EXAMES NACIONAIS DE GEOGRAFIA-A

Prova 719 | Provas de Exame organizadas por temas de estudo

Os temas aqui organizados seguem as 6 grandes unidades temáticas do Programa Nacional de Geografia A para o ensino secundário - 10º e 11º anos.
O exercícios com as Provas do Exame Nacional de Geografia aqui propostos baseam-se nas Provas do IAVE. E as Provas de Exame encontram-se em IAVE - Arquivo de Provas e Exames 
Módulo inicialTema I - População

A posição de Portugal na Europa e no Mundo link


-A população: evolução e diferenças regionais link

-A distribuição da população link

Colecção de todas as questões de exame relativas ao tema - link





Tema II - Recursos naturais de que a população dispõe

-Subsolo link

-Radiação solar link

-Recursos Hídricos link

-Recursos Marítimos link

Colecção de todas as questões de exame relativas ao tema - link





Tema III - Os espaços organizados pela população

-Áreas rurais link

-Áreas urbanas link

-Rede urbana link

Colecção de todas as questões de exame relativas ao tema - link





Tema IV - A população: como se movimenta e como comunica

-Transportes e comunicações
link

Colecção de todas as questões de exame relativas ao tema - link





Tema V - A integração de Portugal na União Europeia

-Portugal e União Europeia link

Colecção de todas as questões de exame relativas ao tema - link






Prova 719 | Provas de Exame Nacional de Geografia
 
todas as provas
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2016
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FASE 2 - 2016 link
ÉPOCA ESPECIAL - 2016 link


2015
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ÉPOCA ESPECIAL - 2015 link


2014
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2013
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2012
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Prova 719 | Provas de Exame Nacional de Geografia Resolvidas
 
2016 - Provas resolvidas
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2015 - Provas resolvidas
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2014 - Provas resolvidas
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2013 - Provas resolvidas
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2012 - Provas resolvidas
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Detroit - a cidade que faliu em 2013













UMA CIDADE INDUSTRIAL PERIGOSA, DECADENTE E FALIDA
Detroit é considerada uma das cidades mais violentas dos EUA: teve a maior taxa de homicídios (47 homicídios a cada grupo de 100 mil habitantes) em 2006 nos EUA.
A cidade também sofre com a má distribuição de riqueza: 26,1% da sua população vive abaixo da linha de pobreza.


DETROIT FOI O MAIOR CENTRO MUNDIAL DA INDÚSTRIA AUTOMÓVEL
No Século XX tornou-se o maior centro mundial da indústria automobilística. Da década de 1950 até à actualidade, muitos habitantes (a maioria brancos) moveram-se de Detroit para fora da cidade, para subúrbios; fazendo com que a população afro-descendente da cidade subisse consideravelmente.

Na década de 1970, Detroit entrou em uma recessão económica, por causa da crescente concorrência de companhias japonesas produtoras de automóveis, fazendo com que a indústria automobilística norte-americana entrasse em dificuldades, atingindo especialmente Detroit e sua região metropolitana, por esta ser sede das principais companhias automobilísticas norte-americanas.


DETROIT É A MAIOR CIDADE DOS EUA A PEDIR FALÊNCIA
Em 18 de Julho de 2013 a cidade declarou bancarrota, tornando-se a maior cidade dos Estados Unidos a declarar bancarrota.
O valor da dívida, segundo o New York Times, não é consensual, variando as estimativas "entre os 18 mil milhões e os 20 mil milhões de dólares",


DETROIT E LISBOA
Entre 1976 e 2003 a cidade contou com uma linha de eléctricos históricos para fins turísticos; parte da frota era constituída por veículos maioritariamente oriundos de Lisboa.

o deserto a voar sobre o oceano





AREIAS ATRAVESSAM O OCEANO ATLÂNTICO

Em 2013 satélites do NOAA detectaram uma nuvem de poeira movendo-se no litoral do norte de África. Apesar de bastante comum, esta pluma especial, também chamada "Camada de Ar Subsariana", tem uma área relativamente restrita de alta concentração.

Nesta animação usa-se uma versão recentemente melhorada do modelo de aerossol NOAA-NGAC para mostrar a previsão do percurso da referida pluma ao longo de toda a Bacia do Atlântico nos quatro dias seguintes.


AREIAS E FURACÕES

A "Camada de Ar Sáariana" desempenha um papel importante na redução "ciclogénese," ou a formação de furacões no Atlântico Ocidental (EUA-Caraíbas).

o maior espelho do mundo é um gigantesco deserto de sal














O DESERTO SALAR DE UYUNI NA BOLÍVIA 

Este deserto é o espelho do céu: "Salar de Uyuni", a maior planície salgada do mundo Devido ao seu grande tamanho, superfície lisa, alta refletividade da superfície quando cobertas com águas rasas e desvio elevação mínima, Salar de Uyuni torna um alvo ideal para o teste e calibração instrumentos de sensoriamento remoto em órbita satélites usados ​​para estudar a Terra. Além de proporcionar uma superfície alvo excelente céus acima Salar de Uyuni são tão claras, eo ar tão seco, que a pavimentação de até cinco vezes melhor para a calibração de satélite do que usar a superfície do oceano.



