no 8B


Criar kahoots no 8ºB com o tema «Diversidade Cultural»


a) Tarefa 1: Criar no Kahoot 20 questões com imagens sobre o tema «Culturas e civilizações no mundo atual».

b) Tarefa 2: Apresentar publicamente o jogo criado jogando-o em 14 de Março 2019

C) Procedimento: levam telemóveis e tentam ganhar. Teremos prémios em chocolates.

rios principais e bacias hidrográficas



Bacia hidrográfica: Superfície de escoamento de um rio central e seus afluentes.

os limites das Regiões Hidrográficas portuguesesas e confusão com Espanha



Decreto-Lei n.º 112/2002:   O território nacional está subdividido em 10 regiões hidrográficas, 8 em Portugal Continental e 2 correspondentes às Regiões Autónomas.

Espanha complicada e sem acordo:  O limite entre Portugal e Espanha, no troço desde a foz do rio Caia à foz do rio Cuncos não é reconhecido pelo Estado português (territórios respeitantes à região de Olivença).

AS 10 REGIÕES HIDROGRÁFICAS: 
- RH 1 Minho e Lima
- RH 2 Cavado, Ave e Leça
- RH 3 Douro
- RH 4 Vouga, Mondego e Lis
- RH 5 Tejo e ribeiras do Oeste
- RH 6 Sado e Mira
- RH 7 Guadiana
- RH 8 Ribeiras do Algarve
- RH 9 Arquipélago dos Açores
- RH 10 Arquipélago da Madeira

- (RH1) Minho e Lima  Correspondente ao âmbito geográfico dos Planos de Bacia Hidrográfica (PBH) do Minho e Lima, integra as bacias hidrográficas do Minho e Lima (no prolongamento da Região Hidrográfica Norte I, de Espanha) e as ribeiras de costa, incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH2) Cavado, Ave e Leça  Correspondente ao âmbito geográfico dos PBH do Cávado, Ave e Leça, integra as bacias hidrográficas dos rios Cávado, Ave e Leça e as bacias hidrográficas das ribeiras de costa, incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH3) Douro  Correspondente ao âmbito geográfico do PBH do Douro, integra a bacia hidrográfica do rio Douro (no prolongamento da Região Hidrográfica Duero, de Espanha), e as bacias hidrográficas das ribeiras de costa incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH4) Vouga, Mondego e Lis  Correspondente ao âmbito geográfico dos PBH do Vouga, Mondego e Lis, integra as bacias hidrográficas dos rios Vouga, Mondego e Lis e as bacias hidrográficas das ribeiras de costa, incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH5) Tejo e ribeiras do Oeste Correspondente ao âmbito geográfico dos PBH do Tejo (no prolongamento da Região Hidrográfica Tajo, de Espanha), e das ribeiras do Oeste, integra a bacia hidrográfica do rio Tejo e as bacias hidrográficas das ribeiras de costa incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH6) Sado e Mira Correspondente ao âmbito geográfico dos PBH do Sado e Mira, integra as bacias hidrográficas dos rios Sado e Mira e as bacias hidrográficas das ribeiras de costa, incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH7) Guadiana Correspondente ao âmbito geográfico do PBH do Guadiana, integra a bacia hidrográfica do Guadiana (no prolongamento da Região Hidrográfica Guadiana I e confinante com a Região Hidrográfica Guadiana II, de Espanha), incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH8) Ribeiras do Algarve Correspondente ao âmbito geográfico do PBH das Ribeiras do Algarve, integra as bacias hidrográficas dos rios e das ribeiras entre o estuário do rio Guadiana e a foz da ribeira de Seixe, incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras adjacentes;

- (RH9) Açores Integra todas as bacias hidrográficas de todas as ilhas do arquipélago, incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras;

- (RH10) Madeira Integra todas as bacias hidrográficas de todas as ilhas do arquipélago, incluindo as respectivas águas subterrâneas e águas costeiras


11B GGF - intercalares do 2º período - 2019

10B GGF - intercalares do 2º período - 2019

8B GGF - intercalares do 2º período - 2019



Actualização. Por lapso usara imagem de excel anterior à reunião de CT onde foram atualizados os níveis atribuídos. Fica, agora, reposta as classificações vigentes em Pauta.

para estudar o sistema solar e toda a nossa galáxia




Ver em tela gigante www.solarsystemscope.com


PARA ESTUDAR O SISTEMA SOLAR

Com as características dos planetas. Órbitas e movimentos aparentes.
A VIDA NA CIDADE:
O MAL ALEATÓRIO PODE EXISTIR ?


