A evolução da violência escolar

Ao escrever o post anterior veio-me à memória a escola dos meus tempos de aluno. A violência de então igual à de hoje, os roubos, a quantidade de gente perdida nas drogas, as aulas que não eram aulas. O novo nisto será a massificação, o alastrar da estupidez em todas as direcções.

Lembro-me da «revolução pedagógica» da escola primária e os seus efeitos devastadores em termos da «lei do mais forte» em plena sala de aula - das porradas e do Joca que chegou à quarta classe sem saber ler as vogais. Frequentei a Emídio Navarro nos seus piores tempos - lembro-me dos mais rodados meterem grama e meia todos os dias. Curiosamente a ES Monte de Caparica que conheci foi uma simpática família, mas, hoje, é referenciada no Expresso como das piores...

Em 1994-1995, no meu primeiro ano como professor, continuei a encontrar situações de violência inacreditáveis na EB23 Monte de Caparica, o chamado «Pica-Pau Amarelo», com direito a uma reportagem da SIC com câmara oculta.

Actualmente, pelos vistos, a diferença está nos números. Está tudo um bocadinho maior...