a onda urbana gasoline no Barreiro
















MCNAMARA NAS URBAN WAVES EM VEZ DE BIG WAVES   

A Onda Urbana «Gasoline» é uma onda gerada pela passagem de enormes catamarans no Rio Tejo e que quebra na Praia do Bico do Mexilhoeiro.

O surfista norte-americano Garrett MaNamara, conhecido internacionalmente por surfar ondas gigantes, esteve na manhã desta terça-feira na cidade operário do Barreiro, perto de Lisboa, "divertindo-se" a experimentar a onda "Gasoline".

McNamara chegou à Praia do Bico Mexilhoeiro, no Barreiro, próxima do terminal fluvial, por volta das sete da manhã, e passou cerca de duas horas dentro de água para a sua primeira experiência com a "Gasoline", a onda formada pela passagem dos barcos que transportam passageiros entre Barreiro e Lisboa.

Depois de algumas ondas bem-sucedidas e outras falhadas, McNamara saiu das águas do Tejo satisfeito com a experiência, garantindo ter-se “divertido bastante” e afirmando ter vontade de regressar.

Logo pelas sete da manhã havia muita gente na praia do Bico do Mexilhoeiro, local onde quebram as ondas provocadas pela passagem dos catamarans, com jornalistas e populares, sobretudo crianças e jovens a juntarem-se para ver o atleta em ação num local improvável.

O presidente do Turismo de Portugal, João Cotrim de Figueiredo, esteve na Praia do Bico do Mexilhoeiro, para assistir ao evento e apresentar o projeto “McNamara Surf Trip”, que visa dar a conhecer as ondas portuguesas preferidas pelo surfista norte-americano.

A "Gasoline" chega a atingir 150 metros de comprimento e a sua peculiaridade reside no facto de depender de condições específicas que só se verificam cerca de seis dias por mês, quando a “maré está vazia, é hora de ponta e o barco está cheio”, segundo explicou à Lusa o surfista português Ricardo Carrajola.

A iniciativa surgiu no âmbito do projeto "McNamara Surf Trip", do Turismo de Portugal, que visa dar a conhecer, entre 27 e 30 de abril, as ondas portuguesas preferidas pelo surfista norte-americano.

A Gasoline permite praticar surf na praia do Bico do Mexilhoeiro, no Barreiro, local onde quebram as ondas provocadas pela passagem dos catamarans.

Aquela onda chega a atingir 150 metros de comprimento e a sua peculiaridade reside no facto de depender de condições específicas que só se verificam cerca de seis dias por mês, quando a "maré está vazia, é hora de ponta e o barco está cheio", explicou o surfista português Ricardo Carrajola.



MCNAMARA SURF TRIP E AS ONDAS PORTUGUESAS  

A iniciativa surgiu no âmbito do projeto "McNamara Surf Trip", do Turismo de Portugal, que visa dar a conhecer, entre 27 e 30 de abril, as ondas portuguesas preferidas pelo surfista norte-americano.

A Gasoline permite praticar surf na praia do Bico do Mexilhoeiro, no Barreiro, local onde quebram as ondas provocadas pela passagem dos catamarans.

Aquela onda chega a atingir 150 metros de comprimento e a sua peculiaridade reside no facto de depender de condições específicas que só se verificam cerca de seis dias por mês, quando a "maré está vazia, é hora de ponta e o barco está cheio", explicou o surfista português Ricardo Carrajola.

Fonte: DN Desporto




PORQUÊ O NOME «GASOLINE»?  

Gasoline- Associação Cultural e Desportiva

Há cerca de um ano, um grupo de amigos resolveu divulgar um segredo que mantinha guardado há quase uma década: a possibilidade de fazer surf no Barreiro, em pleno rio Tejo.

"No início queríamos divulgar porque era um sonho surfar no rio. Queríamos imortalizar o que fazíamos, porque se os barcos desaparecem daqui ou deixam de andar a esta velocidade, a onda deixa de existir. Isto é uma coisa única no mundo", disse à Lusa Ricardo Carrajola, um dos elementos do grupo.

Depois de ser partilhado o segredo, o grupo decidiu criar a Associação Gasoline, nome com que baptizou a onda do Tejo, e o próximo passo é a criação de uma escola de surf no Barreiro, que deve começar a funcionar já no início do verão.

