TEMA REDE URBANA
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 ÉPOCA ESPECIAL



[EXAME 2014, ÉPOCA ESPECIAL]
[ GRUPO VI ]



Na Figura 6, estão representados os lugares com dois mil ou mais habitantes que constituíam a rede urbana da região do Algarve, em 2011.






1. Identifique duas características da rede urbana da região do Algarve, observáveis na Figura 6.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


2. Apresente dois fatores naturais que contribuíram para o padrão de localização dos lugares com dois mil ou mais habitantes na região do Algarve.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


3. Explique a importância das cidades de média dimensão na diminuição dos desequilíbrios da rede urbana nacional, considerando os seguintes tópicos de orientação:
• a complementaridade ao nível dos serviços; 
• o desenvolvimento da rede de transportes.
Apresente dois aspetos para cada um dos tópicos de orientação.
R.:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


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TEMA RECURSOS DO SUBSOLO
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 ÉPOCA ESPECIAL



[EXAME 2014, ÉPOCA ESPECIAL]
[ GRUPO V ]


A Figura 5 representa a atual rede de transporte de gás natural em Portugal continental.






1. Apresente duas características da rede de gasodutos, observáveis na Figura 5.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


2. Refira duas razões que justificam o facto de Portugal recorrer à importação de gás natural por via marítima.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _



3. Explique a opção, no âmbito da política energética nacional, pela diversificação das fontes primárias de energia, considerando os seguintes tópicos de orientação:
• as vantagens económicas; 
• os impactes ambientais.
Apresente dois aspetos para cada um dos tópicos de orientação.
R.:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


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TEMA PORTUGAL NA UNIÃO EUROPEIA
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 ÉPOCA ESPECIAL



[EXAME 2014, ÉPOCA ESPECIAL]
[ GRUPO IV ]


A Figura 4 representa os países da União Europeia (UE), diferenciados em função da sua integração na Zona Euro.






1. De acordo com a Figura 4, alguns dos países da UE que não integram a Zona Euro são
(A) a Lituânia, a Bulgária, a Hungria e o Chipre. 
(B) a Eslováquia, a Eslovénia, a Hungria e o Chipre. 
(C) a República Checa, a Roménia, a Eslováquia e a Eslovénia. 
(D) a República Checa, a Roménia, a Lituânia e a Bulgária.


2. A introdução da moeda única na UE teve como principais objetivos
(A) a estabilização dos preços ao consumidor e a institucionalização de uma identidade europeia. 
(B) a facilitação das trocas comerciais e a garantia do crescimento económico dos Estados-membros. 
(C) a livre circulação de bens e serviços e a afirmação da economia europeia no contexto mundial. 
(D) a eliminação das operações de câmbio e a abolição de fronteiras entre os países aderentes.


3. O combate às disparidades económicas e sociais nos países da UE foi assumido, pela primeira vez, no
(A) Tratado de Maastricht, em 1992. 
(B) Tratado de Maastricht, em 1957. 
(C) Tratado de Roma, em 1957. 
(D) Tratado de Roma, em 1992.


4. Com os alargamentos da atual UE ocorridos em 1973, em 1986 e em 2004, entraram países como
(A) a Espanha, o Reino Unido e a Croácia. 
(B) a Irlanda, Portugal e o Chipre. 
(C) a Finlândia, a Grécia e a Hungria. 
(D) a Dinamarca, a França e a Bulgária.


5. A adesão dos Países da Europa Central e Oriental (PECO) à UE depende do cumprimento de um conjunto de critérios, dos quais se destacam
(A) a adoção de uma segunda língua oficial e a proteção das minorias. 
(B) a adoção de uma segunda língua oficial e a integração no espaço Schengen. 
(C) o respeito pelos direitos humanos e a proteção das minorias. 
(D) o respeito pelos direitos humanos e a integração no espaço Schengen.


6. A Rede Natura 2000 é um instrumento criado pela UE, que tem como principal objetivo
(A) atribuir financiamentos aos projetos europeus, no âmbito da conservação da biodiversidade, em zonas húmidas. 
(B) requalificar as frentes ribeirinhas, com vista à conservação da natureza para as futuras gerações. 
(C) definir as áreas de conservação de espécies e de habitats naturais, por proposta dos Estados‑membros. 
(D) criar uma estrutura organizativa de âmbito nacional, orientada para a conservação dos habitats naturais.


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TEMA ÁREAS RURAIS
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 ÉPOCA ESPECIAL



[EXAME 2014, ÉPOCA ESPECIAL]
[ GRUPO III ]


A Figura 3 representa a distribuição espacial da cultura da vinha, por regiões agrárias, em Portugal, em 2009.






1. De acordo com a Figura 3, em Portugal, a cultura da vinha para a produção de vinhos sem classificação DOP ocupa uma superfície maior nas regiões agrárias
(A) de Trás-os-Montes e da Beira Litoral. 
(B) de Trás-os-Montes e do Ribatejo e Oeste. 
(C) do Ribatejo e Oeste e do Alentejo. 
(D) do Alentejo e da Beira Litoral.


