Inverno cosy

[in CBC.ca/KIDS]

Inverno, s. m. estação do ano entre o Outono e a Primavera, caracterizada pelo frio e pela chuva. Dicionário da Língua Portuguesa, Porto Editora.

Desde as 12h04m de 21 de Dezembro que estamos no Inverno. Deixo-vos um game apropriado. É uma animação flash fornecida pela CBC-Canadá, que está num site com materiais de divulgação científica e outos tantos games.

Podem jogar em versão gigante clicando AQUI

Noite fria. É Natal




Previsão para 4ª Feira, 24 de Dezembro de 2008

Céu pouco nublado ou limpo, tornando-se gradualmente muito nublado por nuvens altas.
Vento em geral fraco (inferior a 20 km/h) de leste. Acentuado arrefecimento nocturno com formação de geada.


Frio. Frio porque uma massa de ar frio com altas pressões barométricas estacionou nestes dias na Europa Ocidental e permitiu um dia sem nuvens e muito frio.

Natal

Bom Natal. Escrevo-vos com doces à volta e festa ao fundo.
Que bom o calor destes dias frios.

Avaliação na Severim de Faria

Aproveito estes dias de avaliação para esboçar uma pergunta simples:
O que vale a Severim de Faria?

É sem dúvida uma escola da velha guarda - "démodé" como se costuma dizer. O que sendo uma raridade é um bem sem preço e cria e em mim uma profunda empatia.

Aqui não encontro infantilização entre alunos como noutras escolas já encontrei.
Para pais e alunos a mais valia da Severim começa no ambiente de segurança e afabilidade: ainda é com espanto que vejo nos corredores as mochilas abandonadas por umas horas sem medos dos roubos ou o bom clima de cavaqueira no portão da escola. Mais, a escola mantêm-se aberta noite fora e nunca dei conta de dificuldades.

Os alunos são excelentes. Independentemente de feitios e afectos é possível manter uma conversa com toda a gente. E há uma misturada de idades entre secundário e 3º ciclo muito simpática.

Os professores são eficazes e sem malabarismos pedagógicos confiam no trabalho dos seus pares mantendo uma relação de respeito mútuo - a melhor vantagem de todas.

Outra boa coisa é a direccção da escola, o Executivo ou lá como se diz. Eficaz e discreto. Passo meses e meses sem os ver ou ouvir o que é uma vantagem incomensurável. Não duvido que são o elo decisivo para explicar o sucesso da Severim.

No caso do meu grupo disciplinar - Geografia - as condições de trabalho são óptimas: uma sala de trabalho ampla e confortável de onde raramente saio. Apenas tenho um grande lamento: não tenho um projector com protátil e acesso à net nas salas de aula (contínuo a dar aulas com giz e um manual roscofe).

Festa na sala

Ontem à tarde houve festa com o pessoal do Profissional de Turismo. Com pena não fui, mas uma reuniãozita de avaliação do 10ºSE obrigava-me a lançar notas e rever papelada.
É claro que um coro de vozes protestou um
"- Ainda ficas pior que o outro"
e eu, que ia na pressa, mal dormido e sem almoçar, apenas aleguei em minha defesa que ficara a fazer umas certas e determinadas coisas.

Ufff

Finalmente as reuniões de avaliação sumativa. O que quer dizer descanso após uns quinze dias de aulas e avaliações, muitas avaliações, almoços a sandes e umas quase-directas para avaliar os materiais que a maior parte dos meus caros alunos pediu para entregar em prazos mais alargados - para a próxima, porque não podemos viver de adiamenteos, os prazos vão ser mais curtinhos.

Mapa do frio




Esta carta sinóptica de superfície é de 2 de Dezembro e explica a bela coexistência do frio e do sol. Procurem o Anticiclone e a perturbação frontal que nos deu as chuvadas de ontem em Portugal Continental - um chocolate para quem apontar o dedo para os sítios certos.


nota:
O nosso Instituto de Meteorologia produziu a carta sinóptica em cima e é uma das ferramentas essenciais para ensinar geografia. A ele voltaremos em breve.

Imagens do nosso frio



Massa de ar frio com altas pressões barométricas a permitir céu limpo de nuvens.
Se clicarem nesta imagem após 2 de Dezembro irão ver o estado do tempo actualizado do dia do vosso clique.