"A associação foi criada para dinamizar desportos como o skate e o surf. A escola de surf não é para arrancar como as outras, com o objectivo de ganhar dinheiro, mas para proporcionar a crianças e jovens que não tenham possibilidade de ir para uma praia, a hipótese de se iniciarem no surf connosco aqui no rio", explicou.

Ricardo Carrajola referiu que a associação, que já recuperou uma rampa de skate no Barreiro, vai fazer protocolos com instituições do concelho para proporcionar às crianças desfavorecidas o acesso à modalidade.

"A ideia é começar com 'workshops' de surf já este ano. A escola tem que arrancar no período de férias escolares, porque a onda só funciona durante a semana e tem um horário específico, pois depende dos barcos", lembrou.

A substituição dos antigos cacilheiros pelos catamarãs, mais potentes e mais rápidos, há cerca de 10 anos, foi o motivo que possibilitou o surf no Barreiro.

"O melhor horário para o surf é entre as 07:00 e as 09:20, durante a semana, pois é a hora de ponta dos barcos. Aqui temos a particularidade de o surf ser a hora marcada. Olhamos a tabela das marés e o horário dos barcos e sabemos que está sempre ali e é sempre igual", referiu.

O surfista barreirense disse ainda que a possibilidade de surfar em pleno rio tem suscitado o interesse de pessoas de vários pontos do mundo.

"Isto que temos no Barreiro é uma coisa única, não há em mais lado nenhum. Muitos entram em contacto comigo para saber como é que isto funciona. Já aqui estiveram uns franceses que vieram à procura desta onda", contou.

Fonte: Lusa/ SOL

missão solstício cassini




Esta é a oportunidade perfeita para uma citação de Carl Sagan:"Em algum lugar, algo incrível está esperando para ser conhecida."As imagens deste pequeno filme foi capturado pelos homens trabalhadores e mulheres na NASA e a Agência Espacial Europeia ESA com o seu Sistema de Ciência Cassini Imaging. Se você estiver interessado em aprender mais sobre Cassini e em curso Missão Solstício Cassini, confira no site da NASA:saturn.jpl.nasa.gov/ciência/index.cfm
Track: - 2 Ghosts I, Ghosts I IV por Nine Inch Nailsghosts.nin.com

como avaliar um Trabalho de Pesquisa em Geografia - 9º Ano





TEMA: DESENVOLVIMENTO HUMANO E IMPACTO AMBIENTAL EM 2013
Nota: data de entrega em Junho 2014

Como fazer um trabalho de pesquisa em Geografia?

Como vou avaliar o trabalho de pesquisa?



OBJECTIVOS MÍNIMOS DE TRABALHO

1. Capa e índice

2. Introdução

3. Caracterização da geografia humana do país pesquisado (Localização, População, Saúde, Educação, Balanço Energético, Economia, Relações Económicas Internacionais)

4. Caracterização da geografia física do país pesquisado (Localização, Fronteiras, Clima, Relevo, recursos naturais, Uso da terra e Água Potável, Ambiente)

5. Desenhar mapa-mundo com localização do país pesquisado

6. Desenhar mapa regional de localização do país na região envolvente

7. Definição de IDH e Pegada Ecológica

8. Valores do IDH e Pegada Ecológica obtidos em 2013 e 2012 pelo país escolhido

9. Desenhar planisfério dos países com IDH elevado

10. Construir Gráfico linear do IDH e Pegada Humana em 2013-2012

11. Caracterização de dois traços culturais contemporâneos do país escolhido

12. Bibliografia

13. Anexos (google earth, mapas - facultativo)



PARÂMETRO DE AVALIAÇÃO

1. Estrutura (organizar correctamente títulos e subtítulos)

2. Quantidade de dados (cumprimento dos objectivos combinados)

3. Pertinência dos dados (saber ler e seleccionar de acordo com os objectivos do trabalho; evitando o plágio)

4. Organização dos dados (articulação lógica dos temas escritos de acordo com os objectivos do trabalho; evitando a confusão ou a contradição)

5. Criatividade ou selecção pessoal dos assuntos (saber combinar as diversas fontes consultadas de acordo com os objectivos do trabalho; evitando o plágio)