2. Os vinhos com origem nas vinhas DOP, identificadas na Figura 3, são classificados como um produto DOP se, para além das características naturais e humanas do meio geográfico,
(A) a produção, a transformação e a elaboração do vinho ocorrerem em áreas geograficamente delimitadas. 
(B) a produção, a transformação ou a comercialização do vinho ocorrerem em áreas geograficamente delimitadas. 
(C) a mão de obra, as tecnologias e a comercialização forem exclusivas de áreas geograficamente demarcadas. 
(D) a mão de obra, as tecnologias ou a elaboração forem exclusivas de áreas geograficamente demarcadas.


3. A concentração de vinha para uva de mesa na região do Ribatejo e Oeste, observada na Figura 3, deve‑se, entre outros fatores,
(A) à presença de humidade e de solos xistosos, que se adequam às castas selecionadas. 
(B) à produção frutícola da região, que se especializou na conservação e no transporte de produtos frescos. 
(C) à proximidade do mercado de Lisboa, que é essencial para o escoamento dos produtos não perecíveis. 
(D) à abundância de mão de obra jovem, que se especializou nas técnicas de produção de primores.


4. O Alentejo é uma das regiões agrárias que, nos últimos dez anos, aumentaram a sua superfície vitivinícola, o que se deve, sobretudo,
(A) à utilização de castas selecionadas e à adoção de sistemas de cultura intensivos em mão de obra. 
(B) à tradição da região na cultura vitivinícola e às características acidentadas do relevo. 
(C) à recuperação das vinhas antigas e à estrutura fragmentada das explorações. 
(D) à plantação de vinhas novas e à irrigação com recurso à albufeira do Alqueva.


5. A região do Alto Douro Vinhateiro e a Paisagem da Cultura da Vinha do Pico, ambas reconhecidas como património mundial, justificam o investimento em modalidades de turismo em espaço rural, como
(A) o turismo de aventura. 
(B) o turismo termal. 
(C) o enoturismo. 
(D) o turismo balnear.


6. A situação do sector agrícola da Comunidade Económica Europeia, nos anos 50 e 60 do século XX, levou, em 1962, à criação da PAC, cujos objetivos eram, entre outros,
(A) garantir a segurança dos abastecimentos e assegurar preços razoáveis aos consumidores. 
(B) salvaguardar a qualidade dos produtos alimentares e garantir a permanência dos agricultores nas áreas rurais. 
(C) aumentar o rendimento dos agricultores e reduzir a quantidade de excedentes de alguns produtos grícolas. 
(D) promover o set-aside e fazer cumprir as normas de segurança relativas aos alimentos.


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TEMA RECURSOS RADIAÇÃO SOLAR E RECURSOS HÍDRICOS
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 ÉPOCA ESPECIAL



[EXAME 2014, ÉPOCA ESPECIAL]
[ GRUPO II ]


A Figura 2 representa a distribuição espacial da precipitação total, em Portugal continental, registada em abril de 2012.






1. De acordo com a Figura 2, os valores de precipitação superiores a 100 mm registaram-se na área localizada, aproximadamente,
(A) entre os 40° N e os 42° N e entre os 7° E e os 9° E. 
(B) entre os 40° N e os 42° N e entre os 8° W e os 9° 30’ W. 
(C) entre os 39° 30’ N e os 42° N e entre os 8° E e os 9° 30’ E. 
(D) entre os 39° 30’ N e os 42° N e entre os 7° W e os 9° W.


2. De acordo com a Figura 2, as serras de Portugal continental onde se registaram os valores mais elevados de precipitação foram as
(A) do Gerês, dos Candeeiros e de S. Mamede. 
(B) do Gerês, da Arada e da Estrela. 
(C) do Caldeirão, de S. Mamede e da Estrela. 
(D) do Caldeirão, da Arada e dos Candeeiros.


3. Em Portugal continental, os contrastes dos valores de precipitação verificados no inverno e no verão explicam-se
(A) pela passagem de perturbações da frente polar e pela influência do anticiclone dos Açores. 
(B) pela influência de depressões de origem térmica e pela influência do anticiclone dos Açores. 
(C) pela passagem de perturbações da frente polar e pela influência de anticiclones de origem térmica. 
(D) pela influência de depressões de origem térmica e pela influência de anticiclones de origem térmica.


4. A grande disponibilidade hídrica na região Noroeste de Portugal continental deve-se
(A) à fraca densidade do coberto vegetal e ao elevado volume de precipitação. 
(B) à elevada densidade do coberto vegetal e ao reduzido número de dias de chuva intensa. 
(C) ao elevado número de dias de chuva intensa e ao predomínio de relevo acidentado. 
(D) ao elevado volume de precipitação e ao predomínio de relevo aplanado.