As lojas de conveniência abertas 24/24 horas são um privilégio das sociedades de consumo e, pela madrugada, um local desprotegido para população mais vulnerável.

megacidades - a evolução das cidades com mais de 10 milhões de habitantes




Fonte: United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division: World Urbanization Prospects, the 2009 Revision. New York 2010. In www.unpopulation.org


arraiolos amarcord




Escola Cunha Rivara


A NOSSA ESCOLA E A PAISAGEM GEOGRÁFICA ENVOLVENTE

Setembro de 2013. Quando cheguei a Arraiolos comecei pelas janelas. No sétimo ano a introdução à disciplina fez-se ligeira e com um pequeno must a puxar para os diários gráficos da disciplina de Educação Visual: o esboço geográfico e os elementos geográficos.

Depois foram as «diversas formas de representar a Terra. E, na semana seguinte , Escalas e Cálculo de escalas.

VISITA DE ESTUDO DO 8B A LX



a) Tarefa 1: levantamento funcional simplificado de um troço de uma rua pombalina à escolha (por onde passarem e supondo que estarão na baixa).

b) Tarefa 2: perfil topográfico do itinerário na Baixa ou de toda a viagem a começar nos portões da nossa escola (segmento sul da bacia hidrográfica do Tejo)

C) Procedimento: levam telemóveis com sessão inicida na sua conta do Google e fotografam frentes de prédios.

FICHA FORMATIVA COM CONSULTA NO 11B




PARA A AULA DE REVISÕES E CONSOLIDAÇÃO DE CLASSIFICAÇÕES INDIVIDUAIS

Esta ficha será feita com consulta. No final recolho e levo para classificar o item «Atitude» e «Trabalho em sala de aula». Erros agora não contam, na aula seguinte temos «Prova Escrita» à séria.

Como citar textos e fazer referências bibliográficas - A norma APA Citation Style para escolas básicas e secundárias

Cliquem aqui para baixar documento scribd.com/Regras-bibliograficas-Norma-APA-Style-no-ensino-secundario



Como fazer referências bibliográficas e citar textos
- A norma APA Citation Style

1. Como identificar os livros, filmes, internet e mapas usados num trabalho escolar? - A bibliografia.
2. Como identificar os textos copiados dos livros consultados? - As citações.

A norma APA citation style é o padrão mais comum usado pela comunidade internacional das ciências e ciências sociais. Este breve guia usa os dados da 6ª edição do Manual of the American Psychological Association publicado em 2008.
As regras aqui usadas não seguem a Norma Portuguesa NP 405-1 (1994), a qual define as regras bibliográficas para Portugal (mas que tem custos elevados e acesso muito limitado…).



1. COMO ESCREVER A BIBLIOGRAFIA:

AUTOR – DATA - TÍTULO DO LIVRO - TÍTULO DO ARTIGO - TÍTULO DO JORNAL – VOLUME – PÁGINAS – LOCALIDADE – EDITORA - DIVERSOS.
Nota: devemos seguir esta ordem, contudo, consoante as pesquisas feitas, simplifica-se consoante os casos seguintes:


LIVROS CONSULTADOS:
Autor. (Ano). Título do livro. Localidade: Editora.


COELHO, J. P. (1969-1971). Dicionário de literatura: literatura portuguesa. Vol. 2. Porto: Figueirinhas.

LIVROS DE INSTITUIÇÕES:
Instituição. (Ano). Título do livro. Localidade: Editora.

Nota: Associações, empresas, instituições, organismos do estado e organizações são considerados autores quando não existe um autor individual.

American Psychological Association. (1972). Ethical standards of psychologists. Washington, DC: APA.


CAPÍTULOS DE LIVROS:
Autor. (Ano). Título do capítulo do livro. In Autor (Ed.), Título do livro (pp.– pp.).

Shun, I. (1998). The invention of the martial a
rts: Kanao Jigorao and Kaodaokan judo. In S. Vlastos (Ed.), Mirror of modernity: Invented traditions of modern Japan (pp. 163-173).