6. Coerência lógica (penalização dos erros ou de afirmações incompletas, confusas ou contraditórias)

7. Terminologia científica (usar correctamente os conceitos disciplinares pesquisados)

8. Qualidade da escrita (frases completas, pontuação; parágrafos compreensíveis; usa norma APA Style)

9. Qualidade gráfica (coerência, equilíbrio e simplicidade)

10. Calendário cumprido (não deve ultrapassar o último dia de entrega)

A) Realização do gráfico: em papel milimétrico (pontuação de reserva)



Nota 1: A realização do gráfico em papel milimétrico:
A execução do gráfico acrescenta -10%, -5%,0%, 5% ou 10% à nota final deste trabalho (em função do Medíocre, Não Satisfaz, Satisfaz, Bom ou Excelente atribuído à sua feitura); observe-se, contudo, que a nota máxima não excede os 100%.

Nota 2: Conforme combinado o actual trabalho de pesquisa substitui o 4º teste de avaliação em Geografia e foi lançado em Fevereiro.

Nota 2: Entende-se por «Nota Qualitativa» o Medíocre, Não Satisfaz, Satisfaz, Bom ou Excelente. Adjectivados pelo «Menos» ou «Mais»

entre a roménia e a ucránia









MARAMURES 

Maramureș é uma região ao norte da Roménia (norte da Transilvânia) ao longo do rio Tisza e na secção setentrional, no sudoeste da Ucrânia (território do óblast de Zakarpattia). Integra várias áreas protegidas - "Rodnei Mountains National Park" foi criado em 1930 e o "Maramureș Mountains Natural Park" em 2004. Há também inúmeras grutas, desfiladeiros, arribas e lagos que são oficialmente áreas protegidas.







MARMURES NO CONFUSO EX-CENTRO DO MUNDO

A maioria da população é composta de romenos, mas há importantes minorias constituídas por magiares, ucranianos e ciganos. Na zona norte a maioria das pessoas falam a língua ucraniana, enquanto na zona sul a maioria fala romeno, razão pela qual a região foi dividida em duas partes.

No século XVI o Reino medieval da Hungria foi invadido e destruído pelo Império Otomano e a região ficou sob administração do Otomano Principado Otomano da Transilvânia e mais tarde (no final do século XVII), sob a administração da Monarquia dos Habsburgo (mais tarde conhecido como o Império Austríaco).

Após a Primeira Guerra Mundial a região foi dividida entre a Romênia e a Checoslováquia, enquanto que durante a Segunda Guerra Mundial (entre 1939-1945) toda a área foi controlada pela Hungria. Após a Segunda Guerra Mundial, o trecho sul permaneceu dentro das fronteiras da Roménia e agora faz parte do "Maramureş County" e a parte norte foi anexada à União Soviética e agora faz parte do "Zakarpattia Oblast" da Ucrânia independente.

o filme «Outro País»










Outro País (Sérgio Trefaut, 2000)

Cineastas estrangeiros famosos falam [falaram em 2000] do choque recebido há [40] anos quando desembarcaram em Portugal: a luta de classes estava nas ruas numa revolução que os deslumbrou. Chegavam da França, do Brasil, da Suécia, da Alemanha, dos EUA, da União Soviética. Aquilo que viam e sentiam tinha toques de situação extra terrestre.

Os cravos na boca dos fuzis, o povo a confraternizar nas cidades e nos campos com um exército que semanas antes estava ainda atolado na guerra colonial.
ver em "O desencanto e a esperança"

A última revolução romântica do século, para muitos uma impensável ameaça comunista, para outros um laboratório de sonhos e política, um espaço excitante para jovens e talentosos fotógrafos e realizadores. Pessoas como Sebastião Salgado, Glauber Rocha, Robert Kramer, Dominique Isserman, Santiago Alvarez, Pea Holmquist, Jean Gaumy, viajaram até Portugal e aí viveram Até a festa terminar.
ver em "Cinecartaz: Outro País"


Este é o melhor documentário de sempre sobre o 25 de Abril.

Cada sequência uma reflexão e uma história por contar, cada cena uma discussão. Este é um dos melhores documentários do mundo e, sem dúvida, o mais lúcido e bem conseguido sobre o 25 de Abril.

As imagens são fantásticas. Os melhores fotógrafos do mundo estiveram em Portugal em 1974 e, com eles, 25 anos depois, fez-se um «Olhar distanciado» e, portanto, reflexivo sobre a Grande Ilusão que foi a revolução portuguesa.