5. O Baixo Alentejo e o Algarve reúnem boas condições para a produção de energia solar térmica e fotovoltaica, na medida em que registam um elevado número de dias
(A) com nebulosidade, devido à orientação das cordilheiras montanhosas. 
(B) com céu limpo, devido à influência de situações anticiclónicas, ao longo do ano. 
(C) com luminosidade, devido à proximidade do oceano Atlântico. 
(D) com céu encoberto, devido à ação de situações depressionárias, ao longo do ano.


6. Os contrastes climáticos registados em Portugal continental justificam a construção de barragens na região Sul do país, tendo como objetivo principal assegurar
(A) o armazenamento de água potável, de modo a criar uma reserva hídrica para as gerações futuras. 
(B) a produção de energia hidroelétrica, de modo a garantir o consumo interno de energia. 
(C) o caudal ecológico, de modo a permitir a conservação dos ecossistemas fluviais e lagunares. 
(D) a rega nas explorações agrícolas, de modo a colmatar os défices hídricos intra-anuais e interanuais.


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TEMA POPULAÇÃO PORTUGUESA
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 ÉPOCA ESPECIAL



[EXAME 2014, ÉPOCA ESPECIAL]
[ GRUPO I ]


A Figura 1 representa a evolução da taxa bruta de mortalidade, em Portugal, no período de 2007 a 2012.






1. A evolução da taxa bruta de mortalidade em Portugal, representada na Figura 1, deve-se, sobretudo,
(A) ao desenvolvimento das doenças neurológicas. 
(B) ao aumento do envelhecimento da população. 
(C) à melhoria da assistência médica e social. 
(D) à redução da população jovem e adulta.


2. De acordo com os dados da Figura 1, a diferença da taxa bruta de mortalidade em Portugal, entre 2007 e 2012, foi
(A) 0,4 ‰. 
(B) 0,5 ‰. 
(C) 0,9 ‰. 
(D) 20 ‰.


3. A taxa bruta de mortalidade corresponde ao número de
(A) óbitos observado durante um determinado período de tempo, referido ao número de nados-vivos desse período. 
(B) nados-mortos observado durante um determinado período de tempo, referido à população média desse período. 
(C) óbitos observado durante um determinado período de tempo, referido à população média desse período. 
(D) nados-mortos observado durante um determinado período de tempo, referido ao número de nados-vivos desse período.


4. Os valores da taxa bruta de mortalidade são frequentemente mais elevados em NUTS III do interior de Portugal continental, como
(A) a da Beira Interior Norte e a do Baixo Vouga. 
(B) a do Tâmega e a do Pinhal Interior Norte. 
(C) a do Baixo Mondego e a da Beira Interior Sul. 
(D) a do Pinhal Interior Sul e a do Baixo Alentejo.


5. Os valores do crescimento natural registados na generalidade das NUTS III do interior de Portugal continental são indicativos da necessidade de se adotarem políticas de desenvolvimento regional que
(A) dinamizem o comércio tradicional e promovam o abandono da agricultura. 
(B) aumentem o crescimento migratório negativo e incentivem a indústria. 
(C) favoreçam a criação de emprego e atraiam população mais jovem. 
(D) melhorem a acessibilidade ao litoral e desvalorizem o modo de vida rural.


6. O rejuvenescimento da população portuguesa é importante, porque contribui para
(A) diminuir o número de óbitos e dinamizar a competitividade das empresas. 
(B) diminuir a mortalidade infantil e fomentar a atividade económica. 
(C) aumentar o índice de envelhecimento e promover a inovação e o desenvolvimento. 
(D) aumentar a população ativa e assegurar a sustentabilidade da segurança social.


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CORRECÇÃO DO TEMA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 FASE 2



[EXAME 2014, FASE 2]
[ GRUPO VI ]


A Figura 6 representa os corredores multimodais de Portugal continental e as principais infraestruturas portuárias e aeroportuárias.

A Companhia das Lezírias está ocupada por culturas permanentes, como a vinha e o olival, e por
culturas temporárias, como o arroz, em modo de produção integrada, e as forragens em produção
biológica. Tem, ainda, um património florestal de montado de sobro e povoamento de pinheiro e de
eucalipto com impacte na conservação de habitats.

Fonte: Relatório Sustentabilidade 2010, Companhia das Lezírias, S.A. (adaptado)
in www.cl.pt/Relatorio_Sustentabilidade_2010.pdf (consultado em novembro de 2013)






1. Identifique duas vantagens dos corredores multimodais representados na Figura 6.




2. Indique dois fatores que justificam a ausência de aeroportos de projeção internacional no interior de Portugal continental, como se observa na Figura 6.




3. Explique a importância, para o desenvolvimento económico de Portugal, da integração da rede nacional de transportes na rede transeuropeia de transportes, considerando os seguintes tópicos de orientação:
• a acessibilidade às diferentes regiões da Europa; 
• a centralidade atlântica do país.
Apresente dois aspetos para cada um dos tópicos de orientação














CORRECÇÃO DO TEMA POPULAÇÃO PORTUGUESA
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 FASE 2



[EXAME 2014, FASE 2]
[ GRUPO V ]


A Figura 5 representa a evolução de algumas características das famílias portuguesas, de 1970 a 2011.