Geografia num futuro próximo




As aulas de geografia apenas precisam de tempo para ser preparadas (sobretudo tempo, tempo para podermos ler, pesquisar e experimentar materiais para os alunos) e um projector e pontos wireless para ligação à net (quasnto ao pc posso levar o meu para não sobrecarregar os orçamentos de estado).

Só o google earth [GE] é um mundo de possibilidades... Se não estamos longe da situação em que todo o programa da disciplina é passível de ser leccionado com ficheiros kmz (os que o GE usa) é certo que esta é a ferramenta SIG mais útil para uso escolar (porque podemos usá-lo como base de dados para qualquer tema).


nota:
Na imagem o Vale do Zêzere e Manteigas (nas cercanias da Serra da Estrela)

A geografia na sala de aula

É uma pena não poder usar ferramentas como o google earth nas aulas. O pessoal dos décimos anos que o diga - dizem-nos que falta pouco tempo para as salas da nossa escola ficarem devidamente equipadas e fazermos geografia com alguma qualidade, nesse dia o vosso enfado será outro.

Inverno - Um dia frio e sem nuvens




Hoje o frio é mais frio e não há modo de chover. O google earth mostra-nos isso mesmo - as perturbações frontais, as que trazem nuvens e chuva, andam longe de Évora.

As imagens do estado do tempo e respectivas previsões para os próximos dias do GOOGLE EARTH são actuais e credíveis. Têm um desfasamento próximo de 2 horas e raramente têm erros significativos (pelo menos para Portugal).

Aula na Biblioteca Pública de Évora






Hoje o pessoal do 10ºLH2 foi à Biblioteca Pública de Évora (BPE) numa aula conjunta de Geografia e História com a professora Henriqueta Alface.

A BPE é um lugar decisivo e com muito spleen aqui em Évora. O nosso objectivo era modesto (obter o cartão de leitor e conhcer o cofre forte da casa e os seus mais que valiosos espólios), agora, e conforme combinado temos o relatório desta visita para redigir.

No cimo deste post está o molde do relatório pedido mas podem mudá-lo ao vosso gosto desde que fique uma coisa estruturada e completa.

Alunos, coloquem-me dúvidas SFF

1º Os vossos testes estão despachados e serão entregues em breve
2º As notas não são tão boas como esperava
3º Os trabalhos de pesquisa estão aí e servem para recuperar notas
4º Consultem os materiais que estão no SCRIBD e FLICKR (ver posts em baixo)
5º Coloquem dúvidas nas caixas de comentários Se Faz Favor
6º Se eu escrevi algo confuso ou errado ou se vocês escreveram algo confuso ou se escrevem com erros, isso não interessa estamos aqui para corrigir e melhorar. Usem os COMENTÁRIOS para me ajudar a melhorar

Os 12 melhores lugares do mundo





Onde estão os 12 melhores lugares do mundo para aprender? A resposta é dada pela Times Higher Education uma publicação de referência mundial.

Lembro que no meu tempo de aluno era indiscutível a certeza de que a excelência no ensino estava algures lá fora , contudo, identificar claramente os melhores e aceder-lhes era coisa mítica ou, no mínimo, reservada a meia dúzia de iniciados - coisa só acessível às nossas élites mais educadas.

Vale apena visitar os seus sites:

01 Harvard University
02 Yale University
03 University of Cambridge
04 University of Oxford
05 Caltech - California Institute of Technology
06 Imperial College London
07 University College London
08 University of Chicago
09 MIT - Massachusetts Institute of Technology
10 Columbia University
11 University of Pennsylvania
12 Princeton University

Outras avaliações


[Sobre a conferência "A Reforma do Sistema de Ensino da Nova Zelândia", 12/11/2008, na Fundação Gulbenkian]

Na Nova Zelândia não existe um sistema de avaliação centralizado. Não que os professores não sejam avaliados, longe disso. Para poderem leccionar, os professores têm de estar inscritos no New Zealand Teachers Council, inscrição que deve ser renovada a cada três anos.

No entanto, não existe um modelo de avaliação único, comum a todos os professores. Existe um quadro geral de avaliação (national framework) e um conjunto de indicações (guidelines) que impedem a arbitrariedade, mas a avaliação é da responsabilidade do director da escola onde cada professor lecciona, e este tem ampla liberdade no modo como a faz. A justificação por esta opção é simples: ninguém está em melhor posição do que ele para avaliar da competência dos professores que leccionam na sua escola. Aliás, uma vez cumpridos os mínimos de desempenho, o resultado da avaliação não tem influência na progressão na carreira, que depende exclusivamente do número de anos de ensino.