O que se seguiu ao golpe de estado foi uma bela e trágica ilusão.
Estava tudo errado. O processo foi desde o inicio uma impossibilidade mas na qual todos acreditaram.


nota:
sobre o filme é leitura obrigatória: 25 de Abril – Marca Registada

25 de Abril de 1974



Amarcord.

Frequentava o primeiro ano da escola primária e media cento e dez centimetros. Quarenta mil anos após o 25 de Abril opto por um tom evocativo do espírito da época, misturando os pequenos nadas da vida de todos os dias com o grande acontecimento, a revolução dos cravos, que começou às 22h55 de 24 de Abril de 1974 e terminou, digamos, na noite de 25 de Novembro de 1975.








[Imagens cedidas por Victor Valente. 2004 ]


Anos 70. Os meados e fins dos anos setenta foi para mim a aventura da escola primária. Tardes a jogar à bola ou a correr pelas ruas.

Circa Abril de 74 é o meu «Amarcord». É a televisão a preto e branco, os desenhos animados do «Vickie», a «Gabriela, Cravo e Canela», o «Espaço 1999»; são as brincadeiras infindáveis pela noite dentro para chegar a casa enegrecido de tão sujo que ficava (os jogos de bola combinavam-se assim: «muda aos seis, acaba aos doze»). Por vezes os gritos de «os ciganos vêm aí!» faziam-nos fugir rua acima.

Verão Quente de 75. Pelo meio as manifestações, das quais só me lembro de um imenso mar de pernas, ou o dia em que uns dez milhares de operários da Lisnave subiram a encosta para defender, com um cordão humano, o quartel de Almada ameaçado de bombardeamento por voos rasantes da Força Aérea - várias vezes houve o risco de uma guerra civil. Após a tempestade política do Verão Quente de 1975, a calma surge com a intervenção militar de 25 de Novembro de 1975.














Em 1974 Lisboa era uma cidade pequena, pobre e triste. As barracas, os bairros de lata, eram imensos e cresciam à volta da capital. Ao «Amarcord», de Fellini, podemos somar um pouco, muito pouco, do «Gato Preto, gato Branco» de Emir Kusturica. Fiquei com uma excelente impressão desses tempos...

"Lembras-te das associações de estudantes? As associações nesses tempos funcionavam como viriam a funcionar alguns partidos que então não existiam, a pulso, com muita vontade e muita militância de uns, alguma ambição dos que consideravam estar no ensaio geral da vida ou mesmo de outra época que acabaria por vir, da política, com P grande, dos empreendimentos medidos e negociados, das actividades que incluem outros que não sabem perfeitamente o que estão a fazer ou porquê, se bem que julguem saber para quê.

As associações de estudantes eram metros quadrados de caves com um ritmo irregular, muito intenso nas alturas das greves, quando se avizinhava uma luta ou uma realização cultural, muito mais lento nos dias normais - um espaço pouco familiar à maior parte dos estudantes, a que se apegavam os activistas nelas vivendo tumularmente, mas irradiando uma cultura solar de manifestos, de verdade, de divulgação de ideias justas, da coragem que se inscrevia nos grandes cartazes a vermelho e negro em papel de cenário de cor crua e rugoso, nas ceras donde se reproduziam milhares de exemplares, nos pequenos jornais mensais.

Aí aprendemos a manejar as tintas planas e as letras desenhadas, a paginar em pequena escala, a escrever coisas impessoais."

[ DIONÍSIO, Eduarda - Retrato dum amigo enquanto falo. Lisboa : Quimera. 1988 ]

25 de Abril de 1974

ESTADO DO TEMPO NO 25 DE ABRIL E CARTA SINÓPTICA DE SUPERFÍCIE (SITUAÇÃO GERAL ÀS 00H00)



"DIA 25 DE ABRIL DE 1974: SITUAÇÃO GERAL ÀS 00H00 TMG DO DIA 25 E EVOLUÇÃO PROVÁVEL ATÉ ÀS 24H00 TMG DO DIA 26 Nas Ilhas Britânicas, França, Bélgica, Países Baixos, Alemanha e Península Ibérica o céu estava geralmente pouco nublado e o vento era fraco, por influência de um anticiclone que se estendia de sudoeste dos Açores até à Escandinávia. Nos Açores o céu estava geralmente pouco nublado e o vento era fraco. Na Madeira o céu estava muito nublado e o vento era fraco de norte. Em Portugal Continental o céu estava muito nublado nas regiões do litoral, pouco nublado nas regiões do interior e o vento era fraco ou moderado de noroeste. Havia neblina em alguns locais."