MAIOR DESERTO DE SAL DO MUNDO 

O Salar de Uyuni é o maior deserto de sal do mundo. Está localizado no departamento de Potosí e no departamento de Oruro, no sudoeste da Bolívia, no altiplano andino, a 3.650m de altitude.

Há cerca de 40 mil anos a área do atual deserto de sal fazia parte do lago Michin, um gigantesco lago pré-histórico. Quando o lago secou, deixou como remanescentes os atuais lagos Poopó e Uru Uru, e dois grandes desertos salgados, Coipasa (o menor) e o extenso Uyuni. O Salar de Uyuni tem aproximadamente 10582 km² de área,1 ou seja, é maior que o lago Titicaca, situado na fronteira Bolívia-Peru e que apresenta aproximadamente 8300 km².

Estima-se que o Salar de Uyuni contenha 10 mil milhões de toneladas de sal, das quais menos de 25 mil toneladas são extraídas anualmente. Além da extração de sal, o deserto de sal também é um importante destino turístico. Seus principais pontos de visitação são o hotel de sal, desativado, e a Ilha do Pescado, com suas formações de recife e os cactos de até 10 metros de altura.

O deserto de sal é composto por aproximadamente 11 camadas com espessuras que variam entre 2 e 10 metros, sendo a mais externa de 10 metros. A profundidade total é estimada em 120 metros e é composta de uma mistura de salmoura e barro lacustre. O deserto de sal é também uma das maiores reservas de lítio do mundo, além de conter importantes quantidades de potássio, boro e magnésio.

Além do deserto de sal, da ilha do Pescado e das lagoas coloridas, onde se vê os flamingos, é possível num mesmo percurso conhecer lagoas de águas termais, sendo uma delas formada de piscinas e a outra natural. Também existem gêiseres que exalam vapor a uma temperatura de 38°C, a mesma temperatura da água.
Outro local interessante é um cemitério com ossadas de antigos moradores da região.



A ORIGEM DO SAL 

A origem do sal provavelmente está relacionada com a imensa quantidade de vulcões na envolvente do Salar de Uyuni já que situa-se sobre uma região de altiplano, 3650 metros acima do nível do mar. A concentração do sal é também facilitada pelo fato de ser uma região muito árida.










TEMA ÁREAS RURAIS
EXAME DE GEOGRAFIA - 2016 FASE 2


[EXAME 2016, FASE 2 - VERSÃO 1]
[ GRUPO VI ]


A Rede de Aldeias do Xisto é um projeto de desenvolvimento sustentável que visa a valorização do património natural, histórico e cultural e a dinamização do tecido socioeconómico.






1. Identifique, a partir da análise da Figura 6, dois aspetos naturais que caracterizam a área onde se integra a Rede de Aldeias do Xisto.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


2. Apresente dois problemas sociodemográficos que podem ser atenuados através de projetos como o da Rede de Aldeias do Xisto, representada na Figura 6.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


3. Explique os efeitos, em Portugal, da política de desenvolvimento rural promovida pelas sucessivas reformas da Política Agrícola Comum, tendo em consideração os seguintes tópicos de orientação:
• a inovação no sector agroflorestal; 
• a conservação dos recursos naturais.

Na sua resposta, desenvolva dois aspetos para cada um dos tópicos de orientação.
R.:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


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CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS MARÍTIMOS
EXAME DE GEOGRAFIA - 2016 FASE 2



[EXAME 2016, FASE 2 - VERSÃO 1]
[ GRUPO V ]


O peixe capturado pode provir de unidades populacionais com uma capacidade de reprodução elevada, mas não ilimitada. Se a pesca não for controlada, há um risco de rutura das unidades populacionais ou de a atividade da pesca deixar de ser economicamente viável.






1. Apresente duas medidas que permitam alterar a evolução da quantidade de sardinha do stock ibérico registada nos últimos 20 anos e ilustrada na Figura 5.




2. Refira duas vantagens, para Portugal, do estabelecimento de acordos bilaterais de pesca que permitam minimizar os problemas decorrentes da evolução das capturas de sardinha, representada na Figura 5.





3. Justifique a importância que a Zona Económica Exclusiva (ZEE) portuguesa tem para a economia do país, tendo em consideração os seguintes tópicos de orientação:
• a valorização dos recursos piscatórios;
• a necessidade de proteção do espaço marítimo.
Na sua resposta, desenvolva dois aspetos para cada um dos tópicos de orientação.













TEMA RECURSOS MARÍTIMOS
EXAME DE GEOGRAFIA - 2016 FASE 2

[EXAME 2016, FASE 2 - VERSÃO 1]
[ GRUPO V ]


O peixe capturado pode provir de unidades populacionais com uma capacidade de reprodução elevada, mas não ilimitada. Se a pesca não for controlada, há um risco de rutura das unidades populacionais ou de a atividade da pesca deixar de ser economicamente viável.