Naturalmente que este sistema de avaliação totalmente descentralizado faz sentido num contexto, que é o neozelandês, em que as escolas têm total autonomia na sua gestão, incluindo a selecção e contratação dos professores. Ao mesmo tempo, uma vez contratados, um professor apenas deixa de o ser se for demonstrada a sua completa incompetência ou se a escola que o contratou deixar de ter alunos, portanto, se a qualidade do seu ensino se deteriorar. Estão, assim, criados os incentivos para professores e directores das escolas tudo fazerem para que a formação contínua e o apoio à melhoria do desempenho pedagógico seja uma prioridade e a avaliação do desempenho dos professores tenha como principal objectivo identificar as áreas de melhoria de cada um.

Soa a utopia, e sem dúvida que vem dos antípodas, mas o sistema de ensino neozelandês nem sempre foi assim. Simplesmente, há 20 anos, este país teve a coragem de fazer a reforma que verdadeiramente importava: acabou com a maior parte das direcções centrais e todas as direcções regionais de educação e devolveu as escolas às comunidades locais. Se dúvidas houvessem, os dados do PISA-OCDE colocam a Nova Zelândia no topo, quer no que concerne a literacia quer no que concerne a numeracia.

continua
ADÃO DA FONSECA, FERNANDO. (2008). Avaliação dos professores e qualidade da educação? SEDES em 13 de Novembro de 2008. Consultado em 14-11-2008. No site SEDES. Website: http://www.sedes.pt/blog/?p=214

Balanço da avaliação docente


Como é que se chegou aqui?

Em boa mas não exclusiva parte porque muitas das pessoas que estão na 5 de Outubro e nos diversos serviços do ministério por esse país fora não têm o mais leve conhecimento da realidade das escolas. Muitos foram professores pouquíssimo tempo e frequentemente detestaram a experiência ou pelo menos não a apreciaram o suficiente para se manterem como docentes.

Esta gente uma vez instalada nos seus gabinetes dedica-se a produzir orientações para serem aplicadas nas mesmas escolas onde eles regra geral não conseguiram fazer nada.
A acompanhá-los nesta tarefa estão os colegas que estudaram e se formaram nas chamadas Ciências da Educação e que do ensino ou da educação propriamente dita o que de mais próximo viram são as escolas superiores e os institutos onde eles mesmos estudaram e conseguiram automaticamente tornar-se professores das mesmas ciências da educação. [...].

continua
MATOS, HELENA. (2008). O país superinteressante. PÚBLICO em 12 de Fevereiro de 2008. Consultado em 14-11-2008. No site Forum Para a Liberdade de Educação. Website: http://www.liberdade-educacao.org/doc_sistema/docentes/paissuper.htm

Ainda o trabalho de pesquisa para o 10ºLH2 e 10ºSE






Os jpegs dos mapas do Atlas do Ambiente foram reunidos no FLICKR para vos facilitar a vidinha. Só não indico quais são os 3 mapas a trabalhar para vos obrigar a consultar toda a coleccção.

Nota 1: Cliquem na imagem para ir ao FLICKR do geografismos (e que tem o «album» Portugal com os ditos mapas).
Nota 2: Para ver os mapas como um filme e sem demoras cliquem em
http://www.flickr.com/photos/lp-earth/sets/72157608675719639/show/
Nota 2: O título correcto de cada mapa estão no interior dos mesmos(óbvio;)


Ainda no universo CLIP descobri um blog, ou melhor, um projecto, uma ideia ou tudo isso simultaneamente no DEVAGAR SE ENCADERNA LONGE

Uma escola nota 10



Através do CLIP do Pedro Silva chequei a uma meada de excelência lá para os lados do Caramulo. Encontrei blogs e afins de extrema qualidade produzidos pela comunidade escolar da EB2,3 do Caramulo.

Materiais feitos com cuidado, pensados, bem escritos, visualmente impecáveis, com garra e, tudo isto, em números esmagadores. Uma epidemia de boas coisas é o que é. Vejam o DISCURSO INDIRECTO LIVRE ou o CARAMULO NO TOPO DA TROPOSFERA feito por alunos.

Até o raio do MOODLE é mais ao menos funcional e sem os mil e um segredos de coisa nehuma como é habitual nos moodles das nossas escolas.