[ Boletim Meteorológico, Lisboa : Instituto de Meteorologia. (25 de Abril de 1974).tabulação e negrito no texto por Geografismos ]







[In Boletim Meteorológico, Lisboa : Instituto de Meteorologia. (25 de Abril de 1974) ]






[In Boletim Meteorológico, Lisboa : Instituto de Meteorologia. (25 de Abril de 1974) ]




PREVISÃO DO ESTADO DO TEMPO FEITA PARA 25 DE ABRIL:
TEMPO PROVÁVEL NO CONTINENTE E NA MADEIRA ATÉ À TARDE DO DIA 26




NO CONTINENTE: Períodos de céu muito nublado e vento fraco ou moderado de noroeste.

NA COSTA DO CONTINENTE:

ZONA NORTE: Céu geralmente muito nublado.
Vento fraco predominante de nordeste.
Visibilidade boa.
Mar encrespado.
Ondulação fraca de noroeste.

ZONA CENTRAL: Céu geralmente muito nublado.
Vento fraco ou moderado de noroeste.
Visibilidade boa.
Mar encrespado a de pequena vaga.
Ondulação fraca de noroeste.

ZONA SUL: Céu geralmente muito nublado.
Vento fraco.
Visibilidade boa.
Mar encrespado.

NA MADEIRA: Céu geralmente muito nublado.Vento fraco de norte. Visibilidade boa. Mar encrespado. Ondulação fraca de noroeste."

[ Boletim Meteorológico, Lisboa : Instituto de Meteorologia. (25 de Abril de 1974).tabulação e negrito no texto por Geografismos ]

Europa em timelapse



One family, 2 cameras, 30 countries, 60 flights, 1000+ time lapse videos, 200,000+ images - almost 20 terabytes of data!
Hello everyone, I’m from Taiwan.
This is a compilation of time lapse videos shot over the last two years when I travelled Europe with my wife and son. I'm excited to share some of my favorite clips.
I think that everybody needs to take a trip and have their eyes opened to just how beautiful the world is.
Please watch full screen in HD with sound if your device allows it.
I hope you enjoy it. Please leave a comment if you wish; I'd love to hear from you.
Equipment used: Nikon D800E, Nikon D600
Professional Total Camera Moving Solution: Konova (konovaphoto.com)
LRTimelapse (lrtimelapse.com)
Music with permission : ' The Death of a Star ' by Van Syla (facebook.com/VanSylaMusic)





Um pai um filho e uma mãe de Taiwan a viajar pela Europa.
Portugal ficou muito OK. Não acham?

jogos à moda antiga




Para brincar com as matérias de geografia 

O grande mestre Eduardo Medeiros fez nos idos de 2001 uns jogos para o seu estágio profissional. Até hoje são os melhores jogos dedicados aos temas tratados pela geografia para o ensino básico e secundário. Aqui, apenas me limitei a organizar os ficheiros.

do Inverno à Primavera no hemisfério norte - continente europeu





Europa e o estado do tempo em Março (METEOSAT-10 2014)

Vemos a passagem dos dias e das noites (parte escura, claro, que avança de Este para Oeste) de 1 de Março até ao seu último dia.

Imagens em "Natural Cor RGB" obtidas a partir do satélite Meteosat-10 (da agência europeia EUMETSAT) em ​​órbita geoestacionária a 36.000 km acima da Terra.

Neste esquema de cores a vegetação aparece esverdeada por causa de sua grande reflectância no canal VIS0.8 (o raio verde) em relação ao NIR1.6 (feixe vermelho) e VIS0.6 (feixe azul) canais.

As nuvens de chuva com pequenas gotas têm grande reflectância e, portanto, aparecem esbranquiçadas, enquanto a neve e as nuvens de gelo aparecem em azul-esverdeado (cian).
A superfície descoberta da terra aparece em castanho.
Os oceanos aparecem em preto por causa da sua baixa reflectância em todos os três canais de cores.