1. Apresente duas medidas que permitam alterar a evolução da quantidade de sardinha do stock ibérico registada nos últimos 20 anos e ilustrada na Figura 5.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


2. Refira duas vantagens, para Portugal, do estabelecimento de acordos bilaterais de pesca que permitam minimizar os problemas decorrentes da evolução das capturas de sardinha, representada na Figura 5.
R.:__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _



3. Justifique a importância que a Zona Económica Exclusiva (ZEE) portuguesa tem para a economia do país, tendo em consideração os seguintes tópicos de orientação:
• a valorização dos recursos piscatórios;
• a necessidade de proteção do espaço marítimo.
Na sua resposta, desenvolva dois aspetos para cada um dos tópicos de orientação.
R.:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _ _ _


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CORRECÇÃO DO TEMA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
EXAME DE GEOGRAFIA - 2016 FASE 2


[EXAME 2016, FASE 2 - VERSÃO 1]
[ GRUPO IV ]


As tecnologias de informação geográfica têm, atualmente, grande relevância na recolha, na avaliação e na comunicação de informação, bem como nos processos de planeamento e de ordenamento do território.






1. As tecnologias de informação geográfica, quando utilizadas de acordo com o esquema da Figura 4A, são importantes no processo de gestão do território, porque
(A) evitam a sobre-exploração dos recursos naturais do fundo do mar e permitem a identificação de novos recursos da plataforma continental. 
(B) garantem a valorização económica dos recursos marinhos e desenvolvem a cartografia temática. 
(C) potencializam a georreferenciação dos fundos oceânicos e apoiam as tomadas de decisão. 
(D) impedem o esgotamento de recursos do fundo do mar e permitem a monitorização da qualidade das águas oceânicas.


2. Em Portugal continental, na área concedida para a prospeção de hidrocarbonetos observada na Figura 4B, são explorados recursos do subsolo, de que são exemplo
(A) as rochas ornamentais, como o mármore e o granito. 
(B) os minerais não metálicos, como o talco e o caulino. 
(C) os minerais metálicos, como o volfrâmio e o cobre. 
(D) as rochas industriais, como o calcário e o sal-gema.


3. Portugal apresentou na ONU, em 2009, uma proposta de alargamento da sua plataforma continental para além das 200 milhas náuticas da Zona Económica Exclusiva (ZEE), com a finalidade de
(A) permitir a exploração da coluna de água subjacente aos fundos oceânicos. 
(B) prolongar os seus direitos de soberania sobre novas áreas do subsolo marinho. 
(C) aumentar a área nacional para a instalação de aerogeradores em alto mar. 
(D) garantir a instalação de cabos de fibra ótica entre Portugal e os países americanos.


4. A iliteracia digital em Portugal tem sido combatida, sobretudo, através de estratégias como
(A) a formação de cidadãos em competências digitais feita por interlocutores certificados. 
(B) a venda de telemóveis de última geração a todos os cidadãos em idade ativa. 
(C) a generalização da aquisição de tecnologias digitais a todos os cidadãos infoexcluídos. 
(D) a fixação de empresas que desenvolvem programas na área da segurança informática.


5. As novas tecnologias de informação e comunicação (TIC) têm facilitado o acesso aos serviços públicos a partir de casa, porque
(A) promovem o contacto pessoal com os interlocutores. 
(B) contribuem para a redução do valor dos impostos pagos online. 
(C) facilitam a abertura de balcões de atendimento à população. 
(D) permitem uma rentabilização do tempo disponível dos utentes.


6. As iniciativas destinadas a generalizar o acesso às tecnologias de informação e comunicação têm contribuído para aumentar o número de utilizadores da Internet devido à
(A) existência de equipamentos elétricos nas habitações. 
(B) facilidade de aquisição de bens e serviços online. 
(C) ausência de custos em consultas médicas online. 
(D) aplicabilidade do teletrabalho em todas as profissões.












TEMA TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
EXAME DE GEOGRAFIA - 2016 FASE 2


[EXAME 2016, FASE 2 - VERSÃO 1]
[ GRUPO IV ]



As tecnologias de informação geográfica têm, atualmente, grande relevância na recolha, na avaliação e na comunicação de informação, bem como nos processos de planeamento e de ordenamento do território.






1. As tecnologias de informação geográfica, quando utilizadas de acordo com o esquema da Figura 4A, são importantes no processo de gestão do território, porque
(A) evitam a sobre-exploração dos recursos naturais do fundo do mar e permitem a identificação de novos recursos da plataforma continental. 
(B) garantem a valorização económica dos recursos marinhos e desenvolvem a cartografia temática. 
(C) potencializam a georreferenciação dos fundos oceânicos e apoiam as tomadas de decisão. 
(D) impedem o esgotamento de recursos do fundo do mar e permitem a monitorização da qualidade das águas oceânicas.


2. Em Portugal continental, na área concedida para a prospeção de hidrocarbonetos observada na Figura 4B, são explorados recursos do subsolo, de que são exemplo
(A) as rochas ornamentais, como o mármore e o granito. 
(B) os minerais não metálicos, como o talco e o caulino. 
(C) os minerais metálicos, como o volfrâmio e o cobre. 
(D) as rochas industriais, como o calcário e o sal-gema.


3. Portugal apresentou na ONU, em 2009, uma proposta de alargamento da sua plataforma continental para além das 200 milhas náuticas da Zona Económica Exclusiva (ZEE), com a finalidade de
(A) permitir a exploração da coluna de água subjacente aos fundos oceânicos. 
(B) prolongar os seus direitos de soberania sobre novas áreas do subsolo marinho. 
(C) aumentar a área nacional para a instalação de aerogeradores em alto mar. 
(D) garantir a instalação de cabos de fibra ótica entre Portugal e os países americanos.