1. Refira, de acordo com a informação da Figura 5, duas alterações registadas na estrutura das famílias portuguesas.





2. Apresente duas razões sociais que explicam a mudança no número médio de pessoas por família, verificada nos últimos 40 anos.





3. Explique a necessidade de Portugal adotar políticas socioeconómicas favoráveis ao rejuvenescimento da população, considerando os seguintes tópicos de orientação:
• o aumento do dinamismo económico;
• a sustentabilidade da segurança social.
Apresente dois aspetos para cada um dos tópicos de orientação.













CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS URBANAS
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 FASE 2



[EXAME 2014, FASE 2]
[ GRUPO IV ]


Na Figura 4, que representa a cidade de Beja, estão destacadas duas ruas de áreas residenciais distintas.






1. As áreas residenciais ilustradas pelas fotografias A e B, da Figura 4, caracterizam-se, respetivamente,
(A) pela existência de construções recentes e pela presença de grandes superfícies comerciais. 
(B) pela predominância de habitações unifamiliares e pela sinuosidade do traçado da rua. 
(C) pela iluminação adequada das ruas e pela ocupação das habitações por população idosa. 
(D) pela dificuldade na circulação automóvel e pela disponibilidade de parqueamento.


2. A renda locativa da área funcional onde se localiza a rua ilustrada na fotografia A, da Figura 4, é valorizada
(A) pela existência de parques urbanos e pelo predomínio de funções comerciais raras. 
(B) pela localização no centro histórico e pela proximidade de equipamentos sociais e culturais
(C) pela densidade da superfície construída e pelas características da população residente. 
(D) pela presença de construções em altura e pelas características arquitetónicas dos edifícios.


3. Em Portugal, de acordo com a Lei n.º 11/82, de 2 de junho, para que um aglomerado populacional possa ser elevado à categoria de cidade, é necessário que, cumulativamente, conte com mais de
(A) 8000 eleitores em aglomerado populacional contínuo e com, pelo menos, metade de um conjunto de tipos de equipamentos coletivos predefinido. 
(B) 5000 eleitores em aglomerado populacional contínuo e com tipos de equipamentos de saúde de nível hierárquico superior. 
(C) 5000 residentes em aglomerado populacional contínuo e com um património cultural e arquitetónico relevante. 
(D) 8000 residentes em aglomerado populacional contínuo e com, pelo menos, um estabelecimento de ensino superior.


4. A localização das unidades industriais na periferia dos centros urbanos explica-se, na maioria dos casos,
(A) pela proximidade de mão de obra qualificada e pelo fácil acesso à rede portuária. 
(B) pelo baixo preço do solo e pela proximidade às fontes primárias de energia. 
(C) pela disponibilidade de espaço urbanizável e pela melhor acessibilidade. 
(D) pelo fácil acesso a serviços de apoio à produção e pela menor exigência ambiental.


5. A expansão excessiva das áreas urbanas origina problemas sociais como, por exemplo,
(A) a maior dependência alimentar e o aumento da segurança nas ruas durante o dia. 
(B) a maior disponibilidade de emprego desqualificado e o excesso de poluição sonora. 
(C) a diminuição do tempo disponível para a família e o aumento da segregação social. 
(D) a diminuição da eficácia dos transportes públicos e o excesso de equipamentos sociais.


6. Nas grandes cidades, a concentração de população e de atividades, a partir de determinado limite, origina
(A) economias de aglomeração, porque diminui a qualidade dos serviços disponibilizados à população da área urbana. 
(B) deseconomias de aglomeração, porque a especulação imobiliária provoca a diminuição do preço dos solos e da construção. 
(C) economias de aglomeração, porque os custos das infraestruturas e dos equipamentos aumentam na razão direta do aumento da população. 
(D) deseconomias de aglomeração, porque as infraestruturas e os equipamentos deixam de dar resposta às necessidades dos utentes.












CORRECÇÃO DO TEMA ÁREAS RURAIS
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 FASE 2





[EXAME 2014, FASE 2]
[ GRUPO III ]


A Figura 3 representa a comparação entre o grau de autossuficiência de Portugal relativamente a alguns produtos agropecuários, em 2010, e a média desse grau de autossuficiência, no período 2006-2010.






1. Em Portugal, os produtos hortícolas e os frutos tropicais têm grande importância relativa, respetivamente, em regiões agrárias como
(A) a do Algarve e a da Beira Interior. 
(B) a do Ribatejo e Oeste e a da Madeira. 
(C) a de Entre Douro e Minho e a do Alentejo. 
(D) a dos Açores e a de Trás-os-Montes.