Visão completa da Terra, como se vê pelo Meteosat-10, aqui:
http://oiswww.eumetsat.org/IPPS/html/MSG/RGB/NATURALCOLOR/index.htm

voltar a casa




Edward Sharpe & The Magnetic Zeros with Ice Cream Man (Road Trippin')
Home, let me come home
Home is wherever I'm with you
Home, let me come home
Home is wherever I'm with you
La la la la
Take me home
Mama, I'm coming home

‒ Jade?
‒ Alexander?
‒ Do you remember that day you fell outta my window?
‒ I sure do‒you came jumping out after me.
‒ Well, you fell on the concrete, nearly broke your ass, and you were bleeding all over the place, and I rushed you out to the hospital, you remember that?
‒ Yes, I do.

jogo de geografia - localização de países europeus




NÍVEL DIFICULDADE MÉDIO 

Vejam este jogo de Geografia cujo objectivo é descobrir a localização dos países europeus.
Devem pegar na silhueta cinza de um país e largá-la em cima do mapa da Europa. Se não acertarem aparece uma ajuda.

os trabalhos escolares

A INFORMAÇÃO CREDÍVEL E A REFUTABILIDADE - O PORQUÊ DE ALGUNS CUIDADOS COM OS TRABALHOS ESCOLARES 

Sendo crucial, volto ao tema. E desculpem a breviedade, mas isto é apenas um blog

nota1:
Já repararam que detesto mariquices nos trabalhos escolares que nada informam: coisas como os famosos «pôr-de-sol», «mafaldas», «meninos africanos a chorar» ou «planetas Terra na concha de uma mão» - mau gosto, demagogia e desperdício de tintas.

nota2:
Já repararam que oriento em demasia os trabalhos sugeridos aos alunos? Os «trabalhos escolares» têm atrás de si uma certa tradição internacional baseada em milhões de cartolinas e, mais recentemente, intermináveis powerpoints feitos com milhões de erros e fotos foleiras sugeridas por buscas «google» mal feitas. Orientar para fontes de informação credíveis é cada vez mais o papel do professor.

nota3:
Ah! E o hábito de esconder a identificação do autor de um trabalho na parte de trás de uma segunda ou última folha? Ou num canto perdido e com letra pequenita... ?
Por favor. Um «trabalho escolar» deve resumir-se a organização, informação credível (i.e., sugerida pelo professor) e, sobretudo, cultura de «responsabilidade». Devendo-se assumir claramente quem fez, bem ou mal, um trabalho - pode parecer secundário, mas esta preocupação é uma derivação da ideia de «refutabilidade» comum na comunidade científica (não é possível refutar o que é difuso e sem autoria...).

os trabalhos de geografia do 2º período lectivo - como fazer





COMO FAZER UM TRABALHO ESCOLAR 

Este foi o melhor trabalho de geografia que recebi neste 2º período. Sendo mais exacto, trata-se de uma coleccção de trabalhos feitos na aula e, por vezes, terminados em casa, que pedi para coligirem e entregarem para classificação.

Das diversas turmas de sétimo, nono e décimo ano, foi o Tomás Paiva do 7ºA quem fez melhor.
Organização, apresentação e legibilidade; e, claro, cumpriu com tudo o que foi pedido (a quantidade de dados/informação, o rigor e devida correcção).

Não tenho comigo o trabalho para vos mostrar. Fica a capa, feita com tudo o que é preciso e assumidamente simples - por favor, façam como neste exemplo, capas simples mas informativas com o que é devido; nada de mariquices sff.

coisas que podemos melhorar no 3º período nas aulas de geografia

O que correu muito mal?
Esta é uma chamada de atenção para os alunos que não apresentaram elementos de avaliação e obtiveram necessariamente um redondo 0% no parâmetro em apreciação.