4. A iliteracia digital em Portugal tem sido combatida, sobretudo, através de estratégias como
(A) a formação de cidadãos em competências digitais feita por interlocutores certificados. 
(B) a venda de telemóveis de última geração a todos os cidadãos em idade ativa. 
(C) a generalização da aquisição de tecnologias digitais a todos os cidadãos infoexcluídos. 
(D) a fixação de empresas que desenvolvem programas na área da segurança informática.


5. As novas tecnologias de informação e comunicação (TIC) têm facilitado o acesso aos serviços públicos a partir de casa, porque
(A) promovem o contacto pessoal com os interlocutores. 
(B) contribuem para a redução do valor dos impostos pagos online. 
(C) facilitam a abertura de balcões de atendimento à população. 
(D) permitem uma rentabilização do tempo disponível dos utentes.


6. As iniciativas destinadas a generalizar o acesso às tecnologias de informação e comunicação têm contribuído para aumentar o número de utilizadores da Internet devido à
(A) existência de equipamentos elétricos nas habitações. 
(B) facilidade de aquisição de bens e serviços online. 
(C) ausência de custos em consultas médicas online. 
(D) aplicabilidade do teletrabalho em todas as profissões.


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TEMAS ÁREA URBANA E REDE URBANA
EXAME DE GEOGRAFIA - 2016 FASE 2


[EXAME 2016, FASE 2 - VERSÃO 1]
[ GRUPO III ]


A União Europeia tem vindo a colocar o tema das cidades inteligentes (smart cities) na agenda política, nomeadamente, com a Estratégia Europa 2020 para um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo. O índice de cidades inteligentes resulta das pontuações atribuídas às cinco dimensões de análise: governação, sustentabilidade, inclusão, inovação e conectividade, cujos indicadores foram normalizados numa escala de 0 a 10 (em que o «0» corresponde ao valor mínimo e o «10» corresponde ao valor máximo).

Fonte: Índice de Cidades Inteligentes – Portugal, INTELI – Inteligência em Inovação,
Centro de Inovação, Lisboa, 2012, pp. 12, 20 (adaptado)

Nota – Neste estudo, incluem-se aglomerados urbanos que não têm oficialmente o estatuto de cidade.







1. As duas cidades inteligentes com maior índice na Figura 3A apresentam, simultaneamente, as pontuações mais elevadas, de acordo com a Figura 3B, nas dimensões de análise
(A) inovação e conectividade. 
(B) inclusão e inovação. 
(C) inclusão e governação. 
(D) governação e conectividade.


2. Uma cidade inteligente da Área Metropolitana do Porto e uma cidade inteligente da Área Metropolitana de Lisboa que, de acordo com a Figura 3A, apresentam um índice igual ou superior a 4 são, respetivamente,
(A) Guimarães e Loures. 
(B) Aveiro e Lisboa. 
(C) Vila Nova de Gaia e Almada. 
(D) Viana do Castelo e Sintra.


3. O desenvolvimento, tanto em Portugal como no resto da Europa, de projetos direcionados para o uso de bicicletas nas cidades enquadra-se na dimensão da sustentabilidade, porque esses projetos
(A) reduzem a utilização de transportes públicos suburbanos. 
(B) reduzem a circulação interurbana nas regiões que deles beneficiam. 
(C) diminuem a pegada ecológica no usufruto do espaço público. 
(D) diminuem a produção de gases com efeito de estufa, como o azoto.


4. A inclusão social constitui uma dimensão a considerar em projetos de regeneração urbana de bairros históricos, e é desenvolvida através de estratégias que incentivem
(A) a mobilidade urbana para idosos e deficientes e o apoio médico geriátrico ao domicílio. 
(B) a criação de redes privadas de lares para idosos e a abertura de cantinas sociais para estudantes. 
(C) a exploração de equipamentos turísticos de luxo e a requalificação de mercados de bairro. 
(D) a construção de bairros sociais para imigrantes e a dinamização de bibliotecas municipais.


5. As câmaras municipais de Guimarães, de Braga, de Barcelos e de Vila Nova de Famalicão organizaram-se em rede para projetarem a sua internacionalização, porque, em conjunto, apresentam
(A) estruturas ligadas ao ensino superior e uma indústria siderúrgica modernizada. 
(B) uma população ativa envelhecida e forte dinâmica empresarial. 
(C) uma indústria siderúrgica modernizada e uma população ativa envelhecida. 
(D) forte dinâmica empresarial e estruturas ligadas ao ensino superior.


6. «A política POLIS XXI possibilita, do ponto de vista urbanístico, a regeneração do tecido urbano das cidades médias e, dessa forma, contribui para reforçar a posição hierárquica dessas cidades.» Esta afirmação é
(A) verdadeira, porque a requalificação do espaço público garante o aumento demográfico sustentado. 
(B) falsa, porque essa política não contempla a reabilitação de infraestruturas e equipamentos urbanos. 
(C) falsa, porque as intervenções urbanísticas não interferem diretamente na hierarquia da rede urbana. 
(D) verdadeira, porque a reabilitação das áreas degradadas rentabiliza os equipamentos existentes.

