Aurora boreal




Nos sétimos e décimos anos a geografia física é o assunto do dia. Este filme é sobre a atmosfera, a ionosfera e os pólos magnéticos. Enfim as auroras polares.

Neste filme podemos ver imagens-resumo de uma aurora boreal ocorrida em 24/09/2006, em British Columbia, Canadá.

No hemisfério norte é conhecida como aurora boreal, no hemisfério sul é conhecida como aurora austral. O termo genérico é aurora polar.

Trata-se de um fenómeno luminoso, um brilho observado nas noites de regiões polares, provocado pelo impacto de partículas de vento solar no campo magnético terrestre. Somos constantemente atingidos por ventos solares: fluxos rarefeitos de plasma quente emitido pelo Sol em todas as direcções.

Electrões, protões e partículas alfa, colidem com átomos da atmosfera terrestre (predominantemente oxigénio e nitrogénio) em altitudes que variam entre os 80Km e os 200Km.

As colisões com os átomos de oxigênio aos 200Km de altitude produzem uma tonalidade verde. Quando a tempestade é forte, as camadas mais baixas da atmosfera são atingidas pelo vento solar (100Km de altitude), e produzem uma tonalidade vermelho escura pela emissão de átomos de nitrogênio (predominantes) e oxigênio.


As auroras acontecem apenas em regiões próximas aos pólos magnéticos (não são coincidentes com os pólos geográficos) com um tamanho médio que oscila entre os 3000Km a 5000Km, pelo que os melhores lugares para a observação de auroras encontram-se no Canadá para auroras boreais e na ilha da Tasmânia ou sul da Nova Zelândia para auroras austrais.