Registos de aulas (cadernos):  

NO 1º PERÍODO LECTIVO:
TURMA 7A: --
TURMA 7B: Nº8, Nº16
TURMA 7C: --
TURMA 9A: Nº9, Nº11, Nº14, Nº18, Nº20
TURMA 9B: --
TURMA 9C: --
TURMA 10A: Nº5, Nº13

NO 2º PERÍODO LECTIVO:
TURMA 7A: --
TURMA 7B: Nº16, Nº17
TURMA 7C: --
TURMA 9A: Nº7, Nº11, Nº20
TURMA 9B: --
TURMA 9C: Nº9, Nº10, Nº16
TURMA 10A: Nº5, Nº7


Trabalhos práticos (anexos):  

NO 1º PERÍODO LECTIVO:
TURMA 7A: Nº6, Nº10
TURMA 7B: Nº6, Nº8, Nº15, Nº16, Nº17
TURMA 7C: --
TURMA 9A: Nº14
TURMA 9B: Nº6, Nº13, Nº17, Nº21
TURMA 9C: Nº3, Nº8, Nº17
TURMA 10A: --

NO 2º PERÍODO LECTIVO:
TURMA 7A: Nº11, Nº12, Nº18
TURMA 7B: Nº10, Nº13, Nº15, Nº17
TURMA 7C: --
TURMA 9A: Nº9
TURMA 9B: Nº2, Nº6, Nº13, Nº15, Nº17, Nº19, Nº21
TURMA 9C: --
TURMA 10A: Nº1



Apresentação de trabalhos (trabalho de grupo):  

NO 1º PERÍODO LECTIVO:
não avaliado


NO 2º PERÍODO LECTIVO:
TURMA 10A: Nº4, Nº7, Nº12, Nº13, Nº18



Testes de avaliação:  

NO 1º PERÍODO LECTIVO:
TURMA 7A: --
TURMA 7B: --
TURMA 7C: --
TURMA 9A: --
TURMA 9B: --
TURMA 9C: --
TURMA 10A: --

NO 2º PERÍODO LECTIVO:
TURMA 7A: --
TURMA 7B: --
TURMA 7C: --
TURMA 9A: --
TURMA 9B: --
TURMA 9C: --
TURMA 10A: --


Nota explicativa para professores:
Para melhor compreensão de pais e alunos as «classificações» são dadas a «instrumentos de avaliação» (coisas materiais onde posso escrever a avaliação e o EE assinar a verificação) e não a «competências» (entidades abstractas que baralha qualquer conta e nas quais nada posso escrever). Prefiro incluir ou adequar o referencial «competências» aos instrumentos possíveis do que fazer o inverso.

nasa ustream: partilhando a aventura e as imagens do nosso planeta


International Space Station: foto ISS015-E-21945







International Space Station - s.d. Cúpula principal da ISS International Space Station: foto IIS022-E-080014 Tracy Caldwell Dyson na Cúpula da ISS

viver simples: the working artisans' club





Optam por viver a vida da maneira artesanal

Moldam placas, constroem bicicletas e fazem belos objetos inspirados pela sua paixão pela vida ao ar livre. Fazem, pois, a vida melhor para todos nós. 

Filmado na 71ª Leonard Street, Londres. Em setembro de 2013.
www.huckmagazine.com

classificações propostas para o 2º período




 Avaliação Sumativa em Geografia 7º Ano - 2º Período

classificações propostas para o 2º período




Avaliação Sumativa em Geografia 9º Ano - 2º Período

classificações propostas para o 2º período




Avaliação Sumativa em Geografia 10º Ano - 2º Período 

no deserto de Indian creek | Utah, EUA

A Desert Life from Austin Siadak on Vimeo.



VIVER E ESCALAR NO DESERTO 

Alf Randell descreve-se como um "canalha" que passou quase uma década da sua vida a fazer escalada entre os rochedos de arenito de Indian Creek, no Utah (EUA).

Em novembro de 2011, Austin Siadak passou algum tempo a subir com Alf e filmou-o no doc. "The Creek". Podemos encontrar neste filme empatia com a decisão de Alf Randell em evitar a vida da cidade em favor de um pequeno atrelado no meio do deserto do Utah.


Music: This Will Destroy YouSong: Freedom Blade - Ki:TheorySong: Step Outside - Gregory Alan IsakovSong: If I Go, I'm Goin' - Gregory Alan Isakov
Director: Austin Siadak

férias. que bom

a nossa Terra












Ver em National Geographic book Visions of Earth



TERRA

"Visões da Terra" é um livro e mostra a beleza, majestade e maravilha do mundo que nos rodeia e presta homenagem aos fotógrafos que captam sua essência. Nesta galeria, veja uma seleção de cenas impressionantes do novo livro da National Geographic, e decorar a sua área de trabalho com suas imagens favoritas.´

Fonte:
National Geographic book Visions of Earth

Buy the book Visions of Earth
Watch a video of highlights from the book

adoramos Brasil - 50 anos depois do golpe de estado




A vida e a cultura no Brasil em 1964 

 Em 1964, antes de o Brasil ser palco de um golpe militar, a efervescência cultural no país era grande. O brasileiro testemunhava uma mudança nos costumes, na música, na moda e no consumo.