2. De acordo com a Figura 3, os produtos agropecuários que, em 2010, apresentam um grau de
autossuficiência superior à média dos valores registados no período 2006-2010 são
(A) os cereais, as batatas, as oleaginosas e os ovos. 
(B) os cereais, as batatas, o vinho e as oleaginosas. 
(C) os frutos frescos, o azeite, os frutos tropicais e o vinho. 
(D) os frutos frescos, os frutos tropicais, o azeite e os ovos.


3. Os condicionalismos que comprometem a autossuficiência de Portugal em alguns dos produtos agropecuários são, entre outros,
(A) a fraca mecanização e as restrições à importação de produtos alimentares. 
(B) a fraca procura do mercado interno e o abandono da atividade agrícola. 
(C) a falta de qualidade dos produtos nacionais e o clima desfavorável. 
(D) a estrutura agrária fragmentada e a fraca qualidade dos solos.


4. O aumento recente da produção do azeite e do vinho em Portugal deve-se, entre outros fatores,
(A) ao aumento da superfície de produção e à generalização do modo de produção biológico. 
(B) ao conhecimento técnico aplicado ao sistema produtivo e às boas práticas de gestão agrícola. 
(C) às estratégias de marketing e ao incentivo à divisão da propriedade agrícola. 
(D) às novas espécies introduzidas e ao predomínio do sistema de cultura extensivo.


5. Duas das medidas agroambientais promovidas pela reforma da PAC de 2003 que contribuíram para o desenvolvimento rural no interior do país foram
(A) a defesa dos produtos tradicionais nacionais e a certificação da qualidade dos produtos. 
(B) o controlo das pragas através de pesticidas e o apoio à indústria agroalimentar. 
(C) a ajuda à comercialização dos produtos biológicos e o apoio aos grandes sistemas de irrigação. 
(D) o apoio técnico à produção integrada e a ajuda direta ao turismo patrimonial.


6. Em Portugal, a floresta apresenta uma importância estratégica no desenvolvimento do espaço rural, na medida em que permite
(A) estimular a construção de aldeamentos de elevada densidade, através do desenvolvimento da atividade turística. 
(B) assegurar práticas de agricultura intensiva, através da estabilização das vertentes. 
(C) dinamizar atividades económicas diversificadas, através do fornecimento de matérias-primas. 
(D) diminuir a vulnerabilidade aos riscos de incêndio, através da valorização das monoculturas de espécies resinosas.











CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS RADIAÇÃO SOLAR
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 FASE 2



[EXAME 2014, FASE 2]
[ GRUPO II ]


A Figura 2 representa a energia elétrica consumida em Portugal continental, por fontes e processos de
produção de energia, no período de agosto de 2012 a julho de 2013.







1. De acordo com a Figura 2, mais de 50% da eletricidade consumida, em Portugal continental, teve origem em fontes de energia
(A) renováveis, como, por exemplo, a eólica e o gás natural. 
(B) renováveis, como, por exemplo, a eólica e a hídrica. 
(C) não renováveis, como, por exemplo, o carvão e o gás natural. 
(D) não renováveis, como, por exemplo, o carvão e a hídrica.


2. O consumo de eletricidade de origem hídrica nos meses de agosto e de setembro, observado na Figura 2, deve-se, entre outros fatores,
(A) aos elevados níveis de armazenamento de água nas albufeiras, devido ao perfil transversal dos rios. 
(B) à fraca variação anual da precipitação, que assegura uma produção constante de energia. 
(C) aos baixos níveis de armazenamento de água nas albufeiras, por ação do anticiclone dos Açores. 
(D) à acentuada evaporação, que reduz de forma muito significativa os níveis freáticos.


3. «O padrão de consumo de eletricidade com origem em fontes renováveis é idêntico na Região Autónoma da Madeira (RAM) e na Região Autónoma dos Açores (RAA).» Esta afirmação é
(A) falsa, porque a maior percentagem de eletricidade com origem em fontes renováveis consumida na RAM é de origem hídrica, enquanto na RAA é de origem geotérmica. 
(B) falsa, porque a maior percentagem de eletricidade consumida na RAM é de origem eólica, enquanto na RAA é de origem solar. 
(C) verdadeira, porque a maior percentagem de eletricidade consumida quer na RAM quer na RAA é de origem fóssil. 
(D) verdadeira, porque a maior percentagem de eletricidade com origem em fontes renováveis consumida quer na RAM quer na RAA é de origem eólica.


4. Portugal reúne condições naturais favoráveis à produção de energia eólica ao longo do ano, devido
(A) à regularidade dos ventos de leste e ao relevo acidentado. 
(B) à proximidade do oceano e ao relevo acidentado. 
(C) à proximidade do oceano e à ação dos anticiclones. 
(D) à regularidade dos ventos de leste e à ação dos anticiclones.