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CORRECÇÃO DOS TEMAS ÁREA URBANA E REDE URBANA
EXAME DE GEOGRAFIA - 2016 FASE 2


[EXAME 2016, FASE 2 - VERSÃO 1]
[ GRUPO III ]



A União Europeia tem vindo a colocar o tema das cidades inteligentes (smart cities) na agenda política, nomeadamente, com a Estratégia Europa 2020 para um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo. O índice de cidades inteligentes resulta das pontuações atribuídas às cinco dimensões de análise: governação, sustentabilidade, inclusão, inovação e conectividade, cujos indicadores foram normalizados numa escala de 0 a 10 (em que o «0» corresponde ao valor mínimo e o «10» corresponde ao valor máximo).

Fonte: Índice de Cidades Inteligentes – Portugal, INTELI – Inteligência em Inovação,
Centro de Inovação, Lisboa, 2012, pp. 12, 20 (adaptado)

Nota – Neste estudo, incluem-se aglomerados urbanos que não têm oficialmente o estatuto de cidade.







1. As duas cidades inteligentes com maior índice na Figura 3A apresentam, simultaneamente, as pontuações mais elevadas, de acordo com a Figura 3B, nas dimensões de análise
(A) inovação e conectividade. 
(B) inclusão e inovação. 
(C) inclusão e governação. 
(D) governação e conectividade.


2. Uma cidade inteligente da Área Metropolitana do Porto e uma cidade inteligente da Área Metropolitana de Lisboa que, de acordo com a Figura 3A, apresentam um índice igual ou superior a 4 são, respetivamente,
(A) Guimarães e Loures. 
(B) Aveiro e Lisboa. 
(C) Vila Nova de Gaia e Almada. 
(D) Viana do Castelo e Sintra.


3. O desenvolvimento, tanto em Portugal como no resto da Europa, de projetos direcionados para o uso de bicicletas nas cidades enquadra-se na dimensão da sustentabilidade, porque esses projetos
(A) reduzem a utilização de transportes públicos suburbanos. 
(B) reduzem a circulação interurbana nas regiões que deles beneficiam. 
(C) diminuem a pegada ecológica no usufruto do espaço público. 
(D) diminuem a produção de gases com efeito de estufa, como o azoto.


4. A inclusão social constitui uma dimensão a considerar em projetos de regeneração urbana de bairros históricos, e é desenvolvida através de estratégias que incentivem
(A) a mobilidade urbana para idosos e deficientes e o apoio médico geriátrico ao domicílio. 
(B) a criação de redes privadas de lares para idosos e a abertura de cantinas sociais para estudantes. 
(C) a exploração de equipamentos turísticos de luxo e a requalificação de mercados de bairro. 
(D) a construção de bairros sociais para imigrantes e a dinamização de bibliotecas municipais.


5. As câmaras municipais de Guimarães, de Braga, de Barcelos e de Vila Nova de Famalicão organizaram-se em rede para projetarem a sua internacionalização, porque, em conjunto, apresentam
(A) estruturas ligadas ao ensino superior e uma indústria siderúrgica modernizada. 
(B) uma população ativa envelhecida e forte dinâmica empresarial. 
(C) uma indústria siderúrgica modernizada e uma população ativa envelhecida. 
(D) forte dinâmica empresarial e estruturas ligadas ao ensino superior.


6. «A política POLIS XXI possibilita, do ponto de vista urbanístico, a regeneração do tecido urbano das cidades médias e, dessa forma, contribui para reforçar a posição hierárquica dessas cidades.» Esta afirmação é
(A) verdadeira, porque a requalificação do espaço público garante o aumento demográfico sustentado. 
(B) falsa, porque essa política não contempla a reabilitação de infraestruturas e equipamentos urbanos. 
(C) falsa, porque as intervenções urbanísticas não interferem diretamente na hierarquia da rede urbana. 
(D) verdadeira, porque a reabilitação das áreas degradadas rentabiliza os equipamentos existentes.











TEMA RECURSOS RADIAÇÃO SOLAR
EXAME DE GEOGRAFIA - 2016 FASE 2


[EXAME 2016, FASE 2 - VERSÃO 1]
[ GRUPO II ]


O arquipélago dos Açores tem um clima temperado húmido, com um período predominantemente chuvoso, entre setembro e março, e com outro menos chuvoso, nos restantes meses.






1. De acordo com a Figura 2, entre o lugar A e o lugar B, os valores da precipitação média anual podem registar uma diferença
(A) superior a 800 mm e inferior a 1600 mm. 
(B) superior a 1600 mm e inferior a 2000 mm. 
(C) superior a 2000 mm. 
(D) inferior a 800 mm.


2. A variação espacial da precipitação média anual na ilha Terceira, observada na Figura 2, justifica-se pela
(A) orografia local, que favorece a condensação do vapor de água e a maior precipitação no interior da ilha. 
(B) corrente marinha das Canárias, que favorece a condensação do vapor de água e a maior precipitação no interior da ilha. 
(C) latitude, uma vez que a ação do anticiclone dos Açores durante todo o ano condiciona a menor precipitação no litoral da ilha. 
(D) posição atlântica, uma vez que a ação do anticiclone dos Açores durante todo o ano condiciona a menor precipitação no litoral da ilha.


3. As linhas que unem pontos de igual valor de precipitação denominam-se
(A) isóbaras. 
(B) isoietas. 
(C) isócronas. 
(D) isótimas.


4. As pastagens «sempre verdes» do arquipélago dos Açores resultam
(A) da rede hidrográfica da região, que assegura a modernização do sistema de rega do solo. 
(B) da distribuição intra-anual da precipitação, que assegura a humidade permanente no solo. 
(C) da retenção da água das chuvas nas lagoas, que assegura a água para a irrigação do solo. 
(D) da rede de aquíferos, que assegura a existência de humidade no solo nos períodos secos.


5. A reforma da Política Agrícola Comum de 2003 determinou o final das quotas de produção de leite no espaço comunitário, de modo a garantir
(A) a estabilização do preço do leite ao produtor. 
(B) a redução do preço do leite ao consumidor. 
(C) a liberalização do mercado leiteiro. 
(D) a comercialização de leite extracomunitário.


6. O incremento das indústrias agropecuárias no arquipélago dos Açores contribuirá para um crescimento sustentado dessa região se houver uma aposta
(A) na formação profissional dos adultos e no recurso a sistemas de produção intensiva. 
(B) na promoção de produtos tradicionais e na importação de recursos energéticos. 
(C) na dessalinização da água do oceano e na melhoria das acessibilidades. 
(D) na utilização dos recursos locais e na adoção de estratégias de marketing.

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CORRECÇÃO DO TEMA RECURSOS RADIAÇÃO SOLAR
EXAME DE GEOGRAFIA - 2016 FASE 2



[EXAME 2016, FASE 2 - VERSÃO 1]
[ GRUPO II ]


O arquipélago dos Açores tem um clima temperado húmido, com um período predominantemente chuvoso, entre setembro e março, e com outro menos chuvoso, nos restantes meses.






1. De acordo com a Figura 2, entre o lugar A e o lugar B, os valores da precipitação média anual podem registar uma diferença
(A) superior a 800 mm e inferior a 1600 mm. 
(B) superior a 1600 mm e inferior a 2000 mm. 
(C) superior a 2000 mm. 
(D) inferior a 800 mm.


2. A variação espacial da precipitação média anual na ilha Terceira, observada na Figura 2, justifica-se pela
(A) orografia local, que favorece a condensação do vapor de água e a maior precipitação no interior da ilha. 
(B) corrente marinha das Canárias, que favorece a condensação do vapor de água e a maior precipitação no interior da ilha. 
(C) latitude, uma vez que a ação do anticiclone dos Açores durante todo o ano condiciona a menor precipitação no litoral da ilha. 
(D) posição atlântica, uma vez que a ação do anticiclone dos Açores durante todo o ano condiciona a menor precipitação no litoral da ilha.


3. As linhas que unem pontos de igual valor de precipitação denominam-se
(A) isóbaras. 
(B) isoietas. 
(C) isócronas. 
(D) isótimas.


4. As pastagens «sempre verdes» do arquipélago dos Açores resultam
(A) da rede hidrográfica da região, que assegura a modernização do sistema de rega do solo. 
(B) da distribuição intra-anual da precipitação, que assegura a humidade permanente no solo. 
(C) da retenção da água das chuvas nas lagoas, que assegura a água para a irrigação do solo. 
(D) da rede de aquíferos, que assegura a existência de humidade no solo nos períodos secos.


5. A reforma da Política Agrícola Comum de 2003 determinou o final das quotas de produção de leite no espaço comunitário, de modo a garantir
(A) a estabilização do preço do leite ao produtor. 
(B) a redução do preço do leite ao consumidor. 
(C) a liberalização do mercado leiteiro. 
(D) a comercialização de leite extracomunitário.


6. O incremento das indústrias agropecuárias no arquipélago dos Açores contribuirá para um crescimento sustentado dessa região se houver uma aposta
(A) na formação profissional dos adultos e no recurso a sistemas de produção intensiva. 
(B) na promoção de produtos tradicionais e na importação de recursos energéticos. 
(C) na dessalinização da água do oceano e na melhoria das acessibilidades. 
(D) na utilização dos recursos locais e na adoção de estratégias de marketing.

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TEMA POPULAÇÃO PORTUGUESA
EXAME DE GEOGRAFIA - 2016 FASE 2


[EXAME 2016, FASE 2 - VERSÃO 1]
[ GRUPO I ]


A análise da distribuição da população residente constitui um dos vetores para a compreensão do povoamento do território nacional, fundamental no desenho das políticas de ordenamento do território.
Fonte: Retrato Territorial de Portugal 2011, INE, I.P., Lisboa, 2013, p. 73 (adaptado)






1. A densidade populacional, cartografada na Figura 1, corresponde à intensidade do povoamento expressa pelo quociente entre
(A) a superfície do território em estudo e o número de habitantes nacionais nessa área territorial. 
(B) a superfície do território em estudo e o número de habitantes residentes nessa área territorial. 
(C) o número de habitantes nacionais de uma área territorial e a superfície desse território. 
(D) o número de habitantes de uma área territorial determinada e a superfície desse território.


2. Em Portugal continental, de acordo com a Figura 1, a distribuição da densidade populacional caracteriza‑se por
(A) apenas existirem valores abaixo da média no interior da região Norte. 
(B) predominarem valores acima da média na Área Metropolitana de Lisboa. 
(C) predominarem valores abaixo da média na Área Metropolitana do Porto. 
(D) apenas existirem valores acima da média no litoral da região do Algarve.


3. A distribuição da densidade populacional, observada na Figura 1, evidencia concentrações de população que, a partir de determinado limite, originam
(A) deseconomias de aglomeração, porque as infraestruturas e os equipamentos deixam de dar resposta às necessidades dos utentes. 
(B) deseconomias de aglomeração, porque o custo dos serviços prestados à população da área urbana diminui. 
(C) economias de aglomeração, porque os custos das infraestruturas e dos equipamentos aumentam na razão direta do aumento da população. 
(D) economias de aglomeração, porque a qualidade dos serviços prestados à população da área urbana diminui.


4. Em Portugal continental, o fenómeno migratório registado a norte de Setúbal, na década de 60 do século XX, caracterizou-se por ser
(A) menor, em valor absoluto, no litoral e maior, em termos relativos, no interior. 
(B) menor, em valor absoluto, no litoral e menor, em termos relativos, no interior. 
(C) maior, em valor absoluto, no litoral e maior, em termos relativos, no interior. 
(D) maior, em valor absoluto, no litoral e menor, em termos relativos, no interior.


5. A fixação da população nas regiões do interior do país passa por estratégias sustentáveis como
(A) a potencialização dos recursos endógenos e a massificação da atividade turística. 
(B) a construção de novas autoestradas e a implementação de serviços de pediatria. 
(C) a captação de investimentos exógenos e a dinamização do sector agroindustrial. 
(D) a implementação de serviços de geriatria e a abertura de superfícies comerciais.


6. A saída de mão de obra qualificada de Portugal pode ter consequências como, por exemplo,
(A) o empobrecimento sociocultural do país e a redução da capacidade de renovação das gerações. 
(B) a diminuição das empresas de tecnologia de ponta e o reforço da competitividade nacional. 
(C) a estagnação do sector primário e a redução da coesão social. 
(D) o aumento das receitas fiscais e o agravamento do desemprego de curta duração.

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CORRECÇÃO DO TEMA POPULAÇÃO PORTUGUESA
EXAME DE GEOGRAFIA - 2016 FASE 2



[EXAME 2016, FASE 2 - VERSÃO 1]
[ GRUPO I ]


A análise da distribuição da população residente constitui um dos vetores para a compreensão do povoamento do território nacional, fundamental no desenho das políticas de ordenamento do território.
Fonte: Retrato Territorial de Portugal 2011, INE, I.P., Lisboa, 2013, p. 73 (adaptado)






1. A densidade populacional, cartografada na Figura 1, corresponde à intensidade do povoamento expressa pelo quociente entre
(A) a superfície do território em estudo e o número de habitantes nacionais nessa área territorial. 
(B) a superfície do território em estudo e o número de habitantes residentes nessa área territorial. 
(C) o número de habitantes nacionais de uma área territorial e a superfície desse território. 
(D) o número de habitantes de uma área territorial determinada e a superfície desse território.


2. Em Portugal continental, de acordo com a Figura 1, a distribuição da densidade populacional caracteriza‑se por
(A) apenas existirem valores abaixo da média no interior da região Norte. 
(B) predominarem valores acima da média na Área Metropolitana de Lisboa. 
(C) predominarem valores abaixo da média na Área Metropolitana do Porto. 
(D) apenas existirem valores acima da média no litoral da região do Algarve.


3. A distribuição da densidade populacional, observada na Figura 1, evidencia concentrações de população que, a partir de determinado limite, originam
(A) deseconomias de aglomeração, porque as infraestruturas e os equipamentos deixam de dar resposta às necessidades dos utentes. 
(B) deseconomias de aglomeração, porque o custo dos serviços prestados à população da área urbana diminui. 
(C) economias de aglomeração, porque os custos das infraestruturas e dos equipamentos aumentam na razão direta do aumento da população. 
(D) economias de aglomeração, porque a qualidade dos serviços prestados à população da área urbana diminui.


4. Em Portugal continental, o fenómeno migratório registado a norte de Setúbal, na década de 60 do século XX, caracterizou-se por ser
(A) menor, em valor absoluto, no litoral e maior, em termos relativos, no interior. 
(B) menor, em valor absoluto, no litoral e menor, em termos relativos, no interior. 
(C) maior, em valor absoluto, no litoral e maior, em termos relativos, no interior. 
(D) maior, em valor absoluto, no litoral e menor, em termos relativos, no interior.


5. A fixação da população nas regiões do interior do país passa por estratégias sustentáveis como
(A) a potencialização dos recursos endógenos e a massificação da atividade turística. 
(B) a construção de novas autoestradas e a implementação de serviços de pediatria. 
(C) a captação de investimentos exógenos e a dinamização do sector agroindustrial. 
(D) a implementação de serviços de geriatria e a abertura de superfícies comerciais.


6. A saída de mão de obra qualificada de Portugal pode ter consequências como, por exemplo,
(A) o empobrecimento sociocultural do país e a redução da capacidade de renovação das gerações. 
(B) a diminuição das empresas de tecnologia de ponta e o reforço da competitividade nacional. 
(C) a estagnação do sector primário e a redução da coesão social. 
(D) o aumento das receitas fiscais e o agravamento do desemprego de curta duração.











EXAME NACIONAL DE GEOGRAFIA
2014 FASE 2 




GRUPO I

A Figura 1 corresponde à carta sinóptica do dia 3 de janeiro de 2014.






1. A depressão barométrica identificada na Figura 1 está centrada na proximidade
(A) da Noruega. 
(B) da Islândia. 
(C) das Ilhas Britânicas. 
(D) das ilhas açoreanas.


2. As isolinhas traçadas na carta sinóptica da Figura 1 denominam-se
(A) isotérmicas. 
(B) isóbaras.  
(C) isoietas. 
(D) isótimas.


3. O estado do tempo que se fez sentir na Região Autónoma da Madeira, de acordo com a Figura 1, caracterizou-se por
(A) estabilidade, com a ocorrência de céu limpo e a ausência de vento.  
(B) instabilidade, com a ocorrência de vento fraco e de chuva contínua.  
(C) estabilidade, com a ocorrência de forte nebulosidade e de vento moderado. 
(D) instabilidade, com a ocorrência de vento forte e de precipitação abundante.


4. Numa depressão barométrica, como a identificada na Figura 1, a circulação do ar à superfície é
(A) ascendente e divergente. 
(B) convergente e descendente. 
(C) convergente e ascendente. 
(D) descendente e divergente.


5. A diferença entre os valores da precipitação registados no noroeste e no nordeste de Portugal continental deve-se, entre outras razões, à
(A) presença de relevo montanhoso na região noroeste. 
(B) orientação discordante das montanhas localizadas a norte do rio Douro. 
(C) menor profundidade dos vales da bacia do rio Douro. 
(D) passagem frequente das perturbações da frente polar, na região nordeste.


6. As medidas destinadas a minimizar os impactes negativos da ocorrência de precipitação intensa são, entre outras,
(A) a construção de diques e a impermeabilização das encostas. 
(B) a florestação das cumeadas e a proibição de construção nos interflúvios. 
(C) a construção de terraços nas vertentes e o estreitamento dos leitos normais dos rios. 
(D) a florestação de vertentes e a interdição da construção nos leitos de cheia.

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GRUPO II

A Figura 2 representa a energia elétrica consumida em Portugal continental, por fontes e processos de produção de energia, no período de agosto de 2012 a julho de 2013.






1. De acordo com a Figura 2, mais de 50% da eletricidade consumida, em Portugal continental, teve origem em fontes de energia
(A) renováveis, como, por exemplo, a eólica e o gás natural. 
(B) renováveis, como, por exemplo, a eólica e a hídrica. 
(C) não renováveis, como, por exemplo, o carvão e o gás natural. 
(D) não renováveis, como, por exemplo, o carvão e a hídrica.


2. O consumo de eletricidade de origem hídrica nos meses de agosto e de setembro, observado na Figura 2, deve-se, entre outros fatores,
(A) aos elevados níveis de armazenamento de água nas albufeiras, devido ao perfil transversal dos rios. 
(B) à fraca variação anual da precipitação, que assegura uma produção constante de energia. 
(C) aos baixos níveis de armazenamento de água nas albufeiras, por ação do anticiclone dos Açores. 
(D) à acentuada evaporação, que reduz de forma muito significativa os níveis freáticos.


3. «O padrão de consumo de eletricidade com origem em fontes renováveis é idêntico na Região Autónoma da Madeira (RAM) e na Região Autónoma dos Açores (RAA).» Esta afirmação é
(A) falsa, porque a maior percentagem de eletricidade com origem em fontes renováveis consumida na RAM é de origem hídrica, enquanto na RAA é de origem geotérmica. 
(B) falsa, porque a maior percentagem de eletricidade consumida na RAM é de origem eólica, enquanto na RAA é de origem solar. 
(C) verdadeira, porque a maior percentagem de eletricidade consumida quer na RAM quer na RAA é de origem fóssil. 
(D) verdadeira, porque a maior percentagem de eletricidade com origem em fontes renováveis consumida quer na RAM quer na RAA é de origem eólica.


4. Portugal reúne condições naturais favoráveis à produção de energia eólica ao longo do ano, devido
(A) à regularidade dos ventos de leste e ao relevo acidentado. 
(B) à proximidade do oceano e ao relevo acidentado. 
(C) à proximidade do oceano e à ação dos anticiclones. 
(D) à regularidade dos ventos de leste e à ação dos anticiclones.


5. O Plano Energético Nacional visa a eficiência energética, o que implica a adoção de medidas que promovam
(A) a diversificação dos produtos derivados do petróleo. 
(B) a circulação de veículos ligeiros particulares movidos a gasóleo. 
(C) a redução do consumo de eletricidade durante a noite. 
(D) a alteração dos hábitos e dos comportamentos dos consumidores.


6. O aproveitamento dos recursos naturais de Portugal para a produção de energia elétrica é importante, porque contribui
(A) para melhorar a balança comercial do país e para garantir a sustentabilidade energética. 
(B) para diminuir a dependência energética do país e para aumentar os custos da produção agrícola. 
(C) para aumentar a exportação de eletricidade e para atrair indústrias intensivas em mão de obra. 
(D) para dinamizar a utilização de veículos elétricos e para aumentar a pegada ecológica.

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