Neste vídeo, o historiador Boris Fausto conta como era o cotidiano há 50 anos e como ele ficou após a ditadura.

Estes 50 anos levam ao rubro a questão histórica não resolvida de 1964 - note-se que a actual Presidente do Brasil foi nestes anos 60 uma famigerada assaltante de bancos, revolucionária e terrorista em guerra aberta aos militares golpistas de 1964. A acompanhar, portanto.

Nota: 
A revista VEJA é a publicação em língua portuguesa mais lida no mundo - e de qualidade internacional, claro

bernardo sassetti - alice





Alice - (Banda sonora do filme de Marco Martins), 2005.
Bernardo Sassetti. Um dos melhores.Trabalhou com Carlos Martins e o Moreiras Jazztet; Al Grey, John Stubblefield, Frank Lacy e Andy Sheppard. Art Farmer, Kenny Wheeler, Freddie Hubbard, Paquito D´Rivera, Benny Golson, Curtis Fuller, Eddie Henderson, Charles McPherson, Steve Nelson. Em Novembro de 1997, também com Guy Barker, gravou "What Love is", acompanhado pela Orquestra Filarmónica de Londres e tendo como convidado especial o cantor Sting.

Dedicava-se regularmente à música para cinema, tendo realizado vários trabalhos, de entre os quais se destaca a sua participação no filme do realizador Anthony Minguella - "O Talentoso Mr. Ripley" tendo gravado "My Funny Valentine" com o actor Matt Damon, entre outros temas. Os seus mais importantes trabalhos de composição para cinema são os seguintes: "Maria do Mar" de Leitão Barros, "Facas e Anjos" de Eduardo Guedes, "Quaresma" de José Álvaro Morais, "O Milagre Segundo Salomé" de Mário Barroso, "A Costa dos Murmúrios" de Margarida Cardoso, "Alice" de Marco Martins.

Portugal é Mar - O novo mapa de Portugal


http://kitdomar.emepc.pt/kit-do-mar/recursos/
http://www.portugal.gov.pt/pt/fotos-e-videos/fotos/20140219-mam-mec-mapa-pr.aspx






NOVO MAPA DE PORTUGAL

O mapa “Portugal é Mar” é uma carta que retrata a realidade territorial do país, nomeadamente a sua dimensão marítima, e inclui a proposta de Extensão da Plataforma Continental.

A ZEE Zona Económica Exclusiva portuguesa corresponde mais ou menos a 15 vezes o território do continente.


nota:
O novo mapa foi apresentado ao público pelo Presidente da República em 19 deste mês (Fev/2014).
Ler aqui http://www.portugal.gov.pt/pt/fotos-e-videos/fotos/20140219-mam-mec-mapa-pr.aspx




RECURSOS INTERESSANTES NA NOSSA ZONA ECONÓMICA EXCLUSIVA 







NA ENERGIA:

A (terrível) dependência energética em Portugal e a sua (hipotética) solução:

Portugal tem reservas de energia que podem resolver a sua dependência do petróleo convencional.
Trata-se do Shale Gas - o Petróleo Xistoso.

Este tipo de petróleo está a ganhar terreno nos Estados Unidos e sabe-se que Portugal também pode ter condições para explorar este recurso que se apresenta agora como uma alternativa energética consistente.

Avanços tecnológicos recentes permitiram ultrapassar uma série de barreiras que tornavam a extracção do shale gas financeiramente viável.


NAS PESCAS:

Portugal reclama o melhor peixe do mundo. Por todo o planeta, o peixe capturado em Portugal é considerado um produto da mais alta qualidade.

Os maiores chefs elogiam o nosso pescado. O mais famoso chef do mundo, o catalão Ferran Adrià, assume que o marisco português é dos melhores do mundo. Os mais exclusivos restaurantes só querem peixe português, da Rússia aos Estados Unidos, da Suíça à Itália.