E mais, neste emaranhado de ligações do CLIP, descobri uma associação de solidariedade com um trabalho para o público dedicado aos livros e à impressão que impressiona qualquer um. Ainda por cima escrevem um blog que me banzou, falo-vos do DEVAGAR SE ENCADERNA LONGE

Confesso que não conheço melhor novelo.

O melhor blog do mundo






"clip é um blogue inaugurado em 2006 na escola eb 2 3 do caramulo. pensado para suporte da disciplina de educação tecnológica, ele é, hoje, mais do que isso. é uma plataforma para todas as disciplinas e projectos da escola. sem excepções. afinal, o clip não é um blogue é um serviço público ! "

O incrível CLIP é um blog dedicado ao ensino e está ao nível do que de melhor se faz on-line por esse mundo fora.

Podemos seguir o trabalho real que se faz com os alunos - diga-se que é de elevada qualidade - e ajuizar sobre o potencial da Educação Tecnológica enquanto disciplina de vanguarda no sistema de ensino.

Parabéns ao seu fundador Pedro Silva, professor contratado de educação tecnológica ;)

Outras avaliações




Por cá receia-se a net e desdenha-se do youtube. Por lá investe-se na net e explora-se o youtube.

Experimentem e avaliem os canais youtube das melhores universidades do mundo:

caltech on youtube - geodynamics
harvard kennedy school on youtube
mit on youtube
mit on youtube - free courses
stanford university on youtube
uc berkeley on google video
uc berkeley on youtube

Bjork com Frosti




i lov bjork

Exames nacionais com soluções

Documents

Hoje aproveitei para deixar ao pessoal do secundário os exames nacionais de geografia resolvidos no scribd. Copiem e divulguem:

scribd.com - exames nacionais de geografia

O protesto acrescentado


O protesto dos professores desfilou em Lisboa. Muito de acordo mas creio que falta protestar muito mais.

Avaliação para progressão na carreira... progressão na carreira limitada por quotas... São os argumentos fortes declarados à imprensa, os argumentos com mais barulho. Argumentos válidos mas que valem ninharias perante factos gravíssimos silenciados ao longo dos últimos anos.

Professores nómadas cujos contratos são feitos mês a mês, professores com salários irrisórios, sem direito à adse, sem direito a assistir filhos doentes. Professores sujeitos ao desemprego caso não sejam avaliados neste caos.

Que todos lessem

Nos posts em baixo deixei os materiais para o primeiro trabalho de pesquisa em Geografia de 10º ano.

Em boa verdade o que eu desejo é que toda a gente lesse as duas melhores obras on-line de geografia de Portugal - o Atlas de Portugal e o Atlas do Ambiente. O resto são pretextos.

Trabalho de pesquisa no 10º ano - Como fazer


Guião do Trabalho de Pesquisa - Atlas de Portugal e Atlas do Ambiente


Não esquecer que podem usar zoom ou ver a totalidade deste documento em folha à parte (procurar botão no canto direito do visualizador).

Os mapas do Atlas do Ambiente


I_02 - temperatura


Este é um exemplo dos mapas que devem procurar para o trabalho de pesquisa.

É uma colecção que podem encontrar em:
http://www.flickr.com/photos/lp-earth/sets/72157608675719639/detail/

Atlas de Portugal (parte 1) - Um país de área repartida




Este é o primeiro pdf do Atlas de Portugal produzido pelo IGP - Instituto Geográfico Português e pelo SNIG - Sistema Nacional de Informação Geográfica.

É uma obra decisiva. Para facilitar a sua consulta aqui na escola ou em casa optei por integrar os pdf's no SCRIBD.

Atlas de Portugal (parte 2) - O mar que nos envolve

Atlas de Portugal (parte 3) - A terra que habitamos

Atlas de Portugal (parte 4) - Clima e suas influências

Trabalho de pesquisa no 10º ano

Documents

Reuni para consulta os pdfs do Atlas de Portugal no SCRIBD.

O pessoal dos décimos anos deve consultar os primeiros 4 documentos do Atlas para o trabalho de pesquisa do 1º Período. O guião está na reprografia da nossa escola e também aqui no blog.

Para ver os 19 pdf's do Atlas cliquem em:
http://www.scribd.com/people/view/69719-geografismos

Na loja dos trezentos

Creio ser a norma em Geografia: cada professor tem a seu cargo próximo de 300 (trezentos) alunos.