5. O Plano Energético Nacional visa a eficiência energética, o que implica a adoção de medidas que promovam
(A) a diversificação dos produtos derivados do petróleo. 
(B) a circulação de veículos ligeiros particulares movidos a gasóleo. 
(C) a redução do consumo de eletricidade durante a noite. 
(D) a alteração dos hábitos e dos comportamentos dos consumidores.


6. O aproveitamento dos recursos naturais de Portugal para a produção de energia elétrica é importante, porque contribui
(A) para melhorar a balança comercial do país e para garantir a sustentabilidade energética. 
(B) para diminuir a dependência energética do país e para aumentar os custos da produção agrícola. 
(C) para aumentar a exportação de eletricidade e para atrair indústrias intensivas em mão de obra. 
(D) para dinamizar a utilização de veículos elétricos e para aumentar a pegada ecológica.











CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS RADIAÇÃO SOLAR E RECURSOS HÍDRICOS
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 FASE 2



[EXAME 2014, FASE 2]
[ GRUPO I ]


A Figura 1 corresponde à carta sinóptica do dia 3 de janeiro de 2014.






1. A depressão barométrica identificada na Figura 1 está centrada na proximidade
(A) da Noruega. 
(B) da Islândia. 
(C) das Ilhas Britânicas. 
(D) das ilhas açoreanas.


2. As isolinhas traçadas na carta sinóptica da Figura 1 denominam-se
(A) isotérmicas. 
(B) isóbaras.  
(C) isoietas. 
(D) isótimas.


3. O estado do tempo que se fez sentir na Região Autónoma da Madeira, de acordo com a Figura 1, caracterizou-se por
(A) estabilidade, com a ocorrência de céu limpo e a ausência de vento.  
(B) instabilidade, com a ocorrência de vento fraco e de chuva contínua.  
(C) estabilidade, com a ocorrência de forte nebulosidade e de vento moderado. 
(D) instabilidade, com a ocorrência de vento forte e de precipitação abundante.


4. Numa depressão barométrica, como a identificada na Figura 1, a circulação do ar à superfície é
(A) ascendente e divergente. 
(B) convergente e descendente. 
(C) convergente e ascendente. 
(D) descendente e divergente.


5. A diferença entre os valores da precipitação registados no noroeste e no nordeste de Portugal continental deve-se, entre outras razões, à
(A) presença de relevo montanhoso na região noroeste. 
(B) orientação discordante das montanhas localizadas a norte do rio Douro. 
(C) menor profundidade dos vales da bacia do rio Douro. 
(D) passagem frequente das perturbações da frente polar, na região nordeste.


6. As medidas destinadas a minimizar os impactes negativos da ocorrência de precipitação intensa são, entre outras,
(A) a construção de diques e a impermeabilização das encostas. 
(B) a florestação das cumeadas e a proibição de construção nos interflúvios. 
(C) a construção de terraços nas vertentes e o estreitamento dos leitos normais dos rios. 
(D) a florestação de vertentes e a interdição da construção nos leitos de cheia.











TEMA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 FASE 2



[EXAME 2014, FASE 2]
[ GRUPO VI ]


A Figura 6 representa os corredores multimodais de Portugal continental e as principais infraestruturas portuárias e aeroportuárias.

A Companhia das Lezírias está ocupada por culturas permanentes, como a vinha e o olival, e por
culturas temporárias, como o arroz, em modo de produção integrada, e as forragens em produção
biológica. Tem, ainda, um património florestal de montado de sobro e povoamento de pinheiro e de
eucalipto com impacte na conservação de habitats.

Fonte: Relatório Sustentabilidade 2010, Companhia das Lezírias, S.A. (adaptado)
in www.cl.pt/Relatorio_Sustentabilidade_2010.pdf (consultado em novembro de 2013)






1. Identifique duas vantagens dos corredores multimodais representados na Figura 6.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


2. Indique dois fatores que justificam a ausência de aeroportos de projeção internacional no interior de Portugal continental, como se observa na Figura 6.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


3. Explique a importância, para o desenvolvimento económico de Portugal, da integração da rede nacional de transportes na rede transeuropeia de transportes, considerando os seguintes tópicos de orientação:
• a acessibilidade às diferentes regiões da Europa; 
• a centralidade atlântica do país.
Apresente dois aspetos para cada um dos tópicos de orientação
R.:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


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TEMA POPULAÇÃO PORTUGUESA
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 FASE 2



[EXAME 2014, FASE 2]
[ GRUPO V ]


A Figura 5 representa a evolução de algumas características das famílias portuguesas, de 1970 a 2011.






1. Refira, de acordo com a informação da Figura 5, duas alterações registadas na estrutura das famílias portuguesas.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _



2. Apresente duas razões sociais que explicam a mudança no número médio de pessoas por família, verificada nos últimos 40 anos.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _



3. Explique a necessidade de Portugal adotar políticas socioeconómicas favoráveis ao rejuvenescimento da população, considerando os seguintes tópicos de orientação:
• o aumento do dinamismo económico;
• a sustentabilidade da segurança social.
Apresente dois aspetos para cada um dos tópicos de orientação.
R.:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


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TEMA ÁREAS URBANAS
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 FASE 2



[EXAME 2014, FASE 2]
[ GRUPO IV ]


Na Figura 4, que representa a cidade de Beja, estão destacadas duas ruas de áreas residenciais distintas.






1. As áreas residenciais ilustradas pelas fotografias A e B, da Figura 4, caracterizam-se, respetivamente,
(A) pela existência de construções recentes e pela presença de grandes superfícies comerciais. 
(B) pela predominância de habitações unifamiliares e pela sinuosidade do traçado da rua. 
(C) pela iluminação adequada das ruas e pela ocupação das habitações por população idosa. 
(D) pela dificuldade na circulação automóvel e pela disponibilidade de parqueamento.


2. A renda locativa da área funcional onde se localiza a rua ilustrada na fotografia A, da Figura 4, é valorizada
(A) pela existência de parques urbanos e pelo predomínio de funções comerciais raras. 
(B) pela localização no centro histórico e pela proximidade de equipamentos sociais e culturais. 
(C) pela densidade da superfície construída e pelas características da população residente. 
(D) pela presença de construções em altura e pelas características arquitetónicas dos edifícios.


3. Em Portugal, de acordo com a Lei n.º 11/82, de 2 de junho, para que um aglomerado populacional possa ser elevado à categoria de cidade, é necessário que, cumulativamente, conte com mais de
(A) 8000 eleitores em aglomerado populacional contínuo e com, pelo menos, metade de um conjunto de tipos de equipamentos coletivos predefinido. 
(B) 5000 eleitores em aglomerado populacional contínuo e com tipos de equipamentos de saúde de nível hierárquico superior. 
(C) 5000 residentes em aglomerado populacional contínuo e com um património cultural e arquitetónico relevante. 
(D) 8000 residentes em aglomerado populacional contínuo e com, pelo menos, um estabelecimento de ensino superior.


4. A localização das unidades industriais na periferia dos centros urbanos explica-se, na maioria dos casos,
(A) pela proximidade de mão de obra qualificada e pelo fácil acesso à rede portuária. 
(B) pelo baixo preço do solo e pela proximidade às fontes primárias de energia. 
(C) pela disponibilidade de espaço urbanizável e pela melhor acessibilidade. 
(D) pelo fácil acesso a serviços de apoio à produção e pela menor exigência ambiental.


5. A expansão excessiva das áreas urbanas origina problemas sociais como, por exemplo,
(A) a maior dependência alimentar e o aumento da segurança nas ruas durante o dia. 
(B) a maior disponibilidade de emprego desqualificado e o excesso de poluição sonora. 
(C) a diminuição do tempo disponível para a família e o aumento da segregação social. 
(D) a diminuição da eficácia dos transportes públicos e o excesso de equipamentos sociais.


6. Nas grandes cidades, a concentração de população e de atividades, a partir de determinado limite, origina
(A) economias de aglomeração, porque diminui a qualidade dos serviços disponibilizados à população da área urbana. 
(B) deseconomias de aglomeração, porque a especulação imobiliária provoca a diminuição do preço dos solos e da construção. 
(C) economias de aglomeração, porque os custos das infraestruturas e dos equipamentos aumentam na razão direta do aumento da população. 
(D) deseconomias de aglomeração, porque as infraestruturas e os equipamentos deixam de dar resposta às necessidades dos utentes.


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TEMA ÁREAS RURAIS
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 FASE 2



[EXAME 2014, FASE 2]
[ GRUPO III ]


A Figura 3 representa a comparação entre o grau de autossuficiência de Portugal relativamente a alguns produtos agropecuários, em 2010, e a média desse grau de autossuficiência, no período 2006-2010.






1. Em Portugal, os produtos hortícolas e os frutos tropicais têm grande importância relativa, respetivamente, em regiões agrárias como
(A) a do Algarve e a da Beira Interior. 
(B) a do Ribatejo e Oeste e a da Madeira. 
(C) a de Entre Douro e Minho e a do Alentejo. 
(D) a dos Açores e a de Trás-os-Montes.


2. De acordo com a Figura 3, os produtos agropecuários que, em 2010, apresentam um grau de
autossuficiência superior à média dos valores registados no período 2006-2010 são
(A) os cereais, as batatas, as oleaginosas e os ovos. 
(B) os cereais, as batatas, o vinho e as oleaginosas. 
(C) os frutos frescos, o azeite, os frutos tropicais e o vinho. 
(D) os frutos frescos, os frutos tropicais, o azeite e os ovos.


3. Os condicionalismos que comprometem a autossuficiência de Portugal em alguns dos produtos agropecuários são, entre outros,
(A) a fraca mecanização e as restrições à importação de produtos alimentares. 
(B) a fraca procura do mercado interno e o abandono da atividade agrícola. 
(C) a falta de qualidade dos produtos nacionais e o clima desfavorável. 
(D) a estrutura agrária fragmentada e a fraca qualidade dos solos.


4. O aumento recente da produção do azeite e do vinho em Portugal deve-se, entre outros fatores,
(A) ao aumento da superfície de produção e à generalização do modo de produção biológico. 
(B) ao conhecimento técnico aplicado ao sistema produtivo e às boas práticas de gestão agrícola. 
(C) às estratégias de marketing e ao incentivo à divisão da propriedade agrícola. 
(D) às novas espécies introduzidas e ao predomínio do sistema de cultura extensivo.


5. Duas das medidas agroambientais promovidas pela reforma da PAC de 2003 que contribuíram para o desenvolvimento rural no interior do país foram
(A) a defesa dos produtos tradicionais nacionais e a certificação da qualidade dos produtos. 
(B) o controlo das pragas através de pesticidas e o apoio à indústria agroalimentar. 
(C) a ajuda à comercialização dos produtos biológicos e o apoio aos grandes sistemas de irrigação. 
(D) o apoio técnico à produção integrada e a ajuda direta ao turismo patrimonial.


6. Em Portugal, a floresta apresenta uma importância estratégica no desenvolvimento do espaço rural, na medida em que permite
(A) estimular a construção de aldeamentos de elevada densidade, através do desenvolvimento da atividade turística. 
(B) assegurar práticas de agricultura intensiva, através da estabilização das vertentes. 
(C) dinamizar atividades económicas diversificadas, através do fornecimento de matérias-primas. 
(D) diminuir a vulnerabilidade aos riscos de incêndio, através da valorização das monoculturas de espécies resinosas.


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TEMA RECURSOS RADIAÇÃO SOLAR
EXAME DE GEOGRAFIA - 2014 FASE 2



[EXAME 2014, FASE 2]
[ GRUPO II ]


A Figura 2 representa a energia elétrica consumida em Portugal continental, por fontes e processos de produção de energia, no período de agosto de 2012 a julho de 2013.






1. De acordo com a Figura 2, mais de 50% da eletricidade consumida, em Portugal continental, teve origem em fontes de energia
(A) renováveis, como, por exemplo, a eólica e o gás natural. 
(B) renováveis, como, por exemplo, a eólica e a hídrica. 
(C) não renováveis, como, por exemplo, o carvão e o gás natural. 
(D) não renováveis, como, por exemplo, o carvão e a hídrica.


2. O consumo de eletricidade de origem hídrica nos meses de agosto e de setembro, observado na Figura 2, deve-se, entre outros fatores,
(A) aos elevados níveis de armazenamento de água nas albufeiras, devido ao perfil transversal dos rios. 
(B) à fraca variação anual da precipitação, que assegura uma produção constante de energia. 
(C) aos baixos níveis de armazenamento de água nas albufeiras, por ação do anticiclone dos Açores. 
(D) à acentuada evaporação, que reduz de forma muito significativa os níveis freáticos.


3. «O padrão de consumo de eletricidade com origem em fontes renováveis é idêntico na Região Autónoma da Madeira (RAM) e na Região Autónoma dos Açores (RAA).» Esta afirmação é
(A) falsa, porque a maior percentagem de eletricidade com origem em fontes renováveis consumida na RAM é de origem hídrica, enquanto na RAA é de origem geotérmica. 
(B) falsa, porque a maior percentagem de eletricidade consumida na RAM é de origem eólica, enquanto na RAA é de origem solar. 
(C) verdadeira, porque a maior percentagem de eletricidade consumida quer na RAM quer na RAA é de origem fóssil. 
(D) verdadeira, porque a maior percentagem de eletricidade com origem em fontes renováveis consumida quer na RAM quer na RAA é de origem eólica.


4. Portugal reúne condições naturais favoráveis à produção de energia eólica ao longo do ano, devido
(A) à regularidade dos ventos de leste e ao relevo acidentado. 
(B) à proximidade do oceano e ao relevo acidentado. 
(C) à proximidade do oceano e à ação dos anticiclones. 
(D) à regularidade dos ventos de leste e à ação dos anticiclones.


5. O Plano Energético Nacional visa a eficiência energética, o que implica a adoção de medidas que promovam
(A) a diversificação dos produtos derivados do petróleo. 
(B) a circulação de veículos ligeiros particulares movidos a gasóleo. 
(C) a redução do consumo de eletricidade durante a noite. 
(D) a alteração dos hábitos e dos comportamentos dos consumidores.


6. O aproveitamento dos recursos naturais de Portugal para a produção de energia elétrica é importante, porque contribui
(A) para melhorar a balança comercial do país e para garantir a sustentabilidade energética. 
(B) para diminuir a dependência energética do país e para aumentar os custos da produção agrícola. 
(C) para aumentar a exportação de eletricidade e para atrair indústrias intensivas em mão de obra. 
(D) para dinamizar a utilização de veículos elétricos e para aumentar a pegada ecológica.


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