O horário completo de um professor de geografia exige, por norma, leccionar a 11 turmas, 28 alunos cada - excepto se tivermos umas dezenas de anos de serviço como efectivo e haja, então, uns descontos na quantidade de turmas. A quantidade imensa de papelada de que toda a gente se queixa é sempre multiplicada por +/- 300. É algo estúpido.

Se neste ano tive a sorte de leccionar apenas para 91 alunos tenho, contudo, um bric-à-braque de matérias e disciplinas (em dois cursos distintos nem manual há e é suposto andarmos muito na rua, próximos do «real», em trabalhos de pesquisa). É impossível trabalhar.

Como se sabe nas lojas dos trezentos não há grande qualidade.

Correu bem porque tive sorte

O sucesso inicial deste geografismos aconteceu nos dois primeiros anos (em Santa Clara, Évora, e na EBI da Charneca de Caparica, Almada).

A explicação é simples. Porque tive a sorte de de apenas leccionar Geografia aos meus alunos (apenas sétimo ano em Santa Clara e sétimo e oitavo anos em Almada). Tudo concentrado. Aliás, as aulas correram muito bem porque tinha algum tempo para preparar materiais e aprender tudo o que necessitava em html ou css ou etc.

Nos últimos anos é uma bagunça.

teste com consulta

Tenho aproveitado a aula do teste com consulta na disciplina de Área de estudo da comunidade (curso profissional) para postar e antes que a turma inteira volte às lides das tics.

Faz anos que não usava os testes com consulta mas nos profissionais é um recurso mais do que justificado (pretende-se valorizar as metodologias de projecto e não os testes). Hoje as questões a desenvolver andaram à volta do trabalho de pesquisa em curso.

A minha vergonha

Para obrigar-me a dar continuidade a este blog e não passar vergonhas com as longas ausências da net arrisquei comprometer-me formalmente com a sua execução nalguns dos famosos "objectivos indivuais do docente". Ó diabos, ou vai ou racha.

O irónico é que o geografismos tem falhado por excesso da burocracia escolar: o ano passado porque fui professor de 277 alunos e fui submetido a uma avaliação do desnpenho docente. Este ano as dificuldades diversificaram-se: a escola portuguesa está doida e tenho um lote infindável de materiais de secundário para preparar ( cada turma, uma matéria diversa: cursos profissionais, disciplinas várias, vários níveis, etc, etc...).

Ironicamente penso usar a burocracia da avaliação dos professores para obrigar-me a continuar aqui - paradoxos...

fora de serviço

nos últimos dias não vim há escola. conjuntivite. não vi nada. mas parece que voltei para ficar e trabalhar.

trabalhar no geografismos é que tem sido a minha grande falha. uma vergonha. mais um pouco e é um fora de serviço

Hipsometrias rápidas




Estamos em plena a aula de Geografia do Profissional de Turismo.
Depois de umas tentativas mal sucedidas para instalar o Google Earth (não tinhamos os malditos códigos de administrador) fomos forçados a trabalhar no google maps que tem uma funcionalidade decisiva: Curvas de Nível a cada 20 metros de altitude.

Vejam na imagem a aqui transparente albufeira do Alqueiva.

Visita com o 1ºTUR



Ver mapa maior

Na anterior Quinta-feira o pessoal do Profissional de Turismo foi ao Alqueva-Edia a barragem que fez o maior lago artificial da Europa.

Em verdade são várias barragens que garantem o funcionamento de um sistema de albufeiras. Coisas decisivas para a economia nacional e para o turismo na região.

A tarde foi boa. Muito boa. Com um dia soalheiro e o pessoal fantástico do 1ºTUR subimos de barco até à Amieira.
PS: ninguém arriscou um banho.

Improvisei uma aula

Ontem fiquei aflito com uma aula de 150 minutos: sem sala de TIC, sem projector, a programação furada e, ainda por cima, não tinha as chaves da sala (da catacumba CN1) e o único funcionário com chaves só entraria ao serviço lá pelas três da tarde... Uff...

Antecipei a nossa visita à Biblioteca Pública de Évora (lá se furou as datas do calendário do post anterior...) e foi uma aula excelente... a maior parte dos meus alunos do 1AS converteu-se em leitor com cartão e tudo, disponíveis a umas boas requisições e dando, de algum modo, o nosso contributo para o Plano Nacional de Leitura ;


Um calendário para as nossas aulas. Falta melhorar a coisa mas parece-me útil.
Cliquem nos botões - sobretudo no botão «AGENDA».

Vamos a ver

No meio da pressa faltou-me fazer a requisição da sala TIC para hoje à tarde - pensava eu que falar com a D. Isabel na Sexta-feira passada fosse suficiente... Enfim, estive noite fora a fazer uma selecção de materiais videos e mapas em vão. Mas a solução ainda vai ser de qualidade superior - ou não;)

Olá

Ana Lopes, Ana Courado, André Peixe, Bento Borges, Cátia Pãozinho, CláudiaRaimundo, David Franjoso, Diogo Sequeira, Edilson Tiago, Inês Percheiro, Inês Rosário, Joana Roques, João Nunes, Maissa Bezzeghoud, Miriam Fernandes, Mónica Madeira, Rita Neto, Rui Dias, Sara Silva, Susana Paulo, Tiago Pinto, Vanessa Sampaio, Vanessa Benavente.

As minhas saudações aos meus alunos. Tenho a certeza que vai ser uma ano simpático

rewind

Já levo dias em atraso na escrita do blog que nem sei por onde começar. Acaba por ser mais a (boa) vontade e a papelada que levam o melhor do meu tempo.

Giz

Sem manual, sem info-tecnologias, sem nada, um giz foi tudo o que funcionou hoje na aula do 10ºSE de geografia. Ainda assim conseguimos improvisar uma aula simpática...

Felizmente tenho a sorte, aqui na Severim de Faria, de ter encontrado alunos cinco estrelas que fazem as coisas acontecer quando nada parece acontecer.

Imagens para re-começar





Um filme com algum tempo e absolutamente falhado mas evocativo de um certo «espírito».

Olá +

Ana Heliodoro, Ana Marcão, Ana Metrogos, Ana Ferreira, Ana Vogado, Andreia Rato, Catarina Roque, Catarina Vieira, Cátia Rainha, Fábio Magno, Marta Heliodoro, Patrícia Cebola, Raquel Abadia, Rita Martins, Susana Pires, Tânia Parreira, Tânia Maurício, Tiago Oliveira, Vanessa Rosa, Vanessa Lopes, Vânia Batista, Vânia Rainha, Vera Correia, Ana Aires, Afonso Ludovino, Ana Pencas, Ana Valente, André Parreira, Andreia Encarnado, Artur Filipe, Déborah Piscopello, Dumitru Terus, Maria Queiroga, Maria Bolas, Maria Vital, Mário Gonçalves, Marta Geada, Ruben Pires, Sarah Signer.

Volto com mais umas boas vindas aos meus alunos. Acredito que há muito boa causa para um excelante ano de aulas.

Olá

Alexandre Barrigó, Ana Castro, António Martins, Daniel Evaristo, Duarte Almeida, João Rato, Luis Oliveira, Mafalda Jorg, Manuel Santos, Maria Zorrinho, Maria Serrano, Maria Ribeiro, Maria Policarpo, Nicoleta Bianchi, Rita Marta, Rodrigo Almeida, Rui Soares, Vasco Navalhinhas, Ana Grave, Débora Nóbrega, Gonçalo Monginho, João Passanha, José Passanha, Maria Grave, Marta Matos, Ana Varela, Ana Dias, Ana Dias, Ana Fragata, Ana Manaia, Ana Rôlo, Carlos Nunes, Daniela Fialho, Diana Severino, Elsa Vila, Gisela Moisés, Joana Catela, Marisa Gama, Olívia Godinho, Patricia Matono, Paula Pereira, Rui Quintal, Tiago Marques.

Este post é dedicado aos meus alunos na Severim de Faria que conheci hoje. Um ano para fazermos um pouco de Geografia.

Imagens do Geografismos


Agradeço aos leitores

Agradeço. Muito obrigado aos leitores. Li à pressa alguns dos mails e comentários e agradeço a vossa atenção - as palavras que me deixaram são boas e é com pesar que confesso não conseguir organizar-me a tempo de responder a tudo. Agradeço-vos

A retoma

Volto com vontade e uma imensa melancolia. Ausente um ano inteiro por cansaço, falta de net e excesso de papelada - sempre foram uns incríveis 277 alunos por semana - pretendo, agora, concentrar-me naquilo que interessa: fazer geografia e o resto depois logo se vê.

Novamente Évora



Em cima imagem de trabalho elaborado pelo Daniel nos idos de 2003 na escola de Santa Clara